Até aldeias indígenas vão ter Internet Grátis na Amazonia


Com um investimento de R$ 800 mil, índios de cinco aldeias do Amazonas começaram a ter acesso à internet no início de outubro.

A proposta é de que 2,5 mil jovens indígenas tenham acesso à rede e a principal intenção do projeto é dissiminar a cultura indígena, segundo as informações da Secretaria de estado para os Povos Indígenas (Seind).

"Os jovens terão a oportunidade de acessar um computador e de receber a capacitação para o seu manuseio. Eles vão poder usar toda a tecnologia para adquirir e divulgar conhecimento", disse o secretário Jecinaldo Barbosa Satére.


O projeto seguirá em breve para Manaus, onde a inclusão digital representará uma melhora no acesso à rede de energia elétrica em aldeias mais isoladas.

"Não é só inclusão digital que os indígenas querem. Todos precisam de acesso ao saneamento básico, cuidados com a violência, atenção social, saúde e moradia", finalizou Sateré.

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29 milhões de casas vão ter Internet rápida a R$ 9,90

29 milhões de casas vão ter Internet rápida a R$ 9,90

Projeto será lançado em novembro; ministro descarta reativar Telebrás e quer parcerias

O governo federal faz os preparativos finais para lançar, em novembro, seu plano nacional de banda larga. O objetivo é que, em cinco anos, a internet rápida chegue a 29 milhões de residências em todas as regiões do país. O plano seria voltado a famílias de baixa renda e a áreas onde há pouca oferta de sinal para banda larga.

Na semana passada, o governo de São Paulo lançou um programa de internet rápida popular com o preço de R$ 29,90 por mês.


Em entrevista à agência Reuters, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, afirmou que aquele preço pode ser bom para um Estado da região Sudeste, mas é alto para o Norte e o Nordeste. A meta é oferecer o serviço por R$ 9,90, disse Hélio Costa.

O ministro descartou a reativação da estatal Telebrás para administrar o programa. "Esse projeto não pode ser tocado por uma única empresa, e, neste momento, não há uma companhia no Brasil capaz de tocar um empreendimento dessa magnitude." Costa defendeu o modelo de Parceria Público-Privada (PPP) com as operadoras, que incluiria incentivos fiscais e concessões de crédito pelo BNDES. Segundo ele, as empresas também poderiam utilizar parte da estrutura de transmissão de dados do governo, que está ociosa.

Fonte: http://www.destakjornal.com.br/

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Até Ji-Paraná terá Cidade Digital

O deputado estadual Jesualdo Pires e o Presidente da Câmara de Ji-Paraná, vereador Nilton Cezar Rios, tiveram a confirmação nesta quinta-feira (22) de que a cidade de Ji-paraná foi incluída entre os municípios que receberão o Programa Federal Cidade Digital. A boa noticia foi passada pelo deputado federal Mauro Nazif que esteve no Ministério das Comunicações tratando da vinda do programa para a cidade.

O programa prevê para o município, em toda a sua área urbana, uma infra-estrutura de telecomunicação que permitirá ao munícipe o acesso sem custo à grande rede.

O Cidade Digital oferece “internet gratuita a toda a população, bastando o contribuinte estar em dia com suas contas de IPTU e ISS, porque para se inscrever no programa o cidadão não pode ter pendências administrativas ou tributárias com o Poder Executivo. A internet é disponibilizada com conexão banda larga na velocidade de 64 kbps e operando na frequência de 2.4 Ghz. O cidadão para usufruir do programa deve possuir computador com sistema operacional compatível (Windows 2000/Xp/Vista Mac ou Linux) e ter o Kit que é composto por antena, cabo, placa ou adaptador usb na frequência de 2.4 Ghz.

Segundo Jesualdo Pires, o interesse ao programa surgiu pela facilidade em que o cidadão terá para ser beneficiado. Pra se inscrever é necessário apenas RG e CPF do munícipe e um comprovante de endereço do imóvel onde será instalada a internet.

“Conversamos com o deputado Mauro Nazif que já está preparando toda a documentação necessária para enviar à prefeitura de Ji-Paraná para implantarmos o programa, que será importante para ampliarmos o processo de inclusão digital em nossa cidade”, ressaltou Jesualdo.

Em reunião realizada entre o vereador Nilton Cezar e o Prefeito de Ji-Paraná José Bianco, foi solicitada à prefeitura um estudo de disponibilidade para a instalação do Cidade Digital, uma vez que a intenção é que em Ji-Paraná o Programa também atinja as unidades de saúde, escolas públicas, unidades de segurança (PM E Bombeiros), Biblioteca Municipal e outros.

Fonte: http://rondoniadinamica.com

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Ranking das Cidades Digitais

A Motorola e a Convergencia Research divulgaram nesta terça-feira, 27/10, os resultados do Ranking Motorola de Cidades Digitais. A pesquisa, que começou a ser feita há um ano, avaliou o nível de digitalização de 150 cidades, em 15 países da América Latina.

São Paulo foi considerado o município mais digital da região por destacar-se com seu e-governo, pelos serviços que presta aos cidadãos pela internet; compromisso com a inclusão digital e pelas aplicações de tele-saúde e tele-segurança.

Já a cidade de Salvador (BA) ficou com o 12º lugar, tendo como destaque o uso da tecnologia nas áreas de saúde e educação. Os municípios de Mérida e Chihuahua, do México, e San Luis, da Argentina, foram eleitos em segundo, terceiro e quarto lugar, respectivamente.

O estudo levou em consideração a infraestrutura, os serviços, e-binding e o compromisso assumido com a redução da desigualdade digital, assim como o emprego de tecnologias de informação e comunicação (TICs) entre os cidadãos, empresas e outras instituições públicas.

O Ranking Motorola de Cidades Digitais, elaborado pela consultoria Convergencia Research, é o primeiro estudo desse tipo em toda a América Latina e visa conhecer o nível de digitalização dos municípios escolhidos.

Durante a primeira etapa, foram avaliados, entre outros fatores: infraestrutura de banda larga; número de usuários de internet no município; e os diferentes tipos de projetos e tecnologias utilizados para oferecer acesso.

No ranking, cidades como Santiago, no Chile, ficou na sétima posição, Bogotá, Colômbia, em oitavo lugar, e Buenos Aires, Argentina, em décimo primeiro. A cidade do México ficou em 18º lugar, revelando que as capitais perdem em projetos de inclusão para municípios do interior.

Outras cidades brasileiras que se registraram para participar do Ranking Motorola foram: Camaçari (RJ), Elói Mendes (MG), Foz do Iguaçu (PR), Itanhaém (SP), Japeri (RJ), Jaú (SP), Lajeado (RS), Mangaratiba (RJ), Osasco (SP), Pedregulho (SP), Poços de Caldas (SP), Quadra (SP), Quatis (RJ), Rincão (SP), São José do Vale do Rio Preto (RJ), São João de Meriti (RJ), Senador Salgado Filho (RS) e Tauá (CE).

“Ficamos entusiasmados com o grande número de cidades inscritas. Esta pesquisa nos mostrou que o processo de digitalização é uma tendência solidamente enraizada na América Latina, que continua avançando para reduzir a brecha digital e para consolidar a tecnologia como um serviço básico, sendo que futuramente esta será tão indispensável como a energia elétrica e a água potável”, afirmou Manuel Moreno, gerente de Marketing de Banda Larga Sem Fio da Motorola.

A pesquisa avaliou o nível de digitalização da administração pública, dos cidadãos e das empresas mediante a análise dos componentes de infraestructura (acesso aos serviços de telecomunicações e dispositivos), serviços (e-governo, tele-saúde, tele-segurança, tele-educação), e-binding (emprego da tecnologia com finalidades econômicas, produtivas e de relações sociais) e compromisso com a inclusão digital (políticas como telecentros, redes sem fio gratuitas, alfabetização digital e financiamento de dispositivos).

O estudo foi finalizado com a observação dos parâmetros de relacionamento classificados em: presença, usabilidade, informação, transparência, interação, transação e participação. São Paulo ficou com a primeira colocação porque a cidade propõe, por meio de seu portal Web, uma série de serviços aos seus cidadãos cujos níveis mais destacados são Informação, Interação, Transação e Transparência.

Segundo os dados levantados, 100% dos hospitais e escolas municipais de níveis inicial, primário e secundário, têm conectividade à Internet de banda larga pela rede da Prefeitura de São Paulo e as políticas de redução de desigualdade digital e social, com foco na inclusão, diferenciam a cidade das demais inscritas no ranking.

Foram abertos 300 telecentros, por exemplo, que oferecem treinamento e acesso à Internet gratuito para todos aqueles que não dispõem de outra alternativa e atendem a 1,5 milhões de pessoas por ano. Os telecentros estão localizados em bairros de altos níveis de pobreza e há também locais exclusivos para pessoas com deficiências. Como parte da política de inclusão digital, foram financiados equipamentos de computação para 3 mil cidadãos no primeiro semestre de 2009.

De acordo com o estudo, as empresas paulistas utilizam o website da prefeitura principalmente para buscar informações, sendo que 49% das buscas são relacionadas a trâmites no geral e 41% são para fazer download e preencher formulários.

Outras formas de vinculação com a administração pública são a busca de informações sobre instituições de saúde do município (26%); informações sobre capacitação e cursos oferecidos pelo município (35%), consultas on-line a bibliotecas (15%), busca de informações sobre segurança (20%) e busca de informações sobre antecedentes criminais e delitos (18%).

Do total, 9% dos indivíduos têm ligado para o número de emergências pelo menos uma vez no último ano. Os cidadãos consideram que seria proveitoso para São Paulo contar com espaços onde possam acessar a Internet de forma gratuita (43%) e realizar mais trâmites com a Administração pública em forma on-line (22.6%).

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Explicando o que é Cidade Digital

Explicando o que é Cidade Digital

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Emergentes precisam acelerar crescimento de banda larga, diz ONU



Emergentes precisam acelerar crescimento de banda larga, diz ONU

GENEBRA (Reuters) - Países emergentes podem acabar perdendo a chance de se beneficiar das tecnologias de informação devido à falta de estrutura para banda larga, afirmou uma agência das Nações Unidas (ONU). A falta de acesso rápido à Internet priva esses países da possibilidade de desenvolver uma indústria de serviços terceirizados, afirmou a agência de comércio e desenvolvimento da ONU, Unctad.

Fonte: http://g1.globo.com

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Projeto BH Digital


O ministro das Comunicações, Hélio Costa, fala durante cerimônia de inauguração pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva do novo ponto de acesso gratuito à internet para a população em Belo Horizonte, garantido pelo Projeto BH Digital, parceria do Ministério das Comunicações com a prefeitura da cidade.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou nesta quarta-feira, 21 de outubro, em Belo Horizonte, um novo ponto de acesso gratuito à internet para a população, por conta do Projeto BH Digital, parceria do Ministério das Comunicações com a prefeitura da cidade. O termo que transformou a capital mineira em Cidade Digital foi assinado pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, e pelo prefeito Márcio Lacerda. O Projeto BH Digital permite que a população acesse internet em banda larga sem fio gratuitamente e conecta à rede mundial de computadores cerca de 400 órgãos públicos, associações, entidades e ONGs.

(Foto: Fabrício Fernandes/Ascom/Ministério das Comunicações)

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Internet via rede elétrica PLC - já estão de olho!

A aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para disponibilizar acesso de internet de alta velocidade (banda larga) está seduzindo concessionárias de energia, como Celg e CEEE, ao mesmo tempo em que tornou o setor um terreno fértil para fornecedores como Sagem e Nokia Siemens. Todas estão de olho nas oportunidades de negócios da utilização da tecnologia Power Line Communications (PLC), que viabiliza a banda larga com conexão na tomada.

A empresa francesa Sagem Communications, especializada na fabricação de modems e equipamentos para conexão via PLC, por exemplo, pretende investir cerca de 2 milhões de euros no próximo ano no Brasil. Marcel Briant, diretor-geral da companhia para o Mercosul, explica que a experiência da Sagem no mercado de energia, fabricando medidores digitais com sistemas de conexão sem fio, reforça a posição da empresa no mercado de equipamentos de PLC. "Este ano, o PLC vai se tornar uma aplicação apenas para transmitir internet, mas em breve servirá para conectar sistemas de todos os ambientes de uma casa", explicou o executivo.

De acordo com Briant, há três anos a companhia vem direcionando maiores investimentos ao País, interessada, especialmente, nos mercados de banda larga e de TV digital. "Este é um ano de assentamento das nossas operações, de colocarmos nossos produtos no mercado. O próximo ano será de colheita de resultados, principalmente na área de banda larga", revelou.

Para atender à futura demanda por produtos que se conectem à tecnologia PLC, Briant afirma que a companhia continuará a utilizar a estrutura da fábrica da Siemens Enterprise, localizada em Curitiba (PR), já que o grupo francês de investimento Gores é controlador de ambas as empresas. "A princípio utilizaremos esse recurso, mas não nos limitaremos a isso. A idéia é trabalhar com processos de terceirização", argumentou o executivo.

A expectativa da Sagem é de que até 2012, o faturamento da companhia atinja cerca de 30 bilhões de euros na região que gerencia (Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile). Para este ano, no Brasil, a expectativa é de crescimento entre 20% e 25%. "Estamos trabalhando com as empresas de energia, apresentado nossas soluções", disse.

Hermano Pinto, diretor de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da Nokia Siemens para a America Latina, explica que a companhia já possui equipamentos para atender a esta demanda no Brasil, que estão sendo trazidos dos Estados Unidos e dependem da homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). "Sentimos um interesse das operadoras de energia em entender um pouco mais dos conceitos da tecnologia e também estamos fazendo trabalho de prospecção", explicou o executivo.

Energia

Diante da movimentação do mercado de PLC, a Companhia Estadual de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul (CEEE) está com planos de criar um braço de telecomunicações para alugar sua rede. "Esperamos ter um estudo pronto até o fim do ano, e até 2010 a empresa deve começar a funcionar", disse Sergio Camps de Morais, presidente da empresa. A companhia gaúcha planeja investimentos de R$ 60 milhões, entre este ano e o próximo, para acrescentar mais 1.300 km de fibra ótica em suas operações.

A Companhia de Energia do Estado de Goiás (Celg), por sua vez, criou, no ano passado, seu braço de telecom, a Celg Telecom, que já proporciona uma economia de cerca de R$ 2 milhões à empresa. Nos últimos dois anos, a companhia investiu R$ 18 milhões em infraestrutura de telecomunicações, construindo diversos tipos de redes, além de uma infraestrutura de fibra ótica com 614 km de extensão, que abrange cerca de 17 municípios e pode ser expandida para todo o estado futuramente.

A AES Telecom, braço do grupo AES Eletropaulo, investiu cerca de R$ 20 milhões em seu projeto de testes para o PLC, e deve colocar seu produto na prateleira até o fim deste ano. E a Companhia Paranaense de Energia (Copel), que tem a Copel Telecom, direcionou cerca de R$ 16,6 milhões do seu orçamento à divisão de telecomunicações.

A aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para disponibilizar acesso de internet de alta velocidade (banda larga) está seduzindo concessionárias de energia, como Celg e CEEE, ao mesmo tempo que faz do setor um terreno fértil para fornecedores como a francesa Sagem e a Nokia Siemens. A Sagem, especializada na fabricação de modems e conexões via PLC, deve investir cerca de 2 milhões de euros no próximo, ano no Brasil.

A Nokia Siemens também aposta no mercado para expandir sua atuação no País, e afirma que está pronta para atender à futura demanda, com equipamentos importados dos Estados Unidos.

http://www.dci.com.br/

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O Brasil é o quinto do mundo em celular e internet

O Brasil já é o quinto maior mercado do mundo para celulares e internet, segundo dados divulgados ontem pela Organização das Nações Unidas. Em termos de penetração dos serviços, porém, o País ainda está distante dos líderes.
Uma outra constatação do estudo da ONU é de que mais da metade da fabricação e exportação de bens de tecnologia hoje ocorre nos países em desenvolvimento. Mas o Brasil é deficitário nesse setor - as exportações do País não chegam a 1% das vendas anuais da China ao mundo.

Segundo os dados da ONU, o País somou ao final de 2008, 150,6 milhões de celulares. Em 2003, eram 47 milhões. Dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mostram que esse avanço é ainda maior. Em setembro, o número de celulares no País já chegou a 166,1 milhões.

A liderança nesse ranking, em números absolutos, pertence à China e à Índia, com suas populações de mais de 1 bilhão de pessoas. A China tinha 641 milhões de celulares ao final de 2008, mais que o dobro da taxa de 2003. Na Índia são outros 346 milhões. Os dois países ultrapassaram os Estados Unidos, com 270 milhões de celulares. Já a Rússia tinha em 2008 187 milhões de celulares.

Em termos de penetração do serviço, porém, a taxa é menos impressionante. O Brasil estava em 2008 apenas na 94ª posição entre os 191 países da ONU, com 78 celulares por 100 habitantes. Pelos dados da Anatel, esse número chegou, em setembro, a 86,6 celulares por 100 habitantes. Em alguns países, esse índice já havia chegado, no ano passado, a 2 celulares por habitante.

O estudo indica ainda que o setor de celulares conseguiu enfrentar de forma positiva o período mais difícil da crise global. A expectativa é chegar ao final do ano com 4,9 bilhões de celulares no mundo. No final de 2008, eram 4 bilhões.

INTERNET
O Brasil também se tornou em 2008 o quinto maior do mundo, em termos absolutos, em acesso à internet. Eram 50 milhões de brasileiros com acesso à rede ao final do ano passado. Em 2003, esse número era de 19 milhões.

A líder nessa área também é a China, com 298 milhões de pessoas com acesso à internet. Há seis anos, o número era de 77 milhões. Nos Estados Unidos, são 190 milhões. Na Índia, com mais de 1 bilhão de habitantes, o acesso está garantido para apenas 57 milhões de pessoas.

Mais uma vez, em termos proporcionais à população, o Brasil ocupa um lugar modesto no ranking. O estudo mostra que 25% da população brasileira tem acesso à rede, o que faz do País o 76º colocado em termos proporcionais. Em vários países europeus, mais de 60% da população já tem acesso à rede.

A disparidade nesse campo ainda é profunda. Mais da metade da população dos países ricos já está conectada. Nos países em desenvolvimento, a média é de 15%. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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Desbloqueando a velocidade do Vivo 3G

Você deve estar perguntando o seguinte: Como assim, desbloqueando limitação do ilimitado?

A resposta é bem simples, a Vivo, vende seu plano 3G ilimitado por R$119,00, mas não passa de uma grande farsa, o plano tem um limite de 2GB de tráfego mensal, e ao passar esse limite, eles reduzem sua velocidade em até 90%, e em alguns casos a velocidade fica mais que ridícula, como é o caso do João Cadidé blogueiro que reclamou que a velocidade do seu download chegou a 443 B/s

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Isso é uma vergonha, e todos reclamam e a vivo afirma não poder fazer nada, mas eu descobri que tem como “solicitar o bloqueio da limitação de velocidade”, e parece que muita gente conseguiu solicitar esse tal “desbloqueio”.

A descoberta disso tudo é do “Luis Negreiros” quem em um post do forum da Info, ele relata que descobriu que o “O CLIENTE PODE SOLICITAR O BLOQUEIO DA LIMITAÇÃO DE VELOCIDADE DO SERVIÇO 3G”.

O Fernando M. Areias do Blog Liberdade Telefonica com essas informações, criou um método para conseguir esse desbloqueio de banda apenas ligando para a Vivo, veja como fazer seguindo os passos:

1. Primeiro ligue no *8486 digite 9 para falar com um atendente.
2. Depois relate brevemente seu problema. Aguarde um pouco, para ouvir a explicação inevitável
3. Diga que não aceita o bloqueio e irá efetuar o cancelamento do serviço caso o atendente não possa fazer o desbloqueio. Peça para que o transfira para a Ouvidoria imediatamente. Seja incisivo.
4. Seja paciente. Quando a ouvidoria atender, após sua longa espera, diga exatamente isso:

Não fui informado no ato da contratação sobre tal limitação no plano 3G Ilimitado e segundo o PROCON posso solicitar o bloqueio da limitação de velocidade do serviço. Se não for possível efetuar o bloqueio da limitação, desejo fazer o cancelamento do plano.

5. Antes de desligar diga que você quer registrar uma reclamação sobre esta limitação. Peça para que a atendente insira o número 2009431956152 que é do meu protocolo onde reclamo e argumento sobre tal limitação. Depois poste aqui o seu protocolo!!!

Pronto, provavelmente o desbloqueio será imediato, mas não vá comemorando, segundo a atendente Elaine Ferreira da Ouvidoria Nacional o desbloqueio só será válido por 20 dias, diferente do que disse o PROCON ao nosso amigo Luis Negreiros, que o cliente não sofreria mais tal restrição.

Caso o bloqueio volte em 20 dias, repita o processo ou abra um processo judicial contra a Vivo, afinal, você tem todo direito, pois ficar pagando R$ 119 reais por algo que não foi o que você comprou não é justo!

EXIJA SEUS DIREITOS!

Fonte WebDicas

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Internet gratuita em Marília deve sair no ano que vem

Internet gratuita para a cidade deve sair em 2010
Projeto está pronto e aguarda escolha de empresa para começar a operar

O projeto de inclusão digital, através de internet ilimitada e gratuita, sugerido no começo do ano pelo Centro de Processamento de Dados da Prefeitura Municipal está pronto e aguarda apenas o trâmite legal para iniciar as atividades.

De acordo com o coordenador do CPD, William Marchetti, a intenção do município era entregar ainda este ano o projeto, porém vai depender do processo licitatório.Como não há data prevista para a escolha da prestadora de serviço e isso deve adiar o começo da operação.


O sistema funcionará com base na instalação de antenas e a cobertura do sinal será via rádio. O interessado deverá solicitar a liberação do sinal e não pagará nada pelo serviço.

A velocidade será entre 64 à 128 KB, inferior às oferecidas por provedores de banda larga com alta velocidade. “O projeto é destinado a inclusão digital para toda sociedade, e não concorrer com empresas privadas”, explica William.

Também está incluso no projeto a integração de dados entre as escolas de Marília. Todas as 50 escolas municipais e 46 estaduais estão integradas no sistema. Todo o sistema escolar mariliense possui laboratório de informática destinado à seus alunos, com professores e estagiários vinculados à área de informática.

“Aqueles que não tem acesso doméstico à rede virtual, poderão utilizar os serviços disponibilizados pela Prefeitura ou Estado, como o Tele-Centro e o Acessa São Paulo”, finaliza William.

Fonte: http://www.diariodemarilia.com.br/

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Cidade Digital – Desenvolvimento Econômico e Social

Foi aberta oficialmente a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no Município de Anápolis/GO, no Auditório do SENAI, às 9 hs.

Desta forma, nesse momento, ocorrem as palestras envolvendo o tema “Cidade Digital – Desenvolvimento Econômico e Social”.

O palestrante Maurício Williamson, consultor guia das Cidades Digitais, ressaltou que para a implantação de uma Cidade Digital deve existir uma intenção política e uma mobilização da sociedade.


A utilizacão da cidade digital no desenvolvimento econônico e Social proporciona a oportunidade que Governo Local, o Setor Privado e Comunidade Local possam trabalhar juntos para aumento da economia local, gerando políticas e empreendimentos.

Uma das propostas de desenvolvimento local que contribuem com a implantação da Cidade Digital é assegurar que os investimentos sejam voltados para os negócios da cidade; desenvolver políticas de inclusão social, dentre outras.

O primeiro ator da proposta da Cidade Digital é o próprio governo local, onde todos os serviços dos municípios possam estar integrados.

A proposta também é integrar a zona rural com a zona urbana.

Uma interpretação distinta seria Munícipio Digital, pois devemos atender a todos os cidacãos, inclusive os da zona rural.

Na palestra do Samuel Lauretti, da WxBR Sistemas de Telecomunicações, foi apresentada uma tecnologia para acesso à Internet que apresenta uma melhor velocidade de acesso.

Dessa foma, prosseguem as palestras com a próxima do Representante da VELOMAX e do Programa Anápolis Digital, apresentando projetos de relevância com o Escol@ em Rede, Revista Anápolis Digital, Espaços Digitais, SIGE, Blog SEMECT, Site Educação, Site Diretoria de Ciência e Tecnologia, dentre outros.

Quem interessar em saber mais, pode continuar acessando o blog, que manterá as notícias atuais sobre a Semana ou participar dos eventos da SNCT. Veja a programação!

Lembrando que ocorrerão eventos até o dia 26/10, como Batismo Digital, Planetário, Salão de Ciência e Tecnologia, Continuação do V Simpósio no dia 23, dentre outros.

[Fonte]

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A reforma agrária Digital vai acontecer?

Via Muito pelo Contrario:
O que os demais estados estão esperando? Banda larga é a “nova reforma agrária“.

No caso de SP acho que o preço ainda está salgado, mas a concorrência vai fazer ele cair (espero). No meu caso já pago R$ 49,90 por 2 Megas. Mas a desoneração é sempre uma boa. Não dá pra ficar contra.

O Internet para Todos é complementar e deve agir como “empresa sombra” das teles. Ajuda o Governo a negociar contratos e a atingir areas pobres e distantes que possuem baixa viabilidade econômica para o mercado.

A classe mais pobre descobriu a banda larga, a tv em pouco tempo será passado. Mas desonerar é a parte mais importante na construção de uma sociedade da informação.

O Santanna precisa de mais apoio dentro e fora do Governo. Pois num incrivel coincidência está sendo atacado por todos os lados (sincronicidade é isso).

Clipping abaixo. Mais no Teletime News, que faz a melhor cobertura do assunto.

Pará terá Internet popular sem ICMS

Pará terá Internet popular sem ICMS

Convênio publicado no Diário Oficial da União do dia 08/04/09, pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) autoriza os Estados do Pará e São Paulo e o Distrito Federal a concederem isenção de Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) na prestação de serviço de comunicação referentes ao acesso à internet por conectividade em banda larga prestadas no âmbito do Programa Internet Popular.

“O Programa Navega Pará constitui-se no maior programa brasileiro de inclusão digital, sendo que a adesão do Pará a este convênio possibilita que a internet torne-se muito mais acessível a nossa população”, afirma o secretário da Fazenda, José Raimundo Barreto Trindade. A Sefa vai publicar decreto regulamentando o benefício.

Isenção

O convênio garante a isenção do ICMS no serviço de internet banda larga prestada no âmbito do Programa Internet Popular. O benefício está condicionado a que a empresa prestadora forneça, incluídos no preço do serviço, todos os meios e equipamentos necessários à prestação do serviço; o preço referente à prestação do serviço não ultrapasse o valor mensal de R$ 30,00 ; o tomador e a empresa prestadora do serviço sejam domiciliados no estado do Pará.

TELETIME News – Estado de São Paulo regulamenta isenção de ICMS para banda larga popular

Estado de São Paulo regulamenta isenção de ICMS para banda larga popular
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 13h45


O governador José Serra, de São Paulo, anunciou na manhã desta quinta, 15, durante a Futurecom, o decreto que isenta os serviços de banda larga do ICMS em pacotes de menos de R$ 29,80. A velocidade mínima exigida é de 200 kbps e a máxima, de 1 Mbps. O serviço precisa incluir, nesse valor, o modem e o provedor de acesso. Segundo o governador José Serra, o governo trabalhou com um preço médio de R$ 50 para os serviços de banda larga nessa configuração. Dos R$ 20 conseguidos de redução, metade representa o desconto de ICMS e a outra metade é redução de margem das empresas.

A desoneração está disponível para qualquer operador e para qualquer consumidor, mas o alvo é, naturalmente, a população de baixa renda. Segundo Serra, há no Estado de São Paulo 2,5 milhões de pessoas com computador mas que não têm acesso banda larga. Dessas, 690 mil não usam sequer o acesso discado. Como a isenção é para novas assinaturas, não existe perda de receita para o estado. Segundo o governador, o objetivo do projeto é permitir às pessoas acesso à informação, independente do crescimento econômico que isso possa gerar. “Com certeza, uma iniciativa como essa não diminui o PIB, então o resultado para nós é sempre maior ou igual a zero”.

A desoneração não incide sobre toda a cadeia, ou seja, a compra do modem pela operadora e a remuneração do provedor de acesso pagam ICMS e esse custo é assumido pelas empresas.

As operadoras não podem exigir fidelidade ao plano, mas está prevista a possibilidade de cobrança de R$ 100 no caso da migração de outros pacotes para o pacote popular, uma taxa de R$ 100 para reinstalação se solicitada antes de 12 meses após o desligamento e R$ 50 pela assistência técnica em caso de defeito causado pelo usuário.

TELETIME News – Para Santanna, críticos do plano de banda larga são “órfãos da telefonia”

Para Santanna, críticos do plano de banda larga são “órfãos da telefonia”
quinta-feira, 15 de outubro de 2009, 21h58


A primeira declaração pública do secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, desde que foi desautorizado pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, a falar como porta-voz do governo sobre o Plano Nacional de Banda Larga colocou ainda mais lenha na fogueira que se tornou o projeto.

Santanna, que diz apenas apresentar a sua visão sobre o que pode ser o plano, e não a do governo, aproveitou o último painel do segundo dia da Futurecom para rebater críticas à sua ótica do que deve ser privilegiado na inclusão digital.

As críticas partiram basicamente de Renato Guerreiro, ex-presidente da Anatel; e Juarez Quadros, ex-ministro das Comunicações, que acham que a aposta do governo deve ser a ampliação do governo eletrônico em detrimento da criação de uma infraestrutura pública. Santanna não se conteve no contra-ataque.

“Eu fiquei impressionado com o que ouvi aqui dos órfãos da telefonia. Eu confesso que esperava mais”, provocou o secretário. “Quem diz isso não entende o mundo em que estamos vivendo hoje”, complementou, rebatendo as declarações de que tem sido dada uma importância desmedida para a banda larga.

Cópia

Santanna também reclamou das críticas de que o governo não deve “copiar” modelos de outros países porque eles não funcionaram no Brasil. Essa reclamação vem do fato de que os defensores do plano voltado para infraestrutura se apóiam em projetos como o que vem sendo tocado na Austrália. “Nós estamos de fato com a turma das antigas aqui, com os órfãos das teles que acham vamos fazer Internet pelo telefone”, protestou. “Por acaso a privatização foi criada aqui? Não, né? Foi copiada de alguém”.

O secretário disse que não é contrário a uma política de governo eletrônico, mas essa estrutura de serviços depende de uma série de ações de unificação e sinergia de redes e bancos de dados que precisa ser feita de forma bem planejada. A meta de sua defesa para uma rede pública de banda larga é garantir que haja competição e, com isso, ampliação da possibilidade de acesso pelo cidadão à Internet e, consequentemente, a serviços de e-gov.

Para Santanna, é essencial uma ampliação da banda larga para as classes mais baixas porque hoje a grande gama de serviços e-gov acaba sendo para as classes altas. “Como o serviço de declaração de imposto de renda pela Internet, porque é rico que paga imposto de renda neste país”, exemplificou.

Priorizar simplesmente os serviços de governo eletrônico, como defendido pelo Minicom, é “até um desrespeito com os trabalhos dos municípios”, segundo o secretário, que avançaram na construção de cidades digitais e na oferta de serviços públicos para a população.

Atrito

As críticas à visão de Santanna não partiram apenas dos consultores presentes no debate. O jornalista colunista do Estado de S. Paulo, Ethevaldo Siqueira, fez duras críticas à ideia de ressuscitar a Telebrás e de o governo ter uma rede pública de banda larga. O jornalista também reclamou que o secretário do Planejamento não o atendia para dar entrevista sobre sua proposta. O embate entre o secretário e o jornalista acabou arrancando risos da platéia por conta de uma oferta inesperada de Santanna para conceder uma entrevista ao vivo na CBN, onde Siqueira também tem uma coluna semanal, depois de dizer que não se lembrava de ter sido procurado pelo jornalista.

Depois de terminado o painel, Santanna realmente foi até o estúdio da CBN instalado na Futurecom e aguardou por 40 minutos uma possibilidade de entrar ao vivo com o jornalista. No entanto, a rádio manteve a programação e a entrevista acabou não sendo feita.



Depois do embate entre Ministério do Planejamento e Ministério das Comunicações por conta do Plano Nacional de Banda Larga, chegou a vez da Presidência da República apresentar um discurso conciliador das diferentes vertentes sobre o tema. Em apresentação nesta quarta-feira, 14, na Futurecom, o ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência, Daniel Vargas, defendeu a participação das empresas de telecom no projeto, mas apoiou a exploração das redes com viés político-social, como uma ferramenta de geração de concorrência e desenvolvimento regional em pequenas localidades,

“Eu entendo que o Plano Nacional de Banda Larga que vem sendo pensado pelo governo pode representar essa vinculação explícita entre o desenvolvimento das telecomunicações e o desenvolvimento do país”, analisou Vargas. Mas o ministro ponderou que essa iniciativa não significa que o governo agirá “arbitrariamente” no setor de telecomunicações. “Significa apenas que o governo poderá usar as redes públicas para atuar onde é estritamente necessário”, afirmou.

Esses locais “necessários” de atuação estatal seriam pequenas localidades onde não há acesso às telecomunicações, por exemplo. Vargas sugeriu, nesses casos, que o backhaul de atendimento tivesse capacidade de 64 Mbps e não de 8 Mbps, conforme estipulado na troca de metas de universalização que viabilizou a construção desta rede. Esse aumento de capacidade garantiria aos pequenos municípios a mesma transmissão acertada hoje para atendimento das grandes cidades.

Na visão de Vargas, a lógica de um plano de banda larga nacional deve passar também pelo estímulo às demandas locais, mudando o paradigma estabelecido até hoje na regulamentação da universalização dos serviços, onde o crescimento geográfico é o grande parâmetro para a obrigação de atendimento. “Não pode haver um determinismo geográfico para a inclusão digital”.

Outros pontos regulatórios têm sido avaliados pelos grupos de trabalho que avaliam o plano, segundo Vargas, como o unbundling e a regulamentação de operadores virtuais de rede. De qualquer forma, o ministro garantiu que o trabalho que deve ser concluído no início de novembro pelos grupos é apenas o início de um debate, onde o governo levará em consideração a opinião de empresas e da sociedade. “Esse é um assunto que deve ser, e será, o resultado de um amplo debate entre governo, segmento empresarial e a sociedade”, afirmou. O método de estabelecimento desse debate – se por consulta pública, constituição de novos grupos de trabalho ou outro sistema – ainda não está definido.

Fonte: http://muitopelocontrario.wordpress.com/

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Telefônica avalia que pobre só pode ter até 250 Kbps de Banda larga


Diretor de negócios de internet da operadora diz que taxa é cinco vezes acima do que a população estava acostumada a usar, por acesso discado. Quanto aos provedores, a empresa ainda não sabe quem disponibilizará os serviços.

A Telefônica realizou nesta sexta-feira (16/10), no Futurecom 2009, uma coletiva de imprensa para detalhar as ações da empresa, em relação à parceria com o governo do estado de São Paulo e a oferta da banda larga popular. Segundo Fábio Bruggioni, diretor de negócios de internet da operadora, entre as decisões, o serviço estará disponível exclusivamente para os assinantes de telefonia.


Para o executivo, a desoneração tributária ao governo paulista não terá efeito, “porque nunca existiu esse mercado de banda larga, já que as pessoas, no máximo acessavam a internet por dial-up”, diz . Bruggioni também informou que a empresa ainda não realizou um cálculo total em relação ao subsídio estatal, devido a companhia não ter iniciado a venda dos serviços. “A renúncia fiscal não é tanto significativa”, completa.

Quanto a possibilidade de incluir no processo de desoneração outros produtos e, até mesmo serviços para, o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, informou que não houve uma conversa com o governo sobre esse aspecto e que a conversa esteve focada na redução de ICMS sobre os serviços de banda larga. “Avaliamos apenas o acesso à classe C e D”.

Até o momento a Telefônica não concluiu quais os provedores que estarão incluídos no programa de banda larga popular. “Hoje, já existem alguns que trabalham com o Speedy, mas ainda está em aberto”, diz Bruggioni.

No programa de banda larga popular, a operadora decidiu oferecer uma taxa de velocidade com 250Kbps. Bruggioni explicou que a escolha foi baseada em dois aspectos de visão: consumidor e empresa.

Em relação ao consumidor, o executivo diz que o consumidor possui um modelo diferente de acesso, cujo estudo mostra que a classe C e D usa no primeiro ano apenas 40% de internet, aumentando gradativamente. “Antes, eles usavam apenas 56Kbps, com a taxa oferecida são cinco vezes maior. No primeiro momento atende”, completa. Já na questão empresarial, o executivo avalia que a operadora tem preocupações em atender e “derrubar a barreira de entrada na internet rápidal, mas que possa oferecer com qualidade”.

Speedy
Fábio Bruggioni informou que até o final do ano, haverá novas ofertas do Speedy, como prestação de serviços e suporte. Porém, ele não detalhou por causa da falta de alguns acertos contratuais. Desde que reiniciou as vendas dos planos de banda larga, no dia 26 de agosto, a operadora totalizou a venda de 111 mil novas assinatura, sendo 2300 diárias (contando sábado e domingo).

De acordo com um estudo levantado pela Telefônica no estado de São Paulo, 55% da Classe C e D utilizam a banda larga para trabalhos escolares e pesquisa, enquanto que no público A e B, só 40% usam para essa proposta. A empresa também constatou que 60% da população menos favorecida economicamente usam a internet em locais públicos e, desse total, 30% acessam todos os dias.

“Aproximadamente 1,3 milhão de pessoas, clientes da Telefônica, acessam a internet por dial-up. Nossa meta é que entre 12 e 24 meses consigamos atingir a maioria dessas pessoas com o programa do governo”, prospecta Valente.

Fonte: http://www.ipnews.com.br

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Na Finlândia acesso à internet banda larga é grátis e obrigatório

Na Finlândia acesso à internet banda larga é grátis e obrigatório.

O Ministério de Transporte e Comunicações da Finlândia aprovou esta semana uma lei que determina como direito legal a todo cidadão o acesso à internet banda larga. A nova legislação determina que empresas de telecomunicações sejam obrigadas a fornecer serviço com velocidade mínima de 1M. Mais de 5 milhões de finlandeses serão beneficiados até julho de 2010.

Atualmente, 96% da população já tem acesso à internet. A proposta é estender a linha de cobertura até as zonas rurais e cidades mais afastadas. Segundo ministra, a ideia é tornar banda larga de 100MB acessível a todo os habitantes da Finlândia até 2015.

Fonte: http://correio24horas.globo.com/


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São Paulo na contra-mão Banda larga popular chega em novembro

São Paulo na contra-mão Banda larga popular chega em novembro

O serviço de banda larga popular chegará ao mercado paulista em 9 de novembro. Ontem, o governador de São Paulo, José Serra, assinou o decreto que isentou do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) os pacotes de até R$ 29,80.
A velocidade definida pelo decreto é de 200 quilobits por segundo (Kbps) a 1 megabit por segundo (1 Mbps).

"Esse programa tem um potencial de atender 2,5 milhões de computadores", afirmou Serra, durante o evento Futurecom. O número corresponde à soma dos PCs com acesso discado no Estado, que são 1,75 milhão, aos sem acesso nenhum, o restante. "Pelo menos a metade deles deve aderir." Segundo Serra, com a isenção do ICMS, até então de 25%, a população de baixa renda poderá economizar por mês cerca de R$ 20, já que os planos oferecidos pelas operadoras nessa velocidade, em torno de R$ 50, não devem ultrapassar os R$ 29,80 mensais.


A Telefônica já tem um pacote formatado, que lançará no começo do próximo mês. A velocidade é de 250 Kbps, e o pacote inclui modem, instalação e provedor. O consumo é ilimitado, sem cotas, e a cobrança será feita diretamente na conta telefônica. Segundo comunicado da empresa, o plano estará disponível para 501 cidades do Estado, correspondentes a 95% da população paulista.

Outras empresas ainda estudam o decreto. "Há dois anos, a Net já oferece um produto voltado para classes populares, o NetFone.com, que oferece internet, telefonia fixa e canais abertos de TV via cabo por R$ 39,90", informou a Net, em comunicado.

O Estado de São Paulo arrecada cerca de R$ 534 milhões ao ano com o ICMS sobre a banda larga. Serra não mensurou o impacto da medida nos cofres públicos, já que não se sabe quantos usuários se valerão do benefício. "O impacto é nulo se for usuário novo e, se houver migração de plano, a perda deve ser moderada", disse Serra.

Como o Conselho de Política Fazendária (Confaz) já aprovou a isenção tributária para este serviço, outros Estados podem adotar a mesma política de inclusão digital. Serra, no entanto, preferiu não comentar se outros governos adotarão a mesma medida. "Só sei que é um bom negócio", afirmou. As empresas que aderirem ao plano só poderão reajustar preços mediante autorização do Estado. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.


Fonte: AG Estado



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Um terço dos acessos à internet é por banda larga via celular

Com pouco mais de um ano de operação no Brasil, a banda larga pela telefonia celular já corresponde hoje a um terço dos 18 milhões de acessos à internet em alta velocidade do País e a expectativa é de que, já em 2010, ultrapasse o número de conexões pela rede fixa das empresas de telefonia e de TV a cabo, que hoje está em 12 milhões. A previsão de crescimento foi feita pelo superintendente de Serviços Privados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Jarbas Valente, que coordena um programa preventivo para evitar panes na banda larga móvel.


O alerta para possíveis problemas veio principalmente do crescimento acelerado do mercado, que dobrou de tamanho desde o início do ano, chegando a 6,28 milhões em agosto. Esse crescimento levou a Anatel a montar dois grupos de acompanhamento, com a participação das empresas, para avaliar se a expansão das redes estava ocorrendo na mesma proporção.



Valente disse, em entrevista à Agência Estado, que o trabalho dos dois grupos - técnico e estratégico - permite identificar onde estão os gargalos do tráfego de dados, onde existe mais demanda e onde precisa de mais investimento.

Uma reunião de avaliação com os presidentes das operadoras está marcada para 25 de novembro e o foco será o Natal, quando aumenta consideravelmente o volume de acessos, de ligações e da venda de celulares e modens para conexão à internet.

De janeiro até agora, de acordo com o superintendente, as empresas aumentaram em 50% o número de antenas de celulares de terceira geração (3G) para atender o crescimento da demanda por banda larga, chegando a 15.400 antenas, de um total de 45 mil. "A vantagem da telefonia móvel é que, quando uma antena não funciona, a que está mais próxima assume o tráfego", explicou. A estimativa é de que o investimento na ampliação das redes tenha chegado a R$ 4 bilhões neste ano.

Além do aumento do número de modens para conexão móvel, foi detectada também uma elevação no uso da internet pelo brasileiro, acima das médias internacionais. Com isso, as centrais de distribuição do tráfego de dados, que tinham capacidade para 2 Gigabites, foram ampliadas para 8 Gigabites e estão passando para 13 Gigabites. "As pessoas estão baixando arquivos mais pesados, música, vídeos e filmes", afirmou.

De acordo com o plano de prevenção, as empresas estão orientadas pela Anatel a reduzir a publicidade sempre que a demanda ficar próxima da capacidade das redes. A propaganda é retomada, de acordo com a orientação da Anatel, quando a expansão é feita.

A agência reguladora recomendou também às empresas que não usem a mesma estrutura para encaminhar as ligações e as conexões à internet. Se o uso é conjunto, uma elevação na transmissão de dados pode atrapalhar as chamadas telefônicas, provocando queda das ligações e rede ocupada. "Chamamos as empresas e dissemos para não misturar dados e voz na transmissão. Então elas estão separando", assegurou.

A Anatel também vai ampliar o controle da qualidade dos serviços da telefonia móvel, criando três novos indicadores, específicos para a banda larga, no Plano Geral de Metas de Qualidade (PGMQ) da telefonia celular. Esses indicadores vão medir, por exemplo, a velocidade e as quedas na conexão.

Fonte: Estadão

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Acesso a internet custará preço de ligação local em todo Brasil



A Comissão de Infraestrutura do Senado aprovou, em decisão terminativa, o projeto de lei que exige a aplicação da menor tarifa cobrada pelas operadoras para ligações locais, quando as chamadas forem efetuadas a partir de terminais fixos e se destinarem a provedores de acesso à internet.

O projeto (PLS 317/05) determina ainda que o valor pago será estipulado com base em todos os planos de serviços, básicos ou alternativos, independentemente das condições e requisitos de participação ou das regras do plano e levando em conta ainda quaisquer descontos oferecidos pela operadora.

Nos municípios que não têm provedores de acesso à internet, as operadoras deverão garantir às ligações para os provedores a mesma qualidade das demais ligações interurbanas. Quem infringir essas normas poderá ser punido com pena de detenção, de um a quatro anos, ou multa, além de sanções civis e administrativas aplicáveis.

“Não se pode falar em inclusão digital sem acesso universal à internet”, defendeu o autor da proposta, senador Romero Jucá (PMDB-RR), que explica o projeto como uma tentativa de viabilizar a inclusão digital nas pequenas localidades e propiciar a interação dessas comunidades ao resto do mundo nas mesmas condições de que gozam os moradores dos grandes centros urbanos.

Se não houver recurso para votação no plenário do Senado, o projeto segue direto para a Câmara dos Deputados.

Fonte: http://www.convergenciadigital.com.br

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Se previnir contra roubo de senhas na internet


Falta de segurança na internet. Este foi o assunto mais falado durante semana, depois do vazamento de cerca de 30 mil senhas dos serviços de e-mail mais populares da web. O problema começou na última segunda-feira (5), após a confirmação da Microsoft sobre o vazamento de pelo menos 10 mil senhas do Hotmail e MSN. Mas se expandiu e chegou a outros grupos. No dia seguinte, mais de 20 mil contas ficaram comprometidas - agora, envolvendo também o Gmail, Yahoo e outros webmails populares.


Prevenção


Com senhas fáceis, sequências de números, frases feitas, a população é alvo de hackers que utilizam diversas formas de ataque aos usuários.

De acordo com o especialista em segurança Ariel Nigri, da Winco, representante exclusiva da AVG no Brasil, os invasores podem agir de duas formas para roubar as senhas dos internautas. "Eles utilizam a força bruta (quando o hacker tenta acertar com o uso de senhas comuns) e o ataque massivo de spams em que o internauta clica e é infectado", afirmou.

Segundo Nigri há algumas regras para se ter uma senha forte:

- ter no mínimo 8 caracteres;
- o usuário precisa misturar letras, números e símbolos na escolha de uma senha;
- não é indicado o uso de palavras que já existem, pois são fáceis de se descobrir;
- o uso de datas de aniversário são muito comuns e também pode prejudicar os usuários.

Desconfiança

Todos os especialistas procurados pela reportagem advertiram que, muitas vezes, a população é ingênua e não acredita que pode ser infectada.

Para Alexandre Sieira, diretor de operações da Cipher, empresa especializada em consultoria em segurança, a mensagem eletrônica não é uma fonte confiável. "A origem do e-mail nunca vai ser de confiança, ele não é protegido. Na internet, os atacantes podem se fazer passar por alguém conhecido", advertiu.

Alternativas

Além de uma senha forte, há outras formas para evitar a invasão dos serviços. De um jeito simples, é possível deixar as preocupações com as senhas de lado.

"Atualizar frequentemente as senhas, de 30 em 30 dias, por exemplo, já ajuda", disse José Matias, gerente de suporte técnico da MacAfee na América Latina. Segundo o executivo, sistemas bastante utilizados em corporações, que pedem a mudança de senhas é bastante eficaz. Já para Alexandre Sieira, mesmo que seja comum em empresas, os usuários não se acostumam. "Eles veem isso como inconveniente fora do trabalho", afirmou.

Outra alternativa apontada foi a utilização de um programa que possui diversas senhas aleatórias. Nesses casos, o usuário baixa a ferramenta e recebe, de forma gratuita, uma série de senhas complexas e diferentes que ele nem vai precisar decorar. De acordo com Alexandre Sieira, esta é uma escolha. "Nesse caso a senha do programa nunca vai para a internet, fica na sua máquina e é bem mais seguro", explicou.

Fonte: http://www.band.com.br/

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Se tem IPTU em dia, vai ter Internet grátis!

Distante 645 quilômetros do Recife, o município de Trindade, no Sertão pernambucano, usou tecnologia para mudar a realidade da cidade e de seus habitantes. A implantação de uma rede de internet sem fio gratuita provocou mudanças estruturais e sociais antes impensadas. Para ter acesso ao benefício, a única exigência é que os moradores estejam em dia com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).


A iniciativa gerou retorno econômico para o município. Segundo o prefeito, Gerôncio Figuêiredo, desde a implantação da rede, há cerca de três anos, a arrecadação do IPTU aumentou 40%. “Para ter acesso à internet, as pessoas dependiam da conexão discada por telefone ou outro meios mais caros. Por isso, as pessoas se interessaram pelo projeto e passaram a pagar o imposto”, afirma o prefeito.

A ideia da rede sem fio, de acordo com Figuêiredo, surgiu depois de uma parceria do município com o Ministério da Ciência e Tecnologia. “Tínhamos firmado convênio para um projeto e após sua conclusão sobraram recursos. Então, pedimos autorização ao ministério para implantar a internet gratuita”, conta. O investimento inicial foi de pouco mais de R$ 40 mil. Hoje, há 450 pontos com acesso e a projeção é que até o fim do próximo ano o número duplique e a velocidade de navegação aumente.

Na avaliação do microempresário Josevânio de Oliveira Souza, dono de uma papelaria e de um banco de pagamentos em Trindade, a mudança foi radical. “A vida dos comerciantes melhorou muito porque agora podemos fazer transações bancárias pela internet, sem precisar enfrentar filas”, diz. E completa: “O progresso chegou à cidade. Antes, as pessoas nem sabiam o que era internet. Hoje, comunicam-se com parentes distantes, ficam sabendo de concursos fora da cidade e se inscrevem de casa mesmo.”

INCLUSÃO - Os efeitos da internet foram além da economia e da praticidade. De acordo com o prefeito, a existência da rede na cidade, atraiu universidades a distância. Também possibilitou a implantação de laboratórios informatizados com acesso a internet em todas as escolas municipais da zona urbana do município e duas lan-houses públicas, de onde se pode acessar a internet de graça. “Vemos que com mais informação, a cultura das pessoas começou a mudar. Nossa educação também está mudando. Todos estão mais bem informados, capacitados”, afirma.

Para lidar com a nova realidade, assegura o prefeito, professores serão capacitados para orientar os alunos. Até o fim de 2010 há a previsão de levar a internet às escolas da zona rural.

Fonte: http://ruixcp.blogspot.com/

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O desafio da banda larga

O desafio da banda larga

O Brasil está assumindo o desafio de universalizar o acesso à internet em alta velocidade. O Plano Nacional de Banda Larga está em gestação no Comitê de Inclusão Digital do governo federal e deverá ser apresentado ao presidente Lula por volta do dia 10 de novembro. O projeto vai definir ações de curto, médio e longo prazos para cobrir cerca de 135 mil pontos de acesso, o que poderá custar até R$ 3 bilhões, desde que as operadoras colaborem. Do contrário, a conta poderá ultrapassar os R$ 10 bilhões.

A ideia do governo é utilizar as redes de fibra ótica já existentes de empresas como Petrobras, Eletrobrás e Eletronet. Se o plano der certo, em poucos anos estarão conectados postos de saúde, hospitais, delegacias, escolas rurais e centros púbicos, além de micro e pequenas empresas localizadas em áreas que nunca despertaram o interesse das operadoras de telecomunicações.

"O desenvolvimento econômico tem provocado uma demanda sempre crescente por serviços de internet. É preciso levar esses serviços aonde eles ainda não existem ou são de má qualidade", defende o vice-presidente do Comitê de TI e Telecomunicações da Câmara Americana de Comércio (Amcham Recife), Sandro Alves.

Segundo o executivo, o Brasil precisa dessa interiorização sob pena de inchar ainda mais os grandes centros urbanos. "Para gerar empregos no interior é preciso ter infraestrutura e isso passa necessariamente pela oferta de uma internet de qualidade", completa Alves.

fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br

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Em Campo Bom 800 pessoas têm cadastro para acessar internet sem fio


É intensa a procura por cadastros ao programa W-Wireless, a Internet grátis de Campo Bom, que foi iniciado na ultima quinta-feira. Nos quatro primeiros dias de atendimento ao público, aproximadamente 850 interessados já foram cadastrados para uso do serviço.


O interesse da comunidade em ter uma senha e um login tem resultado em filas diárias no saguão do Centro Administrativo, que recebeu cadeiras extras para acomodar o público (foto). Funcionários de outros setores da prefeitura também tiveram que ser deslocados para a área do protocolo e estão trabalhando no cadastramento das pessoas para agilizar o atendimento.

Quem tem notebook faz uso da antena que já vem no aparelho. Quem não dispõe desse tipo de aparelho deve instalar uma antena em sua residência para a recepção do sinal. Cada usuário cadastrado leva para casa um guia com instruções de como efetuar sua conexão.

A técnica em enfermagem Loreci Feltrin, 46 anos, fez seu cadastro esta semana e classificou a iniciativa como democrática. Para ela, essa é uma forma de o município popularizar a entrada da comunidade à rede mundial de computadores. "Muitos não tem condições de pagar um provedor."

Fonte: http://www.diariodecanoas.com.br Foto: divulgação

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Rio que cidade 100% conectada até Olimpíadas de 2016

Projeto diz que será possível usar web a qualquer hora, de qualquer lugar.
Iniciativa propõe ainda parceria com organização voltada à inclusão digital.

O Rio de Janeiro quer ser uma cidade completamente conectada, que ofereça internet sem fio gratuita e de alta velocidade, durante as Olimpíadas de 2016. De acordo com o projeto da candidatura, o objetivo é garantir que os internautas consigam navegar a qualquer hora, de qualquer lugar, quando estiverem na cidade. O nome da sede dos Jogos Olímpicos foi divulgado nesta sexta-feira (2): Rio derrotou Madri, Tóquio e Chicago.


Descrito no projeto, o conceito da cidade conectada é “proporcionar uma ótima experiência para os espectadores através de uma série de equipamentos de comunicação, além de fornecer conexão de alta velocidade para atletas e agências fotográficas”. Por se tratar de uma iniciativa que dependia da escolha da cidade como sede dos Jogos Olímpicos, não foram definidos os tipos de equipamentos oferecidos durante o evento ou a velocidade do acesso.



Ainda de acordo com o documento, o Rio de Janeiro deve expandir e modernizar sua infraestrutura de telecomunicações para garantir que todos os envolvidos no evento possam estar sempre conectados. Além disso, a cidade deve criar plataformas on-line chamadas de “live sites” para que internautas de todo o mundo troquem informações e experiências sobre os Jogos de 2016.

“Acho difícil prevermos agora o tipo de tecnologia para transmissão de dados e os equipamentos que serão utilizados daqui a sete anos. Mas considero fantástico o fato de as tecnologias serem disponibilizadas para a população, principalmente considerando que a internet proporciona uma grande mobilidade de conhecimento”, afirmou ao G1 Alexandre Cardoso, secretário de Ciência e Tecnologia do Rio.

Segundo Cardoso, até 2010 toda a área urbana do Estado deverá estar coberta pela tecnologia de acesso gratuito e sem fio à internet (Wi-Fi), hoje já disponibilizada em Duque de Caxias, nas orlas de Copacabana, do Leme, de Ipanema e do Leblon, além do Morro Santa Marta e da Cidade de Deus. Em todos esses casos, o acesso é fornecido via antenas presas em postes.

“Não tenho dúvidas de que o conhecimento adquirido com esses projetos trará benefícios [para as Olimpíadas]”, continuou o secretário. “Até 2016 esse acesso gratuito estará disponível para todos, e o debate nos próximos anos passará então a ser o conteúdo oferecido via internet. A TV aberta é gratuita, mas o conteúdo faz com que alguns canais tenham mais audiência que outros”, comparou.

Velocidade

Hoje, em Duque de Caxias, a velocidade total oferecida gratuitamente via Wi-Fi para cerca de 1,5 milhão de pessoas é de 350 Mbps (Megabits por segundo): quanto mais usuários conectados, menor a velocidade disponível para cada um deles. A título de comparação, uma empresa que oferece acesso rápido à web afirma que, com 1 Mbps, é possível baixar um arquivo de música em um minuto e um arquivo de filme em cinco horas.


Foto: Divulgação Rio 2016
Imagem conceitual do Estádio do Maracanã para os Jogos Olímpicos de 2016. (Foto: Divulgação Rio 2016 )

Eduardo Tude, presidente da consultoria de telecomunicações Teleco, afirma que a escolha do Rio como sede dos Jogos Olímpicos pode trazer melhorias para a cidade na área de telecomunicações. Sua ressalva, no entanto, fica justamente por conta da velocidade oferecida para o acesso à web. “O problema não é a cobertura, pois essa estrutura já estará disponível. Mas é importante conseguir uma velocidade satisfatória para navegar”, explicou.



Segundo o especialista, isso poderia ser feito com um investimento temporário, durante o período das Olimpíadas, com o objetivo de aumentar a capacidade de acesso. “É como se você tivesse em sua casa uma internet de 1 Mbps e, quando recebesse visitas por um mês, aumentasse essa capacidade para 5 Mbps. A velocidade sempre será influenciada pela quantidade de pessoas que acessam a rede”, disse Tude.

Também como parte do projeto da candidatura está uma parceria entre o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a Comissão de Candidatura Rio 2016, e o Centro para Democratização da Informática (CDI), que promove a inclusão digital de populações de baixa renda na América Latina. Para serem concretizados, a parceria e seus objetivos dependiam da escolha do Rio como sede dos Jogos 2016.

De acordo com a assessoria de comunicação do CDI, essa união faria com que a organização utilizasse seu modelo pedagógico para que os excluídos digitais utilizassem a tecnologia como ferramenta de informação sobre esportes. A principal meta seria gerar oportunidades para a descoberta e o desenvolvimento de novos talentos na área esportiva.

A parceria estaria baseada na criação de pontos de inclusão digital interligados por uma plataforma virtual com conteúdo de esporte. Dessa forma, os alunos poderiam utilizar as máquinas dos chamados CDIs comunidade para acessar conteúdo ligado aos Jogos Olímpicos. Inicialmente, seriam criados 15 novos pontos de acesso, e cinco CDIs comunidades já existentes ganhariam esse foco esportivo.

Existe ainda a ideia de aproveitar o legado tecnológico das Olimpíadas, utilizando os computadores do evento olímpico nos espaços de inclusão digital do CDI.

Críticas

Para Ruy Bottesi, presidente da Associação dos Engenheiros de Telecomunicações (AET), as propostas descritas no projeto de candidatura são muito triviais. “Não há novidades, falta apresentar o que o Rio pretende mostrar em 2016 em termos de inovação tecnológica. Do jeito que está, parece que pegamos a tecnologia de 2009 e levamos para um cenário existente daqui a sete anos”, afirmou o especialista ao G1.


Segundo ele, os órgãos brasileiros voltados à tecnologia deveriam aproveitar a oportunidade para mostrar que o Brasil tem competência quando se trata de inovação. “É preciso um plano tecnológico que impressione. Expansão de rede e Wi-Fi não satisfazem mais, seria necessário algo de maior envergadura”, defendeu Bottesi.


Ele deu exemplos, citando formas de pagamento e transferências financeiras via telefone celular. Ou videoconferências também realizadas por meio de aparelhos portáteis. “Temos que usar como exemplo países como a Coreia do Sul, a Austrália e o Japão, que impressionam quando falamos em novas tecnologias. Se não temos essa visão de futuro, temos de seguir o caminho dessas nações, pois isso incentivará a vinda de outros eventos de grande porte para o Brasil”, concluiu.

Fonte: G1

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Pitangueiras já tem 100% área urbana e 80% da zona rural coberta por Internet grátis

Cerca de 10% dos moradores de Pitangueiras, município de 2.800 habitantes a 70 quilômetros de Maringá, estão na era digital. O programa Cidade Digital, implantado em junho pela prefeitura, leva internet gratuita e sem fio a toda a área urbana e 80% da zona rural.

O sucesso do programa fez da pequena Pimenteiras um modelo de inclusão digital. Mais de 20 prefeituras demonstraram interesse em conhecer o sistema. “Fomos procurados por prefeituras de Alagoas, representantes das prefeituras de Andradas (MG), Ribeirão Preto e São José dos Campos (SP) e até de Itabuna (BA) fizeram contatos”, diz o prefeito Cristovon Videira Ripol (PDT).

Segundo ele, o número de usuários é altamente satisfatórios. “Tínhamos uma perspectiva inicial de, em quatro anos, chegarmos a 400 pessoas acessando gratuitamente a internet, mas em pouco mais de três meses cadastramos 270”.

Os moradores que não têm computador também fazem parte do programa de inclusão digital, pois podem ter acesso gratuito nos dois telecentros, na sala de informática da Biblioteca Cidadã, na escola de informática e em todas as escolas da cidade.

Para a instalação de quatro antenas que permitem a cobertura do sinal, com tecnologia sem fio, em toda a área urbana e mais uma na zona rural, a prefeitura investiu R$ 23 mil. “Menos que o custo de um carro popular”, brinca o prefeito. A administração municipal paga R$ 4.500 por mês a um provedor.

Fonte:http://www.odiariomaringa.com.br

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Internet gratuita pelo programa Cidades Digitais será destinada a ambientes públicos

Meta do Ministério das Comunicações é conectar repartições e espaços abertos à comunidade de 160 municípios

Brasília – O governo federal quer ampliar o programa de inclusão digital, levando conexão gratuita a espaços públicos e repartições da administração em pelo menos 160 cidades. A meta foi fixada pelo Ministério das Comunicações para o programa Cidades Digitais.

Nesta quinta-feira, 1º de outubro, o coordenador de Projetos Especiais do ministério, Carlos Paiva, participou do 1º Fórum Nacional de Cidades Digitais, Banda Larga e Desenvolvimento Econômico e Social, que acontece no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília. Ele falou no painel “O papel dos governos como formuladores de políticas públicas para a implantação de Cidades Digitais”.


Paiva explicou as características do projeto Cidades Digitais. E reiterou que a meta não é levar internet banda larga às residências da população gratuitamente. “O governo vai levar conexão e infraestrutura de banda larga via hot spot a órgãos públicos, telecentros, associações e demais espaços públicos de grande fluxo”, explicou.

O coordenador destacou a realização de audiência pública no Ministério das Comunicações, realizada em 30 de setembro, quando empresários e técnicos do governo debateram o edital de licitação do programa. A publicação do edital tem previsão para o final de outubro.

O projeto vai dotar, inicialmente, 160 municípios brasileiros com internet de alta velocidade em todos os estabelecimentos públicos – escolas, postos de saúde, hospitais, delegacias, prefeituras, bibliotecas – além de oferecer acesso gratuito à internet em espaços abertos à população, as chamadas “praças digitais”. O orçamento estimado para o projeto é de R$ 100 milhões.

O 1º Fórum Nacional de Cidades Digitais será encerrado nesta sexta-feira, 2 de outubro, com a participação de representantes de órgãos federais, estaduais, municipais e de executivos de empresas do setor de telecomunicações. O objetivo do evento é debater políticas públicas para a implantação do programa Cidades Digitais no Brasil.

Giselle Guedes – ASCOM/Ministério das Comunicações


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Internet grátis em Cascavel



Distritos de Cascavel ganham internet grátis

Sistema wireless, criado pela prefeitura local, deve ser ampliado para todo o município.

A prefeitura de Cascavel pretende concluir até o fim deste mês a instalação do sistema de internet sem fio gratuita nos seis distritos do município. Desde o mês passado, os distritos de Sede Alvo­rada e Espigão Azul já contam com o serviço do programa Cascavel Digi­tal. Para colocar o sistema em funcionamento foram investidos R$ 243 mil com a contratação, por um ano, de uma empresa responsável pela distribuição do sinal. A prefeitura pretende gra­­dativamente levar o serviço para todos os bairros da cidade.


A prefeitura optou por iniciar a implantação do sistema pelo interior devido a dificuldade de conexão na zona rural. Pontos de interconexão são instalados em cada distrito. Para ter acesso é necessário fazer um cadastro no Depar­ta­mento de Informática da Prefei­tura. O internauta recebe um no­­me de usuário e uma se­­nha e pode fazer a conexão. Num raio de 300 metros da antena re­­petidora do sinal é possível fazer a conexão de qualquer computador, desde que o usuário esteja cadastrado e tenha equipamento compatível com redes sem fio. Em locais mais distantes é necessário instalar uma pequena antena receptora em casa, que custa, em média 150,00. A conexão pode ser feita até 3 mil metros da repetidora.


No posto de saúde de Sede Al­­vorada até o mês de agosto não ha­­­via nem computador instalado. Agora a administração da uni­­dade está conectada à rede mun­­dial. “A internet facilitou bastante. Antes para fazer pesquisa so­­bre o cartão SUS a gente tinha que ligar para a prefeitura e aguardar. Agora é feito tudo aqui”, diz a au­­xiliar administrativa do posto, Ge­­ni Ramalho.

Em um mês, cerca de 90 pessoas fizeram o cadastro e estão usan­­do a internet grátis nos dois distritos. “Após a conclusão dos trabalhos no interior, vamos disponibilizar o si­­nal no perímetro urbano, come­çan­do pelos bairros Floresta e Par­que São Paulo. Em 2010, será lançado um cronograma de instalação”, explica o secretário de Ad­­mi­nistração, Alis­­son Ramos da Luz.

Apesar de alguns usuários que pagavam pelo acesso terem mi­­grado para o sistema gratuito, a implantação do sistema não é vista como concorrência por pelo me­­nos uma empresa que explora o serviço de distribuição de internet banda larga via rádio em Cascavel.

De acordo com Jeferson Lá­­zaro Alves, do departamento comercial da Dipelnet, a expectativa é reverter logo a perda de clientes para o sistema grátis. “Num primeiro momento a gente vai acabar perdendo cliente, mas a tendência futura é ganhar mais do que perder”, prevê. Co­­mo a prefeitura não dará suporte técnico, a expectativa é de que haja insatisfação dos usuários e os clientes retornem ao sistema pago. “O cliente vai ficar totalmente desprotegido e terá que contratar um técnico”, diz, sobre possíveis problemas na conexão.

Para Alves, o cliente que mi­­gra para o sistema pago está acostumado a uma velocidade maior do que o oferecido pela pre­­feitura, que é de 150 kbps. Is­­so, segundo ele, deve diminuir a atração para o usuário acostumado, por exemplo, a baixar filmes, operação que exige uma banda mais larga. A operadora prevê ainda que com a implantação do sistema muitas pessoas que ainda não tiveram contato com a internet sejam atraídas ao mundo virtual. “Algumas pessoas terão um primeiro contato e vão querer um produto me­­lhor”, afirma.

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A Cidade digital triplica visitantes em sites

Assinantes aprovam a possibilidade de folhear o jornal com o mouse.

O número de visitantes ao site do A Cidade (www.jornalacidade.com.br) triplicou depois que o jornal colocou na internet, no primeiro dia deste mês, sua edição virtual completa. Em setembro, foi registrada a média de 2,1 mil visitantes por dia. Somente no dia 1º de outubro, foram 7,4 mil visitantes únicos.

Para acessar a versão digitalizada, é necessário um cadastro no site, que deve ser feito tambérm por assinantes do jornal impresso. A assinante Elizabeth Maria Resende Viana, 56 anos, fez o cadastro no primeiro dia em que o novo sistema foi lançado. "Está sendo muito útil porque vou para os Estados Unidos em breve e continuarei a ler as notícias de Ribeirão", disse.


Ela afirma que a navegação página por página é prática e diz que não encontrou dificuldade no acesso. "Gosto de ler o jornal no papel mas, dependendo da necessidade, a internet pode ser uma grande aliada. Como ficarei fora do país por três meses, não vou perder os acontecimentos de Ribeirão", afirmou Elizabeth.

Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/

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Feira de Santana digital


Feira de Santana será Cidade Digital

A implantação de uma infra-estrutura de comunicação de dados e serviços agregados para tornar Feira de Santana uma Cidade Digital ganhou nessa sexta-feira (dia 06) o apoio da Prefeitura do município.

O projeto, coordenado pelo Governo da Bahia, foi apresentado pelo secretário Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ildes Ferreira, ao prefeito Tarcízio Pimenta. A idéia é disponibilizar na cidade uma rede de alto desempenho que suportará serviços da Internet, Intranet e aplicações coorporativas, podendo ser expandida para que possam ser agregados outros serviços a exemplo de VoIP, videoconferências e aplicações de telemedicina, dentre outras.


Uma vez implantado, o Feira de Santana Digital vai democratizar o acesso aos meios de comunicação e às tecnologias, proporcionado o desenvolvimento econômico e social além da melhoria dos indicadores sociais. Durante a reunião, o prefeito de Feira de Santana propôs uma parceria na execução do Cidade Digital e se prontificou a colaborar, informando que um empreendimento semelhante já estava sendo gestado na Prefeitura.

“O acesso à rede de comunicação de alta velocidade é essencial para o desenvolvimento econômico de regiões do país nos dias atuais já que a massificação da banda larga é o sistema nervoso da economia atual. O acesso a esse meio possibilita uma efetiva utilização de recursos como: comércio eletrônico, integração entre instituições e empresas, possibilidade de serviços de governo eletrônico, redução de custos e a eficiência da máquina governamental municipal”, afirmou o secretário Ildes Ferreira.

O Projeto Feira de Santana Digital vai cobrir um raio de 6Km partindo do centro do anel viário de Feira de Santana. Vai também assegurar o uso da internet, gratuitamente, para todas as instituições públicas municipais, estaduais e federais, da área do projeto, bem como para os Centros Digitais de Cidadania implantados pelo governo do Estado, pelo período de cinco anos. Também garantirá pontos de internet para uso doméstico a preços não superiores a 30% (trinta por cento) dos praticados no mercado para as famílias de baixa renda.

Fonte: http://www.secti.ba.gov.br

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Dourados luta para ampliar ação da cidade digital

Uma Dourados, sendo chamada de Cidade Digital, significa modernização da gestão pública, dos serviços de comunicação, mais segurança, facilidades para as pessoas e principalmente uma nova perspectiva de cidadania para a população.

É com essa expectativa que o vereador Dirceu Longhi (PT), esteve em Brasília, quinta-feira, dia 1° de outubro, juntamente com o deputado federal, Vander Loubet (PT), em reunião, no Ministério da Justiça, na Secretária Nacional de Segurança Pública, para batalhar por recursos, no valor de R$ 5 milhões, para a implantação da Cidade Digital, conhecida como Infovia Municipal.


Segundo maior município em população e performance econômica de Mato Grosso do Sul, Dourados experimenta um processo de crescimento muito forte e, com isso, produz ou aprofunda demandas sociais. Nesse contexto, o acesso da população à tecnologia dos computadores e à Internet torna-se desafio imperativo. Com apoio do deputado federal Vander Loubet (PT-MS), o vereador acredita ser viável ter uma cidade em que todos os cidadãos tenham acesso garantido e gratuito à Internet por meio da conexão sem fio (wireless), conhecida como Infovia Municipal. “Este é um dos grandes passos para ampliar ao máximo o processo de inclusão digital sem distinção de classe social”, afirma Longhi.

Para Vander, a iniciativa é louvável e merece apoio total da sociedade, dos governos e da bancada. “Já foi dado um passo inicial. Estamos agora em busca de recursos e de mais apoio. A inclusão digital é item indispensável de valorização e de promoção das pessoas no mundo em que vivemos”, argumentou.

Segundo Dirceu Longhi, o projeto da Cidade Digital em Dourados foi analisado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e pelo Ministério da Integração, tendo 100% de aprovação. “O projeto apresentado pelo município de Dourados foi considerado convergente, pois abrange vários serviços de modernização tecnológica que vão desde a ligação dos órgãos públicos, reduzindo custos de telefonia, a implantação de câmaras em pontos estratégicos para monitoramento do trânsito e combate a violência e a disponibilização de internet gratuita para a população”.

Dirceu afirmou ainda que em breve os recursos serão liberados, já que o projeto foi aprovado pelos órgãos responsáveis. “Os recursos irão sair em breve, basta saber se será por emenda, percentual ou recurso próprio do Ministério, agora é continuar com as articulações políticas e cobrar que a atual administração fique atenta as ações de inclusão social e digital”, afirmou. A batalha pela Inclusão Digital no município de Dourados iniciou quando o atual vereador ainda era secretário da gestão passada, do então prefeito Laerte Tetila (PT).

Fonte: http://www.msnoticias.com.br

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Internet sem fio grátis em Santa Fé

Prefeitura prevê oferecer o serviço a partir do ano que vem. Todo o município terá cobertura, mas beneficiário terá que estar em dia com os impostos.

Santa Fé (a 62 quilômetros de Maringá) poderá ser um dos primeiros municípios paranaenses a oferecer internet grátis para toda a população. Uma antena que será instalada no centro da cidade vai permitir que os usuários de computadores tenham acesso à internet de qualquer local da área urbana e até de alguns pontos da zona rural, sem a necessidade de conexão com fios. O acesso à rede mundial de computadores poderá ser feito inclusive de praças públicas, escolas e lanchonetes por meio micros ou notebooks.

Segundo o prefeito Fernando Brambilla (PMDB), há duas alternativas para a implantação da wireless (wire=fio, less=sem) em Santa Fé, e a prefeitura vai definir qual é mais viável. O Wireless IP é uma conexão contínua e permanente, de funcionamento simples, porém considerado a maneira mais eficiente de acesso à internet por banda larga. Ele consiste em uma antena em um ponto estratégico, conectada à rede local de um provedor, semelhante ao sistema dos telefones celulares. Os sistemas mais comuns são wi-fi e por rádio.

Uma das alternativas aventadas pelo prefeito é a própria prefeitura arcar com todas as despesas de implantação, o que custaria cerca de R$ 50 mil para a construção da antena e instalação dos equipamentos necessários. A outra é um projeto da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep), que pretende levar internet sem fio e gratuita para todos os municípios pequenos da região de Maringá.

“Um dos dois projetos será implantado em Santa Fé em 2010”, garantiu o prefeito. O projeto da Amusep, o mais provável, conta com a parceria da Universidade Estadual de Maringá, que já tem wireless em seu campus central, Cesumar, Emater e Banco Interamericano de Desenvolvimento .


Conectar ao mundo

De acordo com Brambilla, possibilitar que toda a população tenha acesso à internet é tão importante quanto os serviços de saúde, telefone, educação ou coleta de lixo. “É uma questão de possibilitar que o cidadão se ligue ao mundo, principalmente os jovens, que poderão usar a rede mundial de computadores para fazer suas pesquisas, ampliar o conhecimento e se comunicar com pessoas em outras cidades ou mesmo outros países”, diz. Para o prefeito, a disponibilização de internet para toda a população será útil tanto para os cidadãos quanto para as empresas.

Para ser beneficiar da wireless, os usuários terão que estar em dia nos seus compromissos com o município, como pagamentos de Imposto Predial e Territorial Urbano, Imposto Sobre Serviços e alvarás.

Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br/

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Baixada Fluminense na era digital

Programa do governo estadual leva internet banda larga gratuita a 1,5 milhão de pessoas em Caxias, São João de Meriti, Mesquita, Belford Roxo, Nova Iguaçu e Nilópolis. Serviço está em fase de ajuste, mas foi testado e já funciona

Rio - Cerca de 1,5 milhão de moradores de Duque de Caxias, São João de Meriti, Belford Roxo, Mesquita, Nova Iguaçu e Nilópolis já dispõem de internet banda larga sem fio e gratuita. Foi inaugurada ontem a primeira fase do Programa Baixada Digital, o maior na área de internet do mundo. A partir de investimentos de cerca de R$ 3 milhões, já é possível captar sinal nas cidades, usando apenas uma antena wireless para se conectar.

Às 15h, o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, ligou o sinal da internet sem fio da Praça Roberto Silveira, no Centro de Duque de Caxias, e enviou um e-mail ao governador Sérgio Cabral, que está em Copenhague, na Dinamarca, acompanhando o processo de candidatura do Rio à sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

O secretário também conversou em tempo real com o governador em exercício, Luiz Fernando Pezão, usando o programa Skype. O serviço ainda ficará em fase de ajuste nos próximos 20 dias.

Alexandre Cardoso, um dos mais entusiasmados com a inauguração do projeto, disse que o Baixada Digital vai permitir que diferentes classes sociais se conectem com o planeta. “A internet sem fio é um projeto de revolução da Educação. Um computador ligado a ela é como uma escola dentro de cada casa”, afirmou. O projeto conta com a responsabilidade técnica da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Meta é atingir 2,7 milhões de pessoas

O objetivo final do projeto Baixada Digital é beneficiar, no total, cerca de 2,7 milhões de pessoas com internet sem fio gratuita. Essa meta, segundo o governador em exercício, Luiz Fernando Pezão, deve ser atingida em pouco mais de um ano. “Acredito que até o fim de 2010 poderemos estar levando essa ferramenta importante a mais cidadãos fluminenses”, afirmou Pezão.

Fonte: http://odia.terra.com.br/

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