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Somos todos reféns da banda larga

Somos todos reféns da banda larga

Não é necessário dizer aos nossos leitores que a universalização da banda larga é fundamental para o desenvolvimento do Programa Nacional de Inclusão Digital. Estamos falando em levar a 5.664 municípios uma conexão à Internet, em alta velocidade, isso no Brasil quer dizer 1Mbps. A pergunta é: Como fazer isso em um País que não dispõe de Satélite próprio?

Esse despreparo foi causado por um erro estratégico do programa de privatizações das telecomunicações. Ao mesmo tempo em que a privatização nos permitiu chegar aonde chegamos em telecomunicações, saindo do atraso tecnológico, enfrentamos, hoje, a carência por um Satélite para abrigar o Programa. Quando não esperávamos por esse desenvolvimento acelerado do mundo tecnológico, tínhamos o nosso “Brasil Sat” que foi embora na onda das privatizações


Estamos assistindo há anos, os estudos e discussões sobre o desenvolvimento do Satélite Geoestacionário Brasileiro – SGB, sob o comando do Ministério da Defesa, e não existe nenhuma previsão para sair do papel. Assim vamos dependendo, cada dia mais, de Bandas alugadas em Satélites privados que, com o avanço das demandas por Telecomunicações, no mundo todo, ficam cada vez mais escassos os espaços disponíveis.

É verdade que alguns programas encetados pelo Governo Federal tem melhorado o avanço da Internet no interior. Haja vista o projeto PBLE – Programa Banda larga nas Escolas, que consiste em uma bem sucedida negociação do Governo Federal com as Operadoras de Telefonia que as obriga, ao invés de instalar os TUPS em pontos determinados Brasil afora, levar infraestrutura de Internet até as escolas públicas, em todos os municípios brasileiros.

Agora, mais recentemente, uma portaria do Ministro das Comunicações, instituiu a freqüência de 450 - 470 Megahertz, permitindo que a Internet chegue à chamada “Zona Rural”.

A Anatel por sua vez, está empenhada, doravante, em viabilizar o leilão dessas frequências para que possa entrar em operação. É verdade que ainda existem questões a serem resolvidas, como por exemplo, a substituição das freqüências de operação das Forças Armadas, mas isso é um assunto para outra conversa.

Há um enorme esforço governamental para que todos os brasileiros possam ter acesso à Internet em Banda Larga, mas isso não é tão fácil assim, haja vista as dimensões e as características geográficas dos mais de 8 milhões de km² que compõe o território nacional; alem, é claro, das condições socioeconômicas da população brasileira que vão da pobreza absoluta, que não pode pagar por acesso à Internet, até os milionários que podem pagar caro por uma boa conexão.

A verdade é uma só, não se pode frear o desenvolvimento, e, as tecnologias da informação e comunicação juntamente com a eletrônica, apoiados pela física avançam a passos cada vez mais velozes, com o advento da nanotecnologia, impõem aos nossos governantes, pesquisadores e às empresas de base tecnológica a busca por soluções para que o Brasil não perca o momento em que se defende a interconexão mundial dos povos por uma única infovia conhecida por “Internet” que, alias, se discute no momento em alguns fóruns, o seu futuro.

Recentemente tive acesso a um pequeno equipamento; uma minúscula caixinha, que é ao mesmo tempo um tocador MP3, gravador e sintonizador de FM. Isso é apenas para dizer que em breve esse mesmo equipamento poderá estar acessando a Internet para baixar vídeos e músicas.

É por essa razão que digo aos meus filhos, que não se assustem com nada mais, pois seus filhos, (meus netos) vão viver o tempo do holograma. Onde os aparelhos de comunicações móveis se prestarão para tudo e estarão ao alcance de todos. Já chegou ao mercado e por preços acessíveis a boa parte da população, os receptores de sinal de TV (televisores) cuja imagem é refletida por leds com tamanhos que chegam a 46 polegadas, e, com espessura de 3cm.

Portanto, aqueles que esperam pelo programa de Inclusão Digital em seus locais de residência, por mais remotos que sejam, acreditem que está bem perto a chegada desse extraordinário benefício chamado acesso à Internet em Banda Larga, mesmo que essa banda não seja tão larga assim.

Por que é importante interconectar e incluir todas as pessoas do Planeta? Por uma razão muito simples! Vivemos, hoje, a chamada sociedade da informação e assa informação necessita ser atualizada e veloz, e é mais valiosa do que o próprio dinheiro. Por essa ração as ferramentas de busca, tipo Google, Wikipédia e outras tantas, ganham a cada dia, mais e mais usuários. As pessoas estão ávidas por informação. Assim, como a Inclusão Digital é refém da Banda Larga o conhecimento é refém da informação, que necessita da Internet.

Dessa forma, quanto mais conectada é uma sociedade mais preparada ela será para enfrentar os desafios do dia-a-dia e mais preparada estará para o futuro.

Fonte: Francisco Moreira de Meneses - AliceRamos.com

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O Celular é a porta de entrada para inclusão digital


Segundo dados divulgados hoje pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), no Brasil, cada grupo de 100 habitantes, 82 pessoas têm celular. O total de aparelhos em operação no país já chegou a 157,5 milhões. Só em maio, foram vendidos 2,9 milhões de celulares, número 1,8% maior em relação a abril desse ano. E o que isso tem de tão importante?



Isso significa que a maioria dos brasileiros já está familiarizada com uma ferramenta que pode promover a inclusão digital. A tendência é que nos países em desenvolvimento as pessoas interajam com a web através dos celulares. Os aparelhos são mais baratos que os computadores e a rede 3G tende a se expandir e baratear o custo.

Tô sonhando alto? Não. Até a Nokia já percebeu esse movimento. A empresa anunciou para o segundo semestre deste ano o lançamento do 2730, um celular barato com 3G voltado para os mercados emergentes. Com o aparelho, será possível acessar o Nokia Life Tools e o OVI Mail. Dessa forma, a empresa pretende facilitar a vida do usuário e permitir que ele consiga fazer buscas e ter uma conta de e-mail sem necessariamente possuir um computador.

Já que a inclusão através da TV digital está se tornando um sonho muito complicado, o governo poderia estudar um pouco essa segunda opção. Já imaginou um programa “Celulares para todos”? Não seria mau.
Edição: Luciano Dias | Fonte:

Isso significa que a maioria dos brasileiros já está familiarizada com uma ferramenta que pode promover a inclusão digital. A tendência é que nos países em desenvolvimento as pessoas interajam com a web através dos celulares. Os aparelhos são mais baratos que os computadores e a rede 3G tende a se expandir e baratear o custo.

Tô sonhando alto? Não. Até a Nokia já percebeu esse movimento. A empresa anunciou para o segundo semestre deste ano o lançamento do 2730, um celular barato com 3G voltado para os mercados emergentes. Com o aparelho, será possível acessar o Nokia Life Tools e o OVI Mail. Dessa forma, a empresa pretende facilitar a vida do usuário e permitir que ele consiga fazer buscas e ter uma conta de e-mail sem necessariamente possuir um computador.

Já que a inclusão através da TV digital está se tornando um sonho muito complicado, o governo poderia estudar um pouco essa segunda opção. Já imaginou um programa “Celulares para todos”? Não seria mau.

Fonte: FW

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A Anatel Proibe novas assinaturas do serviço de banda larga da Speedy Telefônica

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) vai proibir, a partir da semana que vem, a habilitação de novas assinaturas do serviço de banda larga Speedy. A medida, que tem caráter cautelar, será publicada no "Diário Oficial da União" na segunda-feira, 22.

A decisão deve durar até a prestadora comprovar para a Anatel que está tomando medidas para melhorar a qualidade do serviço e para coibir novas falhas. A expectativa da Anatel é de que isso seja feito em 30 dias. A empresa registrou seguidas panes nos primeiros meses deste ano.

Se descumprir a medida, a empresa pode ser punida com multa de R$ 15 milhões, além de R$ 1.000 por assinatura habilitada. Além disso, a Telefônica deverá publicar comunicado informando a situação aos consumidores.

A decisão teria sido tomada pelo conselho da agência em reunião na quarta-feira.

A Telefônica informou que "não teve conhecimento oficialmente" do caso, por isso não se manifestou.

Atualmente, a Telefônica tem cerca de 2,6 milhões de usuários do Speedy no Estado de São Paulo. No primeiro trimestre, foram cerca de 100 mil novas assinaturas, de acordo com a empresa de consultoria Teleco.

Fonte: Uol

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