Como navegar com segurança e tranquilidade durante o trabalho

Você deve conhecer a cena: está no trabalho e resolve dar uma arejada. Bate um papo no MSN com um amigo, twitta alguma coisa, dá uma fuçada no Orkut. Até que seu chefe aparece e você fecha a janela rapidinho, disfarça e volta ao batente. Não é de hoje que as empresas investem na web 2.0. Mas por que, dos muros para dentro, a coisa ainda é diferente?


“As empresas consideram que os funcionários deixarão de trabalhar e gastarão o tempo precioso mandando mensagens para os amigos”, diz Roberto Britto, da consultoria internacional de RH Robert Half. Segundo uma pesquisa realizada nos EUA pela consultoria, 54% das empresas proíbem totalmente o acesso à redes sociais durante o expediente.


“Acredito que a conscientização do usuário vai ser o principal desafio das corporações para que os benefícios da web 2.0 possam ser usufruídos com segurança”, diz Rodrigo Souza, da consultoria EZ Security. Ele diz que o funcionário é o principal culpado por falhas na segurança da internet nas empresas – vírus e vazamento de informações sigilosas, por exemplo. “Devido à falta de conscientização e de treinamento, surgem todos os dias novos sites maliciosos com o intuito de explorar essa fraqueza”, explica.

Na Catho, empresa de recrutamento online, a maioria dos funcionários tem acesso restrito à internet. "Tentamos deixar claro para o profissional que os recursos que disponibilizamos aqui não são deles, são da empresa”, diz Lucio Tezotto, gerente de atendimento. Segundo ele, já houve funcionários que deixaram de trabalhar para conversar pelo Messenger. “A partir disso passamos a monitorar”, conta. O acesso a redes sociais e a e-mails pessoais são proibidos, e o MSN é utilizado só com contas corporativas.


Segundo a legislação brasileira, o e-mail corporativo, o computador e a conexão são da empresa. Isso significa que tudo o que você faz online pode ser monitorado. Não é crime trocar mensagens pessoais pelo e-mail corporativo, mas a empresa tem o direito e o amparo legal para monitorar tudo o que for escrito. “É justo que a empresa possa tomar algumas atitudes para evitar atos ilícitos”, explica o advogado Renato Opice Blum, especialista em direito digital. A empresa só não pode monitorar mensagens trocadas via e-mail ou MSN pessoal – é por isso que, na maioria dos casos, as empresas optam pela proibição do uso de ambos para evitar problemas.



CAMINHO DA LIBERDADE

Segundo a mesma pesquisa da Robert Half, só 10% das empresas liberam o acesso a redes sociais. O caminho da liberdade existe, mas demanda educação e conscientização de funcionários e empregadores. “Acho que isso acaba virando uma onda inevitável. As pessoas vão usando e vão entendendo que, usando bem, esses recursos ajudam”, diz Luiz Alberto Ferla, presidente da agência de internet Talk. “Mas tem que ter gerenciamento pra não haver abusos. O RH precisa dar regras”, define. Na empresa dele, os funcionários podem acessar a internet antes e depois do expediente e no horário de almoço.


Na agência de comunicação TV1, mesmo quem não trabalha em áreas diretamente relacionadas à internet e comunicação tem livre acesso a redes sociais. “A abertura foi gradual”, explica Caroline Morato, gerente de RH da empresa. “Hoje é liberado, mas a gente tem o cuidado de observar se o usuário usa de forma adequada. Pode acontecer de a gente tirar”, diz. O acesso a redes sociais é tão comum dentro da empresa que o próprio departamento de RH tem um perfil no Twitter para informar os funcionários sobre as atividades internas.


Segundo uma pesquisa inédita da Robert Half, 91% dos executivos brasileiros têm perfis em redes sociais – se precisar de um argumento para convencer seu chefe, taí um bom motivo para fazer networking. Os perfis também são usados na hora de contratar funcionários. A rede mais lembrada é o LinkedIn, mas o Twitter, o Orkut e o Facebook também podem ajudar a construir o perfil profissional.


Para usar a web 2.0 e preservar a reputação profissional, é preciso é prestar atenção, é claro, nas informações, fotos do perfil e comunidades relacionadas a você. Para Caroline, da TV1, não dá para levar a sério, por exemplo, comunidades como “Eu odeio acordar cedo”. “Participar não significa que a pessoa não acorde cedo”, diz ela. A gerente de RH, porém, diz que costuma checar nas entrevistas se a pessoa realmente tem o perfil que mostrou na rede social. “Se ela participa das comunidades da empresa, por exemplo, mostra que ela tem um bom relacionamento com os colegas”, diz ela.



As ferramentas podem, sim, atrapalhar, mas também podem ajudar o funcionário a ter ideias e a ser mais produtivo. Para isso, porém, é preciso conscientização. “você tem que educar, delegar tarefas e confiar. Tudo na vida é assim. Quem usa tem que ter responsabilidade, e alguém precisa definir os limites”, diz Luiz Alberto Ferla, da Talk.




FOTO: COM RESTRIÇÕES –“Na recepção do funcionário já dizemos as regras”, diz Lúcio Tezotto, gerente da Catho, que restringe o acesso à internet
ERNESTO RODRIGUES/AE
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A Banda larga móvel só crescerá nas classes C e D

"Em 4 anos haverá a saturação do setor de banda larga móvel no País, uma vez que o crescimento nas classes A e B chegará ao limite", afirma Átila Souto, diretor de Serviços e da Universalização de Telecomunicações do Ministério das Comunicações. O crescimento do mercado de banda larga móvel no País está ainda mais limitado ao preço de produtos e serviços a partir do terceiro trimestre do ano, num mercado em que a carga tributária beira os 40% sobre a receita líquida.

A curva de evolução do serviço - o que mais cresceu no País entre julho e setembro, segundo balanço divulgado ontem pela consultoria Teleco em parceria com a fabricante chinesa Huawei - já atingiu os grandes centros urbanos e precisa contar com outras demandas.

A solução, de acordo com Souto, é que o acesso seja estendido às classes C e D a fim de se retomarem as taxas de crescimento. "Há que trazer mais gente [ao acesso da banda larga], que ainda não vem por questões de renda", afirma. A elevada carga tributária do Brasil é ainda o "judas malhado" pelas operadoras, quando se fala em justificar os altos preços. Mas a infraestrutura de transmissão e o tamanho das redes é também um motivo pelo qual ainda patinam para oferecer um serviço de qualidade e com melhores preços.

Segundo Fiamma Zarife, diretora de Serviços de Valor Agregado (VAS) da Claro, "a carga tributária é o que onera o serviço, uma vez que 37 a 40% da receita líquida é de impostos". Em contrapartida, Marcelo Motta, diretor de Tecnologia e produtos Huawei, ressalta a importância do investimento em infraestrutura para o crescimento do serviço no País - maior que os da América Latina e da Europa. "A redução tributária, por si só, não será responsável pelo crescimento expressivo do serviço, porque ainda são necessários grandes investimentos em backhaul [infraestrutura responsável pela capilaridade da rede]."

Os preços do serviço no País estão entre os maiores do mundo e as operadoras não têm perspectivas concretas de que este cenário se altere nos próximos dois anos - sinal de que os investimentos feitos na implantação da tecnologia 3G no País ainda estão longe de serem amortizados.

Até setembro deste ano, 2,9% do total de celulares no País eram habilitados com a tecnologia 3G, segundo o estudo preparado pela Teleco.

Cobertura e preços

A cobertura de banda larga móvel no País experimentou o menor crescimento em todo o ano, de 9,53%. Atualmente o serviço atinge 689 cidades no País, ou 12,4% dos municípios brasileiros. Em contrapartida, 63,9% da população do País tem o serviço à disposição, o que não garante que as pessoas tenham acesso, uma vez que os modems, que representam 46,9% dos acessos ao serviços, tiveram uma pequena redução de preço no trimestre.

Segundo o relatório da Teleco, "o preço dos telefones é uma barreira à difusão da banda larga móvel, principalmente no segmento pré-pago".

De acordo com o estudo, 300 mil novos terminais foram habilitados mensalmente - 900 mil no trimestre. Mas, segundo Eduardo Tude, presidente da Teleco, este crescimento foi na verdade um ajuste da base das operadoras e não deve repetir-se no próximo trimestre. "A gente acredita que esse não significa um crescimento mensal, mas um ajuste das bases das operadoras para celulares que não eram contabilizados como 3G", afirma.

O mercado de telefonia móvel encerrou o mês de outubro com 6,1 milhões de aparelhos com tecnologia 3G, o que supera a estimativa da consultoria Teleco, de 5,9 milhões. O foco das operadoras, segundo o levantamento da Teleco, está nos aparelhos de maior valor. Estes - de R$ 1,5 mil a R$ 4 mil - tiveram uma redução de 3% a 13% no terceiro trimestre do ano. Aparelhos mais baratos pagaram a redução de preço das linhas de ponta e sofreram aumento de 64% no período de julho a setembro deste ano: R$ 424, ante R$ 259.

Banda larga popular

Para as operadoras móveis, o programa de banda larga popular idealizado pelo governo do Estado de São Paulo, anunciado em outubro último, é que ela não é viável, segundo Elisiário Dias, gerente de Marketing Convergente da TIM. Mesmo sendo um programa que isentaria do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) as empresas que fornecessem serviços de banda larga a preços acessíveis (R$ 29,90), a obrigação das operadoras incluiria também o fornecimento do modem, o que inviabiliza a participação das operadoras móveis, segundo Dias. "Pelas condições colocadas no decreto do governador [José] Serra, fica impossível a participação das operadoras móveis", afirma.

Na prática, nem as operadoras fixas ainda aderiram ao programa, que deveria ter entrado em vigor no dia 9 de novembro, como anunciado pela Telefônica.

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Conheça a Banda Larga Popular da Net

A Net apresentou na terça-feira (22) seu plano em conformidade com o programa de Banda Larga Popular. Pelo valor de R$ 29,80 por mês, o assinante terá acesso à internet com velocidade de 200 kbps. O período de contratação deverá ser de 12 meses, com taxa de instalação e modem gratuitos. A empresa estima um número de clientes potenciais para seu novo serviço de internet rápida popular entre 1,5 milhão a 1,8 milhão de assinantes.

Assim a Net se tornou a primeira empresa a, de fato, implementar um plano dentro da proposta do programa. A Telefônica foi a primeira a anunciar que apresentaria um plano nas condições determinadas pelo governo paulista. Mas, ao vincular o plano de banda larga a uma taxa de assinatura da linha telefônica, perdeu o benefício e teve que recuar para re-elaborar o seu plano.



“[A Net] é a primeira a aderir, de fato, ao Programa Banda Larga Popular. A Telefônica entendeu que poderia oferecer serviços apenas para seus clientes. Esse não é o entendimento da Net. Não pode fazer vinculação dessa natureza. A Telefônica precisa ter o produto disponível para clientes e não clientes”, diz Mauro Ricardo Machado Costa, secretário da Fazenda do Estado de São Paulo.

A Telefônica, em nota à imprensa informou, que ”prossegue trabalhando para viabilizar, no menor prazo possível, o lançamento do produto com as características estabelecidas pelo decreto.” Além disso, afirma que “entre as alternativas em estudo pela Telefônica para atender aos usuários que não são clientes da empresa está a oferta de banda larga por meio das tecnologias WiFi e WiMesh, que fazem a conexão sem fio à Internet.


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Internet Banda Larga cria 1 milhão de empregos

A banda larga para acesso à Internet pode criar um milhão de postos de trabalho nos próximos 10 anos na Europa, disse ontem o ministro da Economia alemão em Estugarda, num congresso sobre novas tecnologias.

Rainer Bruederle, que se baseava num estudo da OCDE, anunciou que o Executivo alemão pretende investir 40 mil milhões de euros na banda larga, nos próximos anos, no âmbito de um plano estratégico para as tecnologias de informação. O sector informático "pode ser um turbo para o desenvolvimento económico e compensar a ameaça de perda de empregos noutros ramos", disse.

De acordo com um estudo encomendado pela Confederação da Indústria Alemã, as novas tecnologias poderão criar 400 mil novos empregos no país até 2014.

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Programa Município Digital tem mais duas cidades


Mais duas cidades integram o programa Município Digital. Projeto leva internet sem fio para população e amplia oferta de serviços disponíveis na rede

O secretário de Gestão Pública, Sidney Beraldo, assinou nesta semana, convênios com os municípios de Parapuã e Iacanga para a implantação do projeto Município Digital.

Pelo convênio, a secretaria dará apoio técnico e fará a transferência de recursos financeiros vindos do Estado para a instalação da infraestrutura de tecnologia de informação e comunicação. Caberá às prefeituras investir os recursos repassados pelo Governo do Estado na aquisição de links, contratação de pessoal, compra e manutenção de equipamento. O objetivo é criar acesso sem fio gratuito aos moradores das cidades e também ampliar a oferta de serviços municipais disponíveis na internet.

Com a implantação do projeto, as prefeituras se tornarão provedoras de internet sem fio nas cidades. O serviço poderá ser oferecido em centros comunitários, escolas e bibliotecas, proporcionando a inclusão digital de quem não tem computador em casa, ou ainda de quem tem, mas sem acesso à banda larga.

E-gov

O projeto prevê ainda a ampliação dos serviços oferecidos nos portais dos municípios (http://www.parapua.sp.gov.br) e (http://www.iacanga.sp.gov.br), para que os cidadãos possam utilizá-los de maneira interativa, não somente cumprindo com suas obrigações como também acompanhando a prestação de contas dos gestores públicos. O morador da cidade ganhará um canal para ampliar a comunicação com os municípios e o Estado e vice-versa.

A Unidade de Tecnologia da Informação e Comunicação da Secretaria de Gestão Pública Secretaria de Gestão e a Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo(Prodesp) darão o respaldo técnico para que Parapuã e Iacanga possam criar as ferramentas necessárias para fazer do site municipal um instrumento para a melhor gestão dos serviços públicos.

Repasse de recursos e apoio

Cabe à Secretaria de Gestão Pública repassar R$ 65 mil destinados pelo governo do Estado ao projeto Município Digital em Parapuã e R$ 100 mil para o município de Iacanga, mas as cidades podem investir mais. A secretaria acompanhará a implantação do projeto, coordenará as atividades e reuniões de trabalho, além de conferir os progressos e gastos periodicamente, para cobrar resultados e prazos.

Os técnicos da pasta também darão apoio, quando necessário, para todas as etapas do projeto, como o estudo da topografia da região para se calcular onde as antenas para os links com a internet serão instaladas, a licitação para a aquisição dos equipamentos e a montagem das torres.

Convênios semelhantes estão sendo assinados entre a Secretaria de Gestão Pública e as cidades de Tapiratiba e São João da Boa Vista. O objetivo é promover a inclusão social, democratizar o acesso à informação e melhorar a gestão dos serviços públicos de acesso do cidadão à rede mundial de computadores. Com o acesso gratuito à internet banda larga, os moradores poderão ter contato com novas oportunidades por meio de redes sociais, culturais, econômicas e tecnológicas. A ampliação da internet também deve levar ao desenvolvimento econômico das cidades, com novos negócios e a capacitação on line da mão de obra local.

Da Secretaria de Gestão Pública
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Centro de Itaboraí vai contar com Internet free


Itaboraí está mais perto de ter internet sem fio gratuita. Projeto nesse sentido foi apresentado pelo subsecretário de Cultura da cidade, Sérgio Espírito Santo, ao prefeito Sérgio Soares, como uma das medidas do programa Monumenta, que tem como objetivo revitalizar o centro histórico.

A proposta, que prevê ainda energia elétrica com cabeamento subterrâneo e obras de urbanização, recebeu o apoio do prefeito.
“É preciso trazer a inclusão social para jovens, crianças e adolescentes que estão à margem da sociedade, através da internet”, disse Sérgio Soares.

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Concórdia vai disponibilizar internet gratuita em 2010

O Município de Concórdia vai contratar estudo para verificar as condições técnicas para a implantação do Projeto Concórdia Digital. Segundo o assessor de Comunicação e um dos responsáveis pelo Projeto, Antonio Begnini o objetivo é disponibilizar internet gratuita. I“Serão criados parâmetros para que seja liberada em espaços como praças, quiosque, Unidades Administrativas, comunidades carentes, Escolas e outros”, lembra. Além de Begnini, o vice-prefeito Neuri Santhier também integra a coordenação do Concórdia Digital.

A primeira ação para que isso acontece vai ser a aquisição de uma central telefônica digital pelo Município de Concórdia. “Ser uma cidade digital significa modernizar a Gestão Pública e oferecer serviços e facilidades para as pessoas”, diz o assessor de Comunicação.


Os benefícios atendem todas às áreas públicas como por exemplo a modernização da administração pública, com a integração, via computador, de todas as entidades diretas e indiretas; acesso mais imediato às informações e serviços, comunicação via VoIP (voz sobre protocolo de internet).No segmento da cidadania podemos lembrar da viabilidade da instalação de telecentros a custos reduzidos, acesso à internet para os cidadãos, disseminação de terminais para consultas e reclamações.

Fonte: Prefeitura de Concórdia

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FELIZ NATAL


FELIZ NATAL
para todos.

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Campina vai ter Internet gratuita para toda população em 2011

Ao participar da solenidade de entrega de mais quatro Telecentros de Informática para as comunidades de Bodocongó, Malvinas, Liberdade e na Vila Cabral de Santa Terezinha, na manhã desta segunda-feira, 30, no auditório do Sesc Centro, o prefeito Veneziano Vital do Rêgo recebeu do deputado federal Vital Filho a informação de que até 2011 Campina deverá ter Internet de graça em todas as residências, através do Projeto Campina Cidade Digital.

Para tato, segundo o parlamentar, irá disponibilizar recursos das suas emendas para esta finalidade, através de parceria com o Ministério das Comunicações. “Iremos lutar para que possamos levar a rede mundial de computadores a todos os lares. O primeiro passo já estamos dando, levando centros de informática para mais de 1.000 (mil) jovens nos mais variados bairros”, destacou Vitalzinho em entrevista.

Os Telecentros entregues nesta segunda-feira foram conquistados por Vitalzinho junto ao Governo Federal; através também do trabalho da voluntária social da PMCG, Nilda Gondim, mãe de Vitalzinho e de Veneziano, que intermediou a solicitação dos equipamentos. Na oportunidade também foram entregues três Telecentros que já estavam em funcionamento e que passaram por recuperação e reforma.

“Os Telecentros são unidades que têm uma grande importância social. É justamente nestes equipamentos que as comunidades carentes podem ter acesso a cursos profissionalizantes que preparam jovens e adultos para a vida. Por isso fico muito feliz quando consigo, junto a Vitalzinho, a confirmação de equipamentos tão importantes como estes”, afirmou a voluntária Nilda Gondim.

Os Telecentros, que estão sendo coordenados pela Amde, irão funcionar de segunda a quinta-feira, nos turnos Manhã, Tarde e Noite, oferecendo a jovens e adultos cursos de Informação de Processamentos de Dados, Sistema Operacional, Word, Excel e Internet.

Para o próximo ano, conforme o prefeito Veneziano Vital, a idéia é ampliar o número de Telecentros, além dos sete já existentes: “graças unicamente ao empenho de Vitalzinho, a cidade receberá mais outros 10 Telecentros”.

Aproveitando a presença de jovens na solenidade, Veneziano informou que os concluintes dos cursos de informática e que estejam desempregados, receberão a intermediação do Centro Público Municipal de Emprego e Renda, para que os mesmos participem de outros cursos de qualificação e sejam apresentados ao mercado de trabalho através das empresas parceiras da Prefeitura Municipal. “E temos feito isso com muita eficiência, exemplo do Atacadão Carrefour, que empregou mais de 200 pessoas que fizeram cursos na Prefeitura”.

Em discurso, a voluntária Nilda Gondim destacou que estas ações, aliadas a muitas outras na área de Educação, estão dotando Campina Grande de uma excelente estrutura educacional e de preparação para o futuro de jovens e adultos. “Quando Veneziano assumiu a Prefeitura, em 2006, encontrou uma cidade arrasada. Hoje, ela é uma cidade reconhecida nacionalmente, que recuperou aquela imagem dos tempos áureos”.

Ainda fizeram uso da palavra na solenidade a presidente do Clube de Mães Ozanilda Gondim, Francisca das Malvinas, além do diretor-presidente da Amde, Francisco Tico Lira, que destacou o empenho de Vitalzinho não apenas em buscar recursos para os Telecentros, mas também para obras estruturantes como a Feira da Prata, Feira Central, pavimentação de ruas e Casa do Artesão. Presentes, dentre outras autoridades, vereadores Antônio Pereira e Olímpio Oliveira, a Secretária de Estado da Interiorização, Ana Cláudia Vital; além de representantes do Sesc e da Polícia Militar.

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Inaugurada mais uma etapa do programa BH Digital



Em cerimônia no saguão da Prefeitura, quando foi inaugurada mais uma etapa do programa BH Digital, o presidente Luís Inácio Lula da Silva ressaltou o trabalho de inclusão social que vem sendo realizado na cidade pela PBH/Prodabel. Lula também falou sobre o programa habitacional desenvolvido pelo Governo Federal.

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Lan house ganha do telecentro em preferencia no acesso à internet

Os brasileiros não precisaram de computador em casa ou no trabalho para conectar-se à internet. Os pequenos estabelecimentos onde o uso do computador é pago, são a principal ferramenta de acesso.

Mais internautas a cada dia. De 2005 para 2008, o número de pessoas que acessaram a internet no Brasil aumentou 75,3%. A região que mais usa é a Sudeste (40,3%) e o Nordeste aparece por último (25,1%), segundo o IBGE.

Estimulando a redução do preço dos computadores e criando locais de acesso gratuito à rede, o poder público tem contribuído para a inclusão digital. Mas são lugares como lan houses, com apenas sete terminais, que estão levando a internet para o maior número de pessoas e o preço é convidativo: um real por hora.

Uma constatação da pesquisa surpreendeu. A lan house já ocupa o segundo lugar na preferência dos internautas brasileiros (35,2%). Os acessos são mais frequentes que no ambiente de trabalho (31%), só perdem para os computadores de casa (57,1%). E mais, no Norte (56,3%) e no Nordeste (52,9%) a lan house é imbatível.

“Quanto menor o rendimento maior o número de pessoas que estão acessando desses centros gratuitos ou pagos. Então que é isso? Uma forma que a população de baixa renda consegue se inserir na rede, foi esse o canal, o jeito brasileiro de se inserir na rede”, diz Cimar Azeredo, gerente do IBGE.

Os jovens, entre 15 e 17 anos, são os mais conectados. Mais de 60% deles usaram a rede em 2008. As razões estão na ponta da língua:

“Eu uso mais pra jogar”, diz um jovem.
“Às vezes fazer trabalho da escola, pesquisar”, comenta outro.

Mas o que eles gostam mesmo é de encontrar amigos na tela, entre muitos amigos ao vivo e o melhor lugar para isso é a lan house.

“É chato ficar em casa, dá desanimo, e também tem o irmão que quer usar, o pai que quer usar, aqui eu sento no computador e saio a hora que eu quero”, diz um garoto.

“Você pelo menos vê as pessoas conversando, todo mundo animado, aí já anima bem”, comenta Wellington Soares, publicitário.

Apesar de tantos novos internautas, quando a pesquisa foi feita 104 milhões de brasileiros ainda não tinham acesso à internet. Gente que está deixando de ter uma legião de amigos.

“No Orkut tenho 600 amigos, no MSN 150”, diz Lohan Henrique de Souza, estudante.

A pesquisa também revelou que mais da metade da população já possui um celular. Entre 2005 e 2008, o número de brasileiros que tem um celular saltou de 36 para quase 54% da população. O que equivale a mais de 86 milhões de pessoas.


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Rio de Janeiro continua na frente em capitais com WiFi free

O governador Sergio Cabral e o Secretário Estadual de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, inauguraram o sinal gratuito de internet sem fio na Avenida Brasil em dezembro/2009. Mais um milhão de pessoas serão beneficiadas com o sinal do programa Rio Estado Digital. A cobertura alcança toda a extensão da via, que tem 58km e passa por 28 bairros e a Vila Kennedy, em um raio de 200 a 300 metros para cada lado da avenida, medidos a partir da mureta central, onde estão instaladas as antenas.

Ao todo, foram instaladas 163 antenas ao longo da Avenida Brasil. O sinal de internet pode ser captado por laptops que tenham placa de rede sem fio e por celulares que tenham condições de captar o sinal wi-fi. A novidade é a mobilidade, já que uma pessoa pode percorrer todos os 58km de extensão da via conectada à internet. Já para desktops, é necessário que eles estejam equipados com um placa de rede sem fio para se conectar à internet. O governador Sergio Cabral testou a instalação por meio de uma teleconferência com a Uerj e destacou a importância da iniciativa.

- É maravilhoso as pessoas viajarem nos ônibus e poderem acessar a internet - afirmou o governador.

Além do sinal gratuito de internet, a Secretaria de Ciência e Tecnologia vai oferecer conteúdo de cursos técnicos e profissionalizantes para os usuários da rede. Para facilitar o acesso das pessoas à internet, a Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) vai instalar quiosques equipados com computadores ao longo da via. Eles vão oferecer cursos básicos de informática e serviços via internet, como consultas a segunda via de contas, marcação de consultas no INSS e no Detran e envio de currículos para empregos, entre outros.

O Rio Estado Digital na Avenida Brasil é um projeto da Secretaria estadual de Ciência e Tecnologia. Com a inauguração do sinal gratuito de internet sem fio na via, o programa fecha 2009 atendendo a mais de três milhões de pessoas, já que ele está em funcionamento nas orlas de Copacabana, Leme, Ipanema e Leblon, no morro Santa Marta e na Cidade de Deus e em seis municípios da Baixada Fluminense, beneficiando, só nesta região, cerca de 1,7 milhão de pessoas.

Essa iniciativa vai mudar a cultura de como as pessoa se relacionam com a internet e é bem provável que o que mais vai se vender agora serão celulares com acesso via WiFi, com isso abre um grande negócio para as operadoras VoIPs e uma grande concorrência para as companhias telefônicas.

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Até 2014 Brasil terá 90 milhões de pontos de internet rápida

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A pretensão do governo foi explicitada pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, durante a última audiência pública do ano da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), realizada nesta quarta-feira (16).

Ele informou que seu ministério e outros órgãos do governo prepararam sugestões para a elaboração do Plano Nacional de Banda Larga, as quais serão avaliadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva ainda em janeiro.

A decisão final sobre o plano, que vai gerar um projeto, que poderá inclusive suscitar a criação de uma nova estatal para gerir a expansão da internet no Brasil, deverá ocorrer até o dia 20 de janeiro de 2010, previu Hélio Costa.

Hélio Costa enfatizou que a principal intenção do governo federal é prover acesso rápido da rede mundial de computadores a todos os brasileiros - inclusive os da área rural - a um preço bem inferior ao que está sendo cobrado atualmente. Para tanto, disse ele, o Brasil terá que migrar mais rapidamente do acesso discado à internet para o uso de banda larga (hoje os dois sistemas são usados no país).

Outra providência para que a internet rápida seja popularizada, disse o ministro, foi a implementação do plano nacional de banda larga nas escolas ao final de 2008. O programa já permitiu que 46 mil escolas públicas estejam conectadas - número que deverá chegar a 80 mil até o final de 2010 e à totalidade de 182 mil escolas até 2014, inclusive as localizadas na zona rural, acrescentou Hélio Costa.

Nesse plano de expansão da internet, outra prioridade, informou o ministro, é que os estados localizados em regiões mais isoladas, como o Amapá, Acre, Roraima, Pará, possam ser beneficiados, já que são os que possuem o sistema mais deficiente de acesso à internet. Isto porque, esclareceu ele, a infraestrutura das companhias telefônicas não chega até essas localidades, que acabam dependendo de acessos via rádio, o que diminui a velocidade das conexões.

Esforço coletivo

Hélio Costa explicou que o principal papel de investidor caberá às empresas privadas, que devem empregar valores da ordem de US$ 15 bilhões durante os próximos cinco anos na empreitada. O ministro observou, porém, que o governo deverá investir na área de satélites e em renúncia fiscal.

- Esse é um projeto audacioso, amplo, dispendioso, mas as próprias empresas já estão entendendo que caberá a elas o grande investimento, pois, por mais que o governo possa prover esforços, a grande infraestrutura capaz de permitir essa expansão terá que ser implantada pelas empresas- declarou o ministro.

Valéria Ribeiro / Agência SenadO

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Prefeitura de Iacanga vai disponibilizar Internet gratuita para população

A prefeitura de Iacanga (50 quilômetros de Bauru) irá implantar nos próximos meses o programa “Iacanga Digital”, que vai permitir o acesso gratuito à Internet a toda população. A abertura de crédito especial no valor de R$ 100 mil para instalação da torre de transmissão já foi autorizada pela Câmara. No início do ano, o vereador Joaquim Sedmak Filho (PV) encaminhou indicação ao Executivo propondo a disponibilização da internet gratuita aos munícipes que estivessem em dia com o pagamento dos impostos municipais.

Segundo a prefeitura, a implantação do programa Iacanga Digital está em processo de análise pela secretaria de Gestão Pública do Governo Estadual. A iniciativa tem como objetivo promover o acesso fácil e rápido da população à rede mundial de computadores. A prefeitura ficará responsável pela oferta do serviço de Internet banda larga com, no mínimo, link de conexão de 4 megabytes (Mb). Esse serviço deverá ser aumentado na proporção necessária ao atendimento dos interessados.

O Programa Cidade Digital baseia-se na conexão sem fio entre antenas transmissoras e antenas receptoras instaladas nas residências cadastradas e autorizadas a receber o sinal da Internet, através de rede WI-FI de 2.4 Ghz.

Rodrigo Atanásio de Paula, responsável pelo Centro de Processamento de Dados (CPD) da prefeitura, afirma que o prefeito Ismael Edson Boiani (PSDB) pretende iniciar o projeto de inclusão digital ainda no final deste ano ou início de 2010. Para ele,os maiores beneficiados pela democratização da informação digital serão os alunos da cidade.

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São Vicente vai ser Cidade Digital e a cair a hegemonia da Telefônica


São Vicente vai ser Cidade Digital. Começa a cair a hegemonia da Telefônica no Estado de São Paulo.

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Dicas para acelerar a sua internet

Alternativas para tentar otimizar a velocidade de sua conexão.

O desenvolvimento tecnológico, principalmente no campo da comunicação e da informática, tem possibilitado um enorme avanço quando o assunto é velocidade de conexão à internet.
Hoje em dia, não é difícil encontrar casas com conexões a 1 ou 2 mbps, excelentes para jogos, downloads e conexões em geral. Porém, mesmo em banda larga existem velocidades menores (150, 200, 300 kbps, etc.), o que acaba impossibilitando uma navegação extremamente rápida.

Para quem acha que está sofrendo com a velocidade de sua conexão e quer melhorar esta situação, o Chrome dicas fez uma seleção com programas que irão acelerar sua sua navegação e também os seus downloads.
Acelerando a navegação
Estes programas agem, principalmente, nas imagens presentes em sites que você acessa, diminuindo sua qualidade, logo, tornando-a menores e fazendo com que sejam carregadas mais rapidamente. Além disso, eles podem compactar os arquivos HTML – as páginas em si – para carregá-las mais rapidamente.
Outro método utilizado pelos aceleradores pode ser também o armazenamento de pedaços da página e quando você visitá-la novamente, é feita uma comparação com da página acessada com a existente em seu computador, caso elas sejam iguais, será carregada aquela armazenada em sua máquina, poupando-lhe assim um bom tempo.
Google Web Accelerator
A gigante da internet Google lança seus tentáculos também sobre velocidade de navegação com o Google Web Accelerator, que promete otimizar a navegação na internet, salvando “pedaços” das páginas que você visitou, evitando transferi-las novamente caso não haja mudança desde a última visita.
O programa adiciona um ícone à bandeja do relógio do Windows, através do qual você poderá acessar as preferências para configurar sua conexão e até indicar sites que não deverão ser acelerados através desta ferramenta. Como este informa o quanto de tempo você economizou ao carregar uma página por estar usando-o, é possível verificar esta “economia” através da opção “Performance Data”.

Google Web Accelerator
Como os seus próprios desenvolvedores deixam claro em seu FAQ (Perguntas Freqüentes), esta ferramenta se destina mais a usuários de banda larga e internautas que usam conexão discada talvez não sintam uma diferença significativa.
UnBlocka Turbo+
Ideal para internet ADSL2+ via cabo ou redes sem fio, o UnBlocka Turbo+ promete otimizar a sua conexão, dobrando e até triplicando a velocidade de sua internet. Além da velocidade navegação, o programa faz o mesmo com programas P2P e também qualquer outra aplicação baseada em TCP/IP.
Acelerando seus Downloads
Um problema para quem tem internet lenta é fazer downloads de arquivos grandes. Mesmo para quem possui internet banda larga, alguns arquivos levam um bom tempo para terem sua transferência concluída, o que chega a ser desanimador. Contudo, existem inúmeros programas que gerenciam e aceleram os downloads, ajudando a amenizar este problema.
Orbit Downloader
Um dos mais famosos e bem conceituados gerenciadores de download é o Orbit Downloader, que funciona de forma integrada com o Internet Explorer e também com o Mozilla Firefox (através do complemento FlashGot), otimizando de forma bastante satisfatória a velocidade de downloads, tanto de conexões discadas quanto de banda largas.
Orbit Downloader
Além de gerenciar e acelerar, ele é capaz de fazer downloads em formato flash de vídeos de portais como o YouTube, por exemplo. Para fazer um download, você pode clicar com o botão direito do mouse e escolher “Baixar pelo Orbit” ou então copiar o link e colar no local apropriado na janela do programa.
DAP – Download Accelerator Plus
Outro aplicativo bastante popular é o DAP – Download Accelerator Plus. Para otimizar a velocidade da transferência, ele “quebra” um arquivo em várias partes, baixando uma de cada vez, possibilitando assim melhor aproveitamento de sua conexão. Também indicado tanto para conexões discadas quanto para banda larga.
Apesar de trabalhar integrado com os mais populares navegadores da internet (Firefox, Internet Explorer, Opera e Netscape), de ser fácil de usar e de prometer aumentar a velocidade de transferências em até 400%, o programa é bastante criticado pelo grande número de propagandas existentes em sua interface. De qualquer modo, não é a toa que este é o gerenciador de download mais baixado em nosso site.
Puxa Rápido
Alternativa nacional aos dois poderosos supracitados, o Puxa Rápido é pequeno, suporta downloads programados, ao fazer uma transferência o gerenciador dá prioridades para fontes nacionais, o que também otimiza a velocidade. Outro ponto interessante é seu aspecto visual, pois ele permite a alteração de suas skins.
Puxa Rápido
Outros fator que chama atenção é que quando o usuário faz o download de um arquivo ZIP, ele pode visualizar o conteúdo deste arquivo e escolher apenas alguns deles para baixar, conferindo assim muito mais agilidade e funcionalidade às suas transferências.
Considerações finais
É importante ressaltar que todos os programas aqui citados, assim como qualquer programa do gênero, não irá realizar o milagre da multiplicação de megabytes por segundo, obviamente, mas a grande maioria deles poderá lhe auxiliar, deixando um pouco mais rápida sua internet, facilitando assim a sua navegação.

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Jundiaí ganha internet gratuita

CDL e Sincomércio lançam nesta quinta-feira projeto Sinal Livre na praça da catedral
Mulher demonstra estranheza ao ver homem usando laptop no centro da cidade Mulher demonstra estranheza ao ver homem usando laptop no centro da cidade
anuncie!

O Centro de Jundiaí passa a ter internet sem fio e gratuita a partir desta quinta-feira, com o lançamento do projeto Sinal Livre, uma parceria entre a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Jundiaí) e o Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí e Região.

A partir das 11h, qualquer pessoa com um equipamento contendo placa de rede wireless ou celular wi-fi poderá navegar na internet.


A antena e servidor estão instalados na sede da CDL, na rua Senador Fonseca, portanto o fornecimento inicial será em um raio de 200 metros.

O diretor da entidade, Edison Maltoni, adianta que nos próximos dois meses o projeto será ampliado para outros bairros. “A ideia é expandir o Sinal Livre para toda a cidade.”

O projeto tem condições de atender até 500 usuários ao mesmo tempo. Segundo Edison, esse número será elevado conforme a necessidade.

O programa conta ainda com filtros de conteúdos para bloquear acessos indevidos e garantir a segurança. O usuário terá que se autenticar e a cada duas horas fazer uma nova autenticação.

A iniciativa ainda estimulará os comerciantes a utilizarem o serviço. De acordo com Edison, de mil empreendimentos

associados, 42% não são informatizados.

A CDL e o sindicato acreditam que o Sinal Livre deva atrair mais pessoas ao Centro e contribua para um incremento nas vendas.

Segundo Edison, cerca de dez pessoas participaram na elaboração do projeto. A inspiração partiu quando souberam do sistema em Sorocaba, bancado pela prefeitura do município.

Em Jundiaí, a prefeitura disponibiliza o serviço no próprio prédio administrativo e na rodoviária. Também oferece acesso gratuito à internet, pelo programa Acessa Jundiaí, nos terminais de ônibus.

Computador na praça causa estranheza
Um computador portátil no Centro de Jundiaí ainda causa bastante estranhamento na população que transita pelo local.

As pessoas passam apressadas, mas veem o computador com um certo olhar desconfiado e curioso, a ponto de ficarem paradas ao lado, somente observando, sem dizer nada.

Essa foi a impressão passada à reportagem do BOM DIA, que foi ao Centro para ver qual era a reação das pessoas diante da situação inusitada (um usuário de laptop na praça Governador Pedro de Toledo).

O padeiro Davi Altão, 33 anos, acredita que essa medida será muito boa para o Centro de Jundiaí. “Muitas pessoas vão ganhar com isso. Não precisarão ir a lan houses”, diz.

O raio de internet gratuita se estenderá por 200 metros. Também é possível captar o sinal privado de empresas que ficam em volta da praça, mas não é possível utilizá-lo, pois está bloqueado.

O padeiro admite que a primeira impressão foi de curiosidade pelo aparelho nunca antes visto na praça da catedral. “Realmente foi algo bastante estranho. Mas com o tempo vamos nos acostumar com isso. Vai se tornar algo do dia a dia”, afirmou.

Mais curioso que Davi era seu filho Guilherme, 10. O garoto não tirou os olhos da tela do computador. A criança cutucava o pai para que também voltasse as atenções para a novidade. (Gabriel Nunes)


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Lula convoca nova reunião para tratar de banda larga

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva marcou para a segunda 14 de dezembro, pela tarde, uma nova reunião para tratar do Plano Nacional de Banda Larga. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse que o governo deve avaliar o debate sobre os investimentos necessários para a ampliação da rede de alta velocidade para acesso à internet. Na reunião anterior, no final de novembro, Lula pediu informações para tomar uma decisão.

O encontro é importante porque o governo ainda não definiu o volume de investimentos da União necessários para ampliar a banda larga no país nem como será a participação da administração pública na oferta do serviço - se em parceria com as empresas ou pela interferência direta no mercado por intermédio de uma estatal.


O ministro Hélio Costa reclamou que o serviço banda larga no Brasil é um dos mais caros do mundo. Ele declarou que o Plano Nacional de Banda Larga deve reduzir drasticamente ao consumidor final os preços praticados pelas operadoras. O governo quer garantir que as pequenas comunidades não fiquem desprovidas de banda larga. Os pequenos provedores, as empresas locais serão chamadas a participar, disse.

Ele declarou, contudo, que o governo não tem a pretensão de oferecer a chamada última milha aos usuários. Isso significaria que caberia a União atender diretamente a todos os usuários finais dos serviços de internet banda larga em mais de 5,4 mil municípios.

Em 24 de novembro, Hélio Costa apresentou ao presidente Lula uma proposta técnica com subsídios para o Plano Nacional de Banda Larga. O documento, intitulado “Um plano nacional para banda larga - O Brasil em alta velocidade”, tem 196 páginas e foi elaborado por técnicos da pasta.

A proposta do Ministro das Comunicações estabelece um conjunto de medidas para massificar, até 2014, a oferta de acessos internet por rede banda larga e promover o crescimento da capacidade da infraestrutura de telecomunicações do país. O texto prevê investimentos globais até 2014 de R$ 75,5 bilhões - R$ 26,49 bilhões do governo e R$ 49,01 bilhões da iniciativa privada. A íntegra da proposta pode ser baixada aqui (arquivo em formato PDF).

A proposta estabelece metas a serem atingidas em cinco anos. Entre elas, elevar o número de acessos fixos individuais no Brasil, nas áreas urbana e rural, para 30 milhões, somando-se os acessos em domicílios, propriedades, empresas e cooperativas.

Outra meta prevista no texto do Ministério das Comunicações é atingir 60 milhões de acessos banda larga móvel, entre terminais de voz e dados (com serviço de dados ativo) e modems exclusivamente de dados até 2014.

O texto prevê o acesso internet de banda larga a 100% dos órgãos de governo, incluindo todas as unidades da administração federal, dos estados e municípios, bem como a totalidade das 70 mil escolas ainda não atendidas e situadas em áreas rurais.

A meta sugerida pelo Ministério das Comunicações é atingir todas as 177 mil unidades de saúde espalhadas pelo Brasil e as mais de 10 mil bibliotecas públicas, assim como os 14 mil órgãos de segurança pública. A última meta estabelecida no Plano Nacional de Banda Larga do Ministro das Comunicações para ampliar a inclusão digital no país é a implantação de 100 mil novos telecentros comunitários até 2014.

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Cruz Alta vai ter Internet grátis a todo população em 2010

Cidade gaúcha vai oferecer internet gratuita em 2010. Para cobrir o município, serão implantadas seis torres de transmissão wireless. No projeto, serão investidos cerca de 300 mil reais.

A prefeitura municipal de Cruz Alta (RS) pretende cobrir a cidade inteira com o sistema de internet sem fio no ano que vem. O intuito é fomentar a inclusão digital, o qual a comunidade terá a oportunidade de acessar a web de uma forma gratuita.

De acordo com o projeto, ao todo serão seis torres de transmissão. Para a implementação da rede wireless a administração municipal desembolsará um montante de aproximadamente R$ 300 mil.


Para o prefeito, Vilson Roberto, a ação irá promover uma modernização tecnológica na cidade, impulsionando o desenvolvimento econômico e social. “Além disso, vai gerar redução de gastos por meio da interconectividade dos prédios públicos, agilizando as ações de governo ao integrar em um único banco de dados as informações de todas as secretarias e departamentos”, acrescenta.

A fase inicial do módulo da Cidade Digital está prevista para o primeiro semestre de 2010. Para o sistema de segurança da rede, haverá um controle de prevenção anti-vírus, onde cada família cadastrada terá uma senha para acesso, que será obtida àqueles que estiverem com o IPTU em dia ou ter filhos estudantes da rede pública.

Fonte: Prefeitura Municipal de Cruz Alta

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Banda larga popular da Telefônica só no fim de janeiro

Telefônica lançará banda larga popular até o fim de janeiro.Empresa pretende oferecer produto baseado em tecnologias sem fio e dentro das regras do decreto do Governo de São Paulo.

A Telefônica pretende lançar até o fim de janeiro de 2010 sua oferta de banda larga popular para o estado de São Paulo, dentro das especificações estabelecidas pelo decreto do Governo de São Paulo publicado no Diário Oficial da federação em outubro. O produto será oferecido por meio de tecnologia sem fio, Wi-Mesh ou Wi-Fi, de acordo com o presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente.

Segundo o diretor do segmento residencial da empresa, Fabio Bruggioni, a solução é mais adequada para comunidades verticais, como os conjuntos habitacionais da Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab), e menos para regiões horizontais, como a comunidade de Heliópolis, porque os equipamentos são mais facilmente instalados e melhor distribuídos do ponto de vista geográficos em prédios.

"Esta é uma forma de conseguirmos oferecer o produto para quem não é cliente Telefônica", afirma o executivo. Esta exigência foi a principal barreira que impediu o lançamento da oferta de banda larga popular utilizando a rede fixa da operadora, já que o consumidor não poderia adquirir exclusivamente o plano de acesso rápido à internet - teria de contratar também um dos planos de telefonia fixa da Telefônica.

Bruggioni diz que a Telefônica havia compreendido que o serviço deveria ser oferecido para seus assinantes. "Fica difícil saber se a região tem viabilidade técnica se o morador não é cliente Telefônica", argumenta Valente.

Além de oferecer banda larga popular sem fio, a Telefônica também pretende utilizar hotspots wireless de forma complementar ao Speedy. De acordo com Bruggioni, a empresa tem atualmente cerca de 500 pontos de acesso wireless em diversos pontos comerciais de São Paulo, como aeroportos e restaurantes. A ideia da Telefônica é permitir que os assinantes do Speedy possam acessar a internet nesses hotspots gratuitamente ou por um preço pelo menos 80% menor do que o praticado para todo o mercado.

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Tem inicio Projeto Ribeirão Digital

Tem inicio Projeto Ribeirão Digital

A prefeita Dárcy Vera vai anunciar, na próxima segunda-feira, o projeto "Ribeirão Digital" que, entre outras coisas, prevê distribuição gratuita de sinal de internet sem fio para toda a cidade.

A prefeita disse nesta quinta-feira que o projeto visa a modernização de Ribeirão. "Se Deus quiser, no final de 2010, 2011, onde você estiver, vai estar acessando a internet. Nós estamos preparando Ribeirão para o futuro".

A prefeita se recusou a dar detalhes do projeto, assim como sua assessoria e secretários, procurados pela reportagem.

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50 municípios farão parte do Cinturão Digital no Ceará

O que você acha de ter internet ultralarga, ou seja, com médias de velocidade entre 10Mbps a 30Mbps pagando pouco ou nada por isso? Fantástico, certo? Mas você poderia questionar: Isso é utopia, ilusão? Hoje em dia sua resposta é correta.

Porém, a partir de maio de 2010, 50 municípios cearenses, além de Fortaleza, farão parte do Cinturão Digital, projeto do Governo do Estado que planeja ofertar esta velocidade.

Inicialmente, segundo Fernando Carvalho, presidente da Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (Etice), o Governo do Estado tinha o plano de implantar em 24 cidades do Interior mais a Capital. "Porém, o governador Cid Gomes nos autorizou a implantar o projeto em 51 cidades do interior, na área urbana delas, além da Capital. Cobriremos 91% da população urbana destas cidades. Vamos criar uma nova empresa no Estado que vai se ocupar em transportar dados e ela terá como sócios o Governo, um consórcio de Prefeitura e três investidores privados que irão se beneficiar da infraestrutura e pagarão os custos da manutenção", informou Carvalho.

Como?

O Cinturão Digital do Ceará é o projeto que prevê a implantação de infraestrutura de transporte de dados em alta velocidade, através da instalação de 3.000km de fibra óptica no Estado. Sendo 2.300km em meio rural e 700km em meio urbano. Em Fortaleza, todos os órgãos do Governo já estão conectados a 1 Gbps (Gigabit por segundo) e todas as 900 escolas da Capital estarão conectadas até início de 2010. No Interior, haverá um anel óptico redundante a 10 Gbps e, até abril de 2010, 50 cidades contarão com acesso na "última milha", através da instalação de antenas de rádio no padrão Wimax (rede sem fio).

Utilidade

O principal benefício do Cinturão Digital é que o acesso, que hoje é um serviço muito caro no Interior, caia drasticamente. Segundo Carvalho, há provedores pagando acesso de 1Mbps por R$ 600 e prefeituras gastando R$ 7 mil por 3Mbps por mês. "Este preço para o acesso tende a cair a preços muito baixos: tipo R$ 25 a R$ 30 neste acesso que hoje custa R$ 600. A tendência é o preço continuar caindo. No Japão o acesso custa R$ 0,20 por Mbps. Esse é o principal benefício. Como estou falando em serviço de banda ultralarga, estou falando em colocar em pontos da cidade 10Mbps a 30Mbps. Aí teremos serviço de TV digital como telemedicina (a pessoa pode ser atendida por um médico de Fortaleza para que não venha sem necessidade para o IJF ou HGF, por exemplo) e tele-educação".

Wimax

As antenas de Wimax geram um sinal que pode chegar a um raio de 50km e velocidade de 75Mbps em condições ideais. A qualidade depende da geografia. A média, contudo, fica entre 10km a 40km, dependendo do terreno onde está a antena.

SAIBA MAIS

Fortaleza já está com toda a fibra ótica pronta. Faltam apenas as antenas Wimax;

3 mil Km de fibra ótica serão instalados no Estado ao fim do processo de implementação do Cinturão Digital;

Dada a sua posição geográfica, Fortaleza é a cidade da América Latina que concentra todos os cabos submarinos que partem (ou chegam) para a América do Norte e a Europa;

Até pouco tempo, ninguém no Ceará se beneficiava desse fato, o que pode ser comprovado pelos altos valores pagos em Fortaleza e no Interior para acesso aos serviços digitais.

LEILÃO


Empresas privadas vão participar do processo

Três empresas privadas estarão no processo de administração do Cinturão Digital quando o mesmo for lançado em maio do ano que vem. Segundo o presidente da Etice, Fernando Carvalho, a escolha será por leilão.

"Quem der o menor lance a partir do lance mínimo que é o custo de geração do Cinturão Digital, leva o lote. Serão três lotes com o mesmo conteúdo. Não pode haver intercessão de grupos empresariais em mais de um lote. Quem ganhar um lote não pode ganhar um dos outros", afirmou.

De acordo com Carvalho, a ideia do governador Cid Gomes é que as empresas privadas possam fazer os investimentos futuros, bem como manter a qualidade superior que o Cinturão Digital promete ter. Além disso, para o presidente da Etice, "havendo concorrência a tendência é o serviço melhorar até o preço cair, até chegar na universalização", disse.

DANIEL PRACIANO
EDITOR DO DIÁRIO DO NORDESTE ONLINE

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Verão Digital leva acesso gratuito à internet para a orla de Atalaia

Órgãos do Governo de Sergipe reuniram-se na manhã desta quinta-feira, 3, para discutir a realizaão de um projeto de inclusão digital desafiador: o 'Verão Digital’, que consiste em disponibilizar ao público computadores para acesso à internet em pontos estratégicos da Orla de Atalaia durante a estação mais quente do ano.

A partir da reunião ficou decidido que serão espalhados quatro pontos móveis de zona Wi-Fi (internet sem fio)para facilitar o acesso à internet das pessoas que estiverem com notebook e dois pontos fixos para que os cidadãos acessem gratuitamente a rede. Os usuários também terão acesso ao Portal do Governo, além de localidades turísticas da cidade.

O primeiro ponto fixo será o Centro de Cultura e Arte J. Inácio, próximo à região dos Lagos, e o segundo ainda está em análise. A iniciativa começará ainda este mês e terminará em março de 2010. “É a primeira vez que Sergipe terá um projeto como esse para dar acesso gratuito à internet para os sergipanos e turistas, contribuindo com a inclusão digital”, destacou a assessora técnica da Casa Civil do Governo, Isabela Andrade Pires.

O projeto tem o apoio da Empresa de Telefonia Oi. Fazem parte da iniciativa a Empresa Sergipana de Tecnologia da Informação (Emgetis), a Empresa Sergipana de Turismo (Emsetur); as secretarias de Estado do Trabalho, da Juventude e da Promoção da Igualdade Social (Setrapis); da Cultura (Secult); da Comunicação (Secom) e da Casa Civil (Secc).
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Prefeitura de São José lança cidade digital

Pioneiro em Santa Catarina , o projeto prevê a utilização de tecnologia de ponta para prover serviços eletrônicos inovadores em diversas áreas, entre elas educação, saúde, assistência social, segurança, receita e desenvolvimento econômico.

Com a palestra A Inclusão Digital como fator de desenvolvimento social nas cidades, o secretario executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luiz Antonio Elias, participa do lançamento do projeto São José: Cidade Digital, em São José (SC). Para o prefeito Djalma Berger, o sistema revolucionará a relação entre os órgãos do Poder Executivo municipal e a população.


Dezoito sub-projetos integram o São José: Cidade Digital, possibilitando a integração dos serviços e órgãos da administração pública por intermédio de infraestrutura de comunicação sem fio e com fibra óptica. Neles estão inclusos acesso à internet grátis para a população, após a instalação física da rede de comunicação; monitoramento eletrônico dos prédios públicos; portal de informações e serviços a sociedade; sistema de compras eletrônicas; sistema de declaração eletrônica de tributos e nota fiscal eletrônica; sistema integrado de saúde on-line; sistema de indicadores de desempenho; sistema integrado de educação on-line; sistema de geoprocessamento para atualização do IPTU.


Fazem parte ainda o cartão do cidadão para controle de benefícios; outsourcing de impressão; sistema de controle de acesso de pessoas e veículos, bem como ponto eletrônico para controlar a freqüência dos funcionários; sistema de frotas (Operação Frota Legal); sistema de telefonia e comunicação; implantação de 20 Centros de Acessos a Tecnologia para a Inclusão Social (Catis), Datacenter da Prefeitura e sala de gestão e acompanhamento do Business Inteligence.


O MCT garantiu investimento de R$1,8 milhão para a instalação dos Centros de Acesso a Tecnologias para Inclusão Social, inclusive com aquisição de computadores e implantação do Datacenter. Os demais projetos serão mantidos com recursos próprios da Prefeitura e por convênios federais e estaduais em andamento.



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A mídia preferida do mundo já é a Internet

Web é o veículo mais 'indispensável' para 70% dos entrevistados.
Enquete ouviu 8,6 mil pessoas em 11 países, incluindo o Brasil.

internet superou a TV como mídia favorita, em pesquisa realizada em 11 países, incluindo o Brasil, e divulgada nesta segunda-feira (30). A web foi considerada como veículo mais indispensável por 70% dos entrevistados, superando por ligeira margem a televisão, considerada indispensável por 69% das pessoas.

A pesquisa sobre mídia e publicidade foi realizada em setembro, quando o grupo mundial de marketing Synovate entrevistou 8,6 mil pessoas de Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Hong Kong, Índia, Reino Unido e Taiwan.


Ainda de acordo com o estudo, 41% dos entrevistados se declararam dispostos a aceitar mais publicidade na internet se em troca disso recebessem descontos. A ideia se mostrou especialmente popular na Espanha, Austrália, Estados Unidos, Reino Unido e China.

"O modelo é uma ideia interessante para o setor. Se pudesse ser vinculado à publicidade mais dirigida, mais relevante... talvez resultasse em maiores receitas em uma audiência cada vez mais fragmentada", informou Steve Garton, diretor executivo de mídia da Synovate, em comunicado.

Mais de dois terços dos entrevistados também afirmaram que há comerciais demais na TV, e 39% deles disseram haver propaganda demais na internet. Quase todos, 87%, tentavam de forma ativa evitar publicidade no rádio e TV, desligando os aparelhos ou mudando de canal, enquanto dois terços evitam sites que apresentam publicidade intrusiva.

"Apesar da grande maioria de pessoas em cada mercado... dizer que há publicidade demais na TV, 42% delas estariam dispostas a aceitar ainda mais anúncios em troca de um desconto em suas assinaturas", acrescentou Garton.

No entanto, apenas 31% dos entrevistados estariam dispostos a aceitar mais anúncios pelo telefone (fixo ou celular) em troca de uma conta mais barata. Os espanhóis foram os mais favoráveis à proposta (58%), seguidos por chineses e brasileiros (ambos 42%).


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Cidade Digital promete internet grátis em toda São Bernardo

São Bernardo vai oferecer, até 2011, acesso gratuito à internet banda larga pelo sistema wireless (sem fio) em toda a cidade. A afirmação é do secretário de Cultura, Leopoldo Nunes.

O serviço vai permitir que qualquer pessoa com um notebook, netbook ou smartphone possa acessar a rede, sem pagar nada, a partir de uma das diversas “ilhas” de conexão espalhadas pela cidade.

Além disso, o “Cidade Digital” prevê a conexão gratuita em escolas, hospitais, prédios públicos e entidades civis, além da instalação de telecentros equipados com computadores, para atender as comunidades carentes.

O projeto é desenvolvido pelo governo federal e integra as políticas de inclusão digital do Ministério das Comunicações. Belo Horizonte foi a primeira capital brasileira a receber a iniciativa, que começou a ser implementada em 2005. De acordo com o governo mineiro, já foram investidos R$ 30 milhões para permitir a conexão gratuita.

Segundo o secretário de Cultura, a prefeitura assinará o convênio com o governo federal no próximo dia 15. Nunes explica que os custos ainda não foram dimensionados. “No dia da reunião, teremos um esboço do projeto técnico, com a definição dos principais detalhes.”

Entre os pontos a serem definidos, estão a quantidade e a localização de torres de transmissão para garantir a cobertura wireless em todo o território. “Vamos realizar um seminário, em janeiro, para discutir a importância do acesso gratuito”, sustenta o secretário.

Nunes diz que não é mais possível adiar a inclusão do município na era digital. E que é preciso incentivar cada vez mais a democratização do conhecimento. “A educação e o trabalho passam pela cultura digital.”

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Icapuí no Ceará vai ser mais uma Cidade Digital

Na pequena Icapuí, as fazendas marinhas de produção de lagosta e camarão, principal atividade econômica local, vão ficar lado a lado com as antenas wireless. A cidade cearense de 20 mil habitantes, localizada a 200 quilômetros da capital, tem pronto seu projeto de digitalização. O sinal será sem fio, inicialmente. Uma rede de fibra ótica será construída posteriormente, para haver redundância e driblar possíveis problemas de topografia. Aliado à infovia, haverá centro de formação, serviços de governo eletrônico, incubadora tecnológica e estímulo ao comércio local.

À frente da coordenação do projeto, o secretário de Ciência e Tecnologia, Silvio Teixeira Barreira, conta que a iniciativa compreende duas vertentes: a iluminação da cidade com sinal de internet sem fio e um parque tecnológico. "Para high tech e low tech", conta Barreira. Para colocar o parque tecnológico em prática, estão sendo firmadas parcerias com grandes empresas e universidades, além do Ministério das Comunicações.

"Algumas parcerias já estão sinalizadas, com a Petrobras, a Vale e a Universidade Federal do Ceará (CE)", adianta o secretário. Complementando a ideia, será montado um distrito industrial setorial, para produção e venda produtos locais, com identidade cultural, principalmente na área de pesca.

Já na parte de iluminação da cidade, o divisor de águas será o Cinturão Digital, projeto de infovia do governo cearense, que está montando um anel ótico circundando todo o estado. Previsto para ser oficialmente inaugurado em março, o Cinturão Digital consumiu mais de R$ 60 milhões do governo estadual, que optou por um modelo de manutenção que incluirá a iniciativa privada e as prefeituras.

O servidor do Cinturão Digital em Icapuí ficará em um antigo centro de formação da Petrobras, cujas instalações foram passadas para a prefeitura. É também no local que vai funcionar um centro de formação em informática e uso da internet, com cursos para a população. "Serão capacitadas 14 mil pessoas em introdução à informática, fundamentalmente no uso da internet", planeja o secretário, revelando a ousada ideia de ensinar a 70% dos habitantes como usar a web. Segundo ele, serão elaboradas cartilhas específicas de acordo com faixa etária.

A prefeitura já está em conversas com o Ministério da Educação para levar para a cidade um núcleo de formação tecnológica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifet). Este núcleo complementaria as atividades de capacitação, oferecendo inclusive cursos de nível superior na área de tecnologia da informação.

Todas as unidades de administração direta e indireta da prefeitura receberão sinal de internet, incluindo secretarias, as 14 escolas e as 11 unidades de saúde. Além desses locais, somente algumas praças wireless ou telecentros terão sinal disponível. "Não vai ter internet de graça nos domicílios", sentencia o secretário de Ciência e Tecnologia. Segundo ele, nas praças wireless, onde o acesso será gratuito, serão feitos cadastros das pessoas que usarão a rede na área, através do número de série do computador utilizado.

A opção de não oferecer internet gratuita nas casas se dá para resguardar a concorrência e não gerar desemprego nas lan-houses e nas Ilhas Digitais (centros de acesso à internet fruto de parceria entre o governo do estado e o Ministério das Comunicações). "Vamos estabelecer parcerias com provedores e gestores dessas atividades, para que seja cobrada uma taxa simbólica para uso de internet", adianta Barreira. "A ideia é que tenhamos preços razoáveis e a preservação das lan-houses e das Ilhas Digitais, que estão previstas também no termo que cada município tem que assinar para ter acesso ao Cinturão Digital", conta o secretário.

Paralelamente, a cidade vai oferecer serviços de governo eletrônico de maneira diferenciada. Além de prover as opções básicas – como emissão de boletos de pagamentos de impostos, cadastros municipais, etc. - a intenção é fazer parceria com instituições para prestação de serviços mais complexos, inclusive da esfera federal. Uma ideia é se aliar ao Sistema Nacional de Emprego, do Ministério do Trabalho e Emprego, para viabilizar seguro-desemprego e carteira profissional. Outra intenção é fazer parceria com a Secretaria de Estado de Justiça, para viabilizar carteiras de identidade. Para integrar todos estes planos, a prefeitura está no momento buscando um software que dê conta de todas as demandas. “Se não encontrarmos, acabaremos tendo que desenvolver um para cobrir todas as necessidades”, acredita Barreira.

A sustentabilidade do projeto e manutenção de todos esses planos é uma das principais preocupações reveladas pelo secretário. “Consegue-se dinheiro para implantar, mas não se consegue para manter”, constata. Para garantir que o projeto fique vivo depois de implantado, foi criada uma cooperativa de negócios que vai canalizar boa parte das atividades desenvolvidas. Atualmente, a instituição está pleiteando título de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), no Ministério da Justiça. É ela que vai viabilizar a geração de recursos e também o repasse de verbas a partir dos governos estadual e federal e também de verbas parlamentares.
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Wi-Fi por toda parte: na praia, no parque e na rua

Enquanto o público aguardava o anúncio do Rio como sede da Olimpíada de 2016 na Praia de Copacabana, havia quem monitorasse na internet as notícias direto de Copenhague, local da votação, conversasse com amigos e publicasse informação em tempo real nas redes sociais. Tudo ali mesmo, sem perder nenhum lance da festa iminente.

A ideia de abrir o laptop (ou sacar o smartphone) e acessar a web na praia, no parque, no meio da rua está longe de ser exclusividade do Rio. No Brasil e pelo mundo, várias cidades têm investido em sistemas públicos de conexão sem fio.

O projeto carioca, batizado de Orla Digital 100%, também contempla Ipanema e Leblon, com capacidade para até 2 mil acesso simultâneos, a uma velocidade de 54 megabytes por segundo. O Morro Dona Marta e a Cidade de Deus também já foram incluídos.

MAIS NO BRASIL
O Wi-Fi gratuito é realidade, quem diria, na floresta amazônica. Por causa da dificuldade de estender cabos na cidade cercada por rios, Parintins instalou uma ampla rede sem fio, com apoio da empresa Intel.

Desde o dia 20 de setembro, a cidade se tornou a primeira do interior do Estado do Amazonas a contar com banda larga de alta velocidade. A rede WiMax chega a escolas, praças e à biblioteca pública. A área mais turística do município, o Bumbódromo, onde ocorre o desfile anual dos bois Garantido e Caprichoso durante o Festival de Parintins, ainda não foi contemplada. "Mas, a duas quadras dali, já é possível se conectar", diz a coordenadora de Comunicação da Prefeitura, Peta Cid.

Em Belo Horizonte, a rede BHD Digital permite acesso grátis por duas horas diárias. Pontos de interesse turístico, como os Parques Ecológico da Pampulha e das Mangabeiras, a Praça da Assembleia e a rodoviária contam com a facilidade. O objetivo é que 95% da cidade tenha acesso sem fio à internet.

NY, CHICAGO, PARIS...
Apesar de ainda não contar com um sistema público amplo de acesso à internet, Nova York está cheia de cantinhos onde basta abrir o laptop para captar uma rede. Atrás da Biblioteca Pública da cidade, a poucas quadras do Central Park, o Bryant Park é todo servido por rede sem fio. O Chelsea Market (chelseamarket.com) e a loja da Apple (103, Prince Street) são outros pontos. Para encontrar mais opções, acesse manhattan.about.com e digite free wireless no campo de busca.

Ainda nos Estados Unidos, Chicago tem um sistema caprichado. No site cityofchicago.org, você digita City of Chicago WiFi Hot Spots na busca e chega a uma organizada lista de pontos de acesso grátis - como o Millennium Park (millenniumpark.org) e a Biblioteca Harold Washington (chipublib.org).

Em Paris, você pode combinar um piquenique com a navegação na web. Leve o laptop para o Campo de Marte, o Jardim do Trocadéro e o Parque André Citroen. A capital francesa tem uma rede muito bem servida - e propositadamente pouco divulgada - com centenas de pontos. Eis o caminho: digite Pass Paris Wi-Fi na busca do site da cidade (www.paris.fr) para consultar a lista de locais com acesso assinalados no mapa (a praça atrás da Catedral de Notre Dame é um deles).

Para se conectar em Londres, escolha um café na Upper Street, registre um nome de usuário e senha e navegue grátis por uma hora - renovável quantas vezes você quiser. Informações e mapa: www.islington.gov.uk/Leisure/freeinternetaccess/technologymile.asp. A Leicester Square, a poucos minutos da Picadilly Circus, é outro ponto de internet grátis na capital inglesa.

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Inmetro vai avaliar qualidade do serviço de banda larga

O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) está instalando equipamentos em casas de voluntários que irão monitorar a qualidade do serviço de banda larga prestada pelas operadoras de telecomunicações. O trabalho será realizado a partir de convênio firmado este ano com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) braço técnico do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Os equipamentos irão monitorar a qualidade da rede por três meses, verificando também o atendimento aos usuários. Durante esse período, os voluntários não poderão usar o serviço de banda larga para fins pessoais. Souza estima que até o final do ano os 100 equipamentos programados já estarão instalados em sete das principais capitais do país. "A gente quer verificar como está o serviço real da operadora. Nós temos condições de medir com bastante precisão isso", afirmou o chefe da Divisão de Metrologia em Telecomunicações do Inmetro, Rodolfo Souza.

Segundo ele, o objetivo do projeto "é fazer a avaliação da banda larga fixa dos principais provedores que existem no mercado, tanto por cabo, como por modem, abrangendo as diversas tecnologias que existem". A metodologia foi apresentada previamente às operadoras que, entretanto, desconhecem quais os serviços contratados que estarão sendo analisados. O Inmetro está coletando os comentários das empresas sobre o estudo.

As cidades onde estão sendo efetuados os testes foram escolhidas pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil. Nessas capitais há pontos de troca de tráfego de todas as operadoras. Souza informou que isso permitirá ao Inmetro avaliar o comportamento de cada operadora. A expectativa é divulgar os resultados no início de 2010. Ele ressaltou, contudo, que o trabalho não tem característica de fiscalizção. "Ou seja, não vai aplicar uma multa". A finalidade é mostrar a qualidade do serviço que está sendo prestado. "É mais um cunho informativo".

Até a primeira metade do ano que vem, Souza espera que seja iniciada a segunda fase do estudo, abrangendo a banda larga móvel. A metodologia de testes será, entretanto, diferente da pesquisa para banda larga fixa. A ideia é o Inmetro contratar cinco ou seis serviços de banda larga móveis, sem que a operadora saiba qual é a finalidade proposta, para poder analisar a mobilidade e área de cobertura, entre outros fatores. Serão feitas divulgações parciais dos resultados, à medida em que eles sejam alcançados. O estudo deverá ocorrer em sete ou oito capitais brasileiras. A metodologia será apresentada em breve às operadoras. "Todo esse processo é muito transparente, muito claro e formal", afirmou Souza.
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Banda Larga é papel do Estado

A pedido da presidência da República, o Ministério das Comunicações apresentou, na semana passada, um documento de 197 páginas que contém a proposta de criação de um Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Sua ideia central é disponibilizar acesso à internet de alta velocidade para residências em todos os municípios brasileiros por preços acessíveis para as populações de baixa renda. É uma melhoria considerável para os brasileiros: até o ano passado só 5,19% da população tinha acesso à internet de banda larga.

É uma iniciativa altamente positiva. Levar a banda larga a milhões de brasileiros é uma iniciativa democrática de inclusão digital e uma alavanca importante para o desenvolvimento econômico, cultural e social.


Porém, uma questão crucial precisa ser resolvida para que esta iniciativa não se transforme em mais uma nefasta transferência de recursos públicos para o já multibilionário ramo da telefonia privada – quem vai gerir o plano: o governo ou o setor privado?

O governo certamente não quer que este projeto tenha o mesmo destino da TV digital que, entregue ao "mercado", mostrou-se um verdadeiro fiasco, já que apesar do poder público ter oferecido todas as condições para o seu desenvolvimento, as empresas do setor de comunicação mostraram-se ineptas e desinteressadas em popularizar a TV digital.

Os tecnocratas neoliberais do governo Fernando Henrique Cardoso, que em 1998 comandaram o maior e mais suspeito processo de privatização do país, entregando o setor de telecomunicação para grupos privados multinacionais, gostam de dizer que, com isso, o setor se modernizou e ampliou o acesso da população aos serviços de telefonia. Contudo, ainda que lucrem bilhões ao ano, as multinacionais que se apossaram do setor no Brasil prestam um serviço de péssima qualidade e não é à toa que elas encabeçam a lista das empresas mais denunciadas nos Procons de todo o país.

São precedentes que aumentam a certeza de que, no projeto de banda larga, será preciso amplificar a presença do Estado e diminuir a participação da gananciosa iniciativa privada. E é este o debate que está instalado no governo em relação ao PNBL.

Há três alternativas na mesa: uma defendida pelo Ministério do Planejamento, que aposta no modelo estatal e prevê que toda a rede fique sob controle da Telebrás, dando ao governo liberdade para definir preços e usar sua rede com finalidades sociais. Outra proposta, defendida pelo Ministério das Comunicações, prioriza a iniciativa privada; uma terceira opção, vista com bons olhos pela Casa Civil, aposta num modelo misto, conjugando empresas públicas e privadas para administrar a nova rede.

A proposta defendida pelo MiniCom é a pior. Fruto de um intenso lobby das teles, o projeto de Hélio Costa oferece o melhor dos mundos para o setor privado: entrega de bandeja, para exploração pela iniciativa privada, a rede de cabos e fibras óticas construída pelas empresas estatais; mantém o oligopólio do setor; oferece isenção de impostos e não cria entraves para a política de preços.

Diante das pressões para favorecer mais uma vez as empresas privadas – as teles, neste caso – os setores populares e democráticos devem defender as propostas que assegurem a universalização do acesso à banda larga como serviço público, estímulo aos programas federal, estaduais e municipais de internet gratuita e garantia de que a infra-estrutura pública para a banda larga a partir dos parques de fibras óticas da Petrobras, Eletrobrás e Eletronet fiquem sob a gestão centralizada da Telebrás. O projeto de Banda Larga pode ser uma janela de oportunidade para o governo regular a administração da rede no Brasil, garantindo um ambiente legal e regulatório que respeite o caráter aberto da rede, o direito à privacidade e às liberdades e impedindo que ela também seja usada apenas como fonte de lucros para a iniciativa privada.

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Projeto prevê internet gratuita nos Municípios do Setentrião Paranaense

A instalação de internet banda larga gratuita em cidades da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep) foi o principal tema na reunião da entidade, ontem, na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) de Paranacity (a 83 km de Maringá).

A previsão do presidente da Amusep, Gilmar José Benkendorf Silva (PMDB), prefeito de Munhoz de Mello, é que o projeto seja executado até meados de 2010 e, além das áreas urbanas, beneficie também os moradores das áreas rurais.

A reunião em Paranacity foi a última ordinária deste ano e discutiu também a informatização da gestão da saúde, possíveis mudanças na legislação ambiental e implantação de aulas em período integral no ensino fundamental.

De acordo com Silva, a Amusep trabalha em um programa de internet para os municípios há dois anos e a ideia já conquistou vários parceiros, como a Universidade Estadual de Maringá (UEM), Cesumar, Sebrae, Emater e Instituto para o Desenvolvimento Regional (IDR).

“Nós estaremos integrando todos os municípios com o mundo, para o desenvolvimento de agroindústrias, capacitação de pessoas, educação a distância e muito mais”, diz o presidente da Amusep, adiantando que está em contato permanente com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que teria mostrado disposição para a investir no programa.

Na semana passada, Benkendorf esteve em Brasília, juntamente com os prefeitos de Maringá, Silvio Barros (PP), e de Mandaguari, Cyllêneo Pessoa Pereira (PP), e foi recebido na Secretaria Nacional de Ciência e Tecnologia e no Ministério do Planejamento para discutir o projeto e buscar recursos. “Os técnicos ficaram empolgados e consideraram que se trata de uma ideia inédita no País”, disse.

Para Cyllêneo Pereira, que é vice-presidente da Amusep, o programa de internet gratuita “é fundamental no ensino, na saúde, na economia, no apoio ao empreendedorismo”. Ele considera que a incorporação de tecnologia é inevitável para o sucesso de escolas e de várias outras atividades.

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WiMax da Telefônica

Na sexta-feira, dia 24 de Novembro, a Telefônica iniciou, em São Paulo, os testes com a tecnologia WiMax, de banda larga sem fio, apontada como uma das sucessoras do Wi-Fi. O projeto piloto, que terá duração inicial de três meses, será realizado nos bairros de Pinheiros e Jardins, para 150 clientes. Segundo a empresa, o objetivo é verificar viabilidade técnica, a receptividade do mercado e a avaliação dos usuários.

Em São Paulo, durante os testes, o serviço terá velocidade de 2 MB para download e 600 KB para upload, com sinal enviado a partir de três estações de ERBs (Estações Rádio Base). O sistema, que tem como parceiras a Motorola e a Intel, vai funcionar a partir de um modem do WiMax instalado na casa de clientes residenciais, que recebe o sinal e redistribui para o computador do consumidor.


De acordo com a Telefônica, a operadora pretende usar o sistema para completar sua rede de banda larga --ou seja, oferecer o serviço com outros já existentes.

WiMax

O WiMax é um tipo de rede sem fio de alta velocidade similar ao Wi-Fi, com alcance superior e mais adaptada à mobilidade. Por isso, funciona melhor para cobrir grandes áreas com internet sem fio.

Um estudo feito pelo WiMAX Forum e divulgado em abril deste ano prevê que mais de 133 milhões de pessoas usarão WiMax em todo o mundo em 2012, sendo 70% deles com dispositivos móveis e portáteis --mais de mil devem ter a capacidade até lá.


Fonte: Olhar Digital

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