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Clandestinidade é que leva inclusão digital a classe C

Documentos oficiais mostram que existem hoje no país 180 mil lan houses, que atendem 31 milhões de pessoas, a imensa maioria delas pobres. Ou seja, a inclusão digital no Brasil é informal e, na prática, clandestina.

Mas mesmo com os preços de computadores em queda e o valor cobrado pela conexão individual custando em média R$ 80,00, o acesso à internet ainda é um sonho para milhões de brasileiros das classes C, D e E. Nos bairros da periferia, onde o poder da população é baixo, as lan houses têm sido a melhor alternativa para quem precisa se conectar à web 2.0. “A gente mapeou 350 lan houses na periferia de Natal”, conta Rafael Maurício da Costa, que é diretor administrativo e representante no Norte e Nordeste da Associação Brasileira dos Centros de Inclusão Digital (Abcid).

Por conta de uma legislação cada vez mais restritiva e pela falta de uma regulamentação para o setor, Rafael da Costa conta que mais de 90% das lan houses trabalham na informalidade.

Rafael da Costa disse que uma comissão especial já foi criada na Câmara dos Deputados. Para funcionar, as lan houses precisam de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), inscrição municipal, alvará municipal e estadual, além da autorização do juizado. Dados do setor mostram que 81% das lan houses são totalmente informais, 13% têm apenas o CNPJ, 3% possuem alvará da prefeitura e CNPJ e somente 1% conta com todos os documentos exigidos.

Segundo Costa, esse é um dos motivos que geram dificuldades para o setor e é uma das razões para as lan houses se manterem na informalidade.

Em Natal, disse Costa, também influiu na redução do número de lan houses, que chegou a ser de mais de 400 na periferia, uma lei municipal que proíbe a sua instalação a menos de 500 metros de escolas, que aí engloba diversos tipos de cursos e ensinos, e não apenas o ensino regular e formal.

Para funcionar, as lan houses precisam de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), inscrição municipal, alvará municipal e estadual, além da autorização do juizado. Dados do setor mostram que 81% das lan houses são totalmente informais, 13% têm apenas o CNPJ, 3% possuem alvará da prefeitura e CNPJ e somente 1% conta com todos os documentos exigidos.

Apesar da queda dos preços dos computadores e da expansão dos pontos públicos de acesso à rede, essas conexões ainda estão distantes de muita gente. Mas em todo lugar tem uma lan house. E onde tem uma lan house, tem pelo menos uma pessoa que entende de internet para auxiliar quem não tem intimidade com o computador.

É essa combinação de equipamento disponível a baixo custo - a hora custa entre R$ 0,50 e R$ 5 - com “instrutores” de plantão que faz com que as lan houses cumpram esse papel de disseminar o acesso à rede, tornando-se o segundo lugar de onde mais se navega, atrás apenas do domicílio. Segundo o IBGE, 21,9% dos internautas usavam lan houses em 2005. Em 2008, último dado disponível, o percentual tinha subido para 35,2%.

Cruzeta tem projeto de inclusão premiado

Uma lan house pode ir além de um ambiente criado exclusivamente para as pessoas terem acesso à internet e aos serviços que ela propicia. Pois foi pensando assim, que o bacharel em Turismo Willamy Galvão da Silva, 21 anos, desenvolveu ações que facilitassem o acesso dos frequentadores de um telecentro público em Cruzeta, na região do Seridó, a benefícios culturais e sociais no município, como palestras sobre Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DST), drogas, alcoolismo e violência dentro da escola.

Willamy Galvão disse que também criou uma gincana para arrecadar brinquedos e alimentos para famílias carentes de Cruzeta. “A gente também precisa pensar no próximo, num mundo em que cada vez mais só se pensa no crescimento individualizado”, diz ele, cuja experiência no Telecentro foi inscrita no Prêmio Conexão Cultura, promovido pela TV Cultura de São Paulo, para onde ele viaja quarta-feira, 31, para assistir a entrega da premiação.

Galvão é voluntário da Escola de Inclusão Digital e Cidadania de Cruzeira, criada a partir de uma parceira feita entre a prefeitura e a Emater. Ele começou como estagiário e tem um contrato de dois anos para gerir o curso básico de informática para turmas de 25 alunos.

Foi com esse pessoal que ele realizou palestras, as quais resultaram na inscrição para o Prêmio, que é uma iniciativa da Fundação Padre Anchieta e pretende reconhecer ações de telecentros e lan hoses que vão além das funções cotidianas.

“Ao longo das nossas vidas, acabamos deparando com o que, muitas vezes, achamos que ainda não existe”, foi como Galvão justificou, inicialmente, a inscrição do seu projeto, que vai concorrer na categoria “Melhor Prática de Gestão Pública”, com outros dois finalistas, um do Ceará e outro de Minas Gerais.

Ele contou para a FPA que teve interesse pela informática “muito cedo”, e que morava numa região onde anos atrás era difícil adquirir um computador, devido o seu alto custo. Quando tinha 13 anos, sua mãe resolveu inscrevê-lo num curso de informática: “Como não tinha computador em casa, apesar de ter feito o curso, perdi a prática, só anos depois que voltei a praticar, quebrar, descobrir e consertar, e sou apaixonado por informática”, dizia ele.

No pedido de inscrição para o Prêmio Conexão Cultura, Galvão informava que o seu trabalho no telecentro começara em abril de 2009, quando foi escolhido numa seleção para exercer o cargo de monitor da Escola de Inclusão Digital e Cidadania da cidade. “A partir de uma capacitação, pude começar a exercer o cargo, e de lecionar na própria escola como voluntário, foi quando recebi uma aluna com faixa etária de 45 anos que nunca tinha tido contato com um computador, e ali, começava pra mim, um desafio”.

Segundo ele, o curso se destacou por não ter registrado nenhuma desistência nos seis meses de duração. “Exercer o cargo de monitor não é apenas chegar e fazer com que o aluno “aprenda”, é muito mais do que isso. É ser amigo, é ser responsável, é ser paciente”.

Para ele, é gratificante saber que hoje contribuo “para uma sociedade melhor, uma sociedade mais digna, que sabe os seus direitos e os seus deveres”.

Lan houses possibilitam inclusão digital dos pobres

Para situar a importância da lan house para as classes “C” e principalmente “D” e “E”, Rafael Maurício da Costa diz que a região Norte/Nordeste é aonde mais se acessa a rede mundial de computadores por meio de telecentros. “Nós respondemos por 70% do acessos”, diz ele.

Outro fato levado em conta é que o PNAD 2008, a chamada Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE, mostrou que 82% das pessoas que ganham até um salário mínimo só acessam a internet em lan houses.

A questão das lan houses foi tema de um workshop nacional realizado ontem em Natal, “tal a sua importância para as pessoas que não têm como acessar a internet de casa, onde por um PC passam quatro pessoas, enquanto no telecentro podem passar 400 pessoas”, disse Rafael Maurício .

Durante o evento foi feito uma espécie de “batismo” para as pessoas, que não conhecem a internet. Elas puderam ver e conhecer os serviços que podem obter por meio da internet, além do fato de se comunicarem com as pessoas ou familiares que estão distante, através do MSN, e-mails e redes sociais, como o Orkut, que é a mais acessada no Brasil.

Costa também contesta o preconceito contra as lan houses, tidas como locais onde as pessoas acessam sites pornôs. Segundo ele, a Internet Security tem um estudo, no qual informa que 8% dos acessos a sites pornográficos ocorrem nas lan houses, a maioria disse ocorre em casa ou em outros locais.

Nas lan houses, segundo ele, existem recursos e gerenciadores, que bloqueiam o uso de sites desses tipos, assim como existem programas que cadastram os usuários das lan houses.

Já a Abcid diz que 14,5% dos incidentes de insegurança e crimes pela internet no Brasil ocorrem em lan houses, apesar de que esses estabelecimentos tenham 48% dos acessos no país.

Costa disse que essas casas investem em segurança sempre, porque senão acabam perdendo a sua clientela ou ficam com suas máquinas parando por muito tempo.

Segundo pesquisa do Comitê Gestor da Internet, 72% dos usuários da internet têm até 24 ano, sendo que 68% dos usuários da lan house usam internet para enviar e receber e-mail, enquanto 66% são das classes “C”, “D” e “E”.

Internet é um livro aberto, diz jovem

Numa rápida passagem em Felipe Camarão e Cidade Nova, a TRIBUNA DO NORTE constatou o quanto é importante as lan houses para as pessoas que residem na periferia de Natal. Em duas lan houses, estavam à mostra em cada uma delas, uma fila de dez a quinze computadores de mesa.

Na rua Professor Antônio Trigueira, 615, e em volta do quarteirão, em Felipe Camarão, funcionam pelo menos três lan houses, segundo Jacira Gomes, dona do prédio onde foi instalada a maior delas.

“Aqui, se tiver pornografia o dono manda tirar, ele é crente”, avisa logo a proprietária do prédio. A lan house funciona de segunda a domingo, das 8 às 22 horas, e o cliente pode pagar R$ 0,25 pelo acesso mínimo de dez minutos. A cada hora, que custa R$ 1,50, o usuário tem mais dez minutos de bônus grátis.

Com todas essas vantagens, a lan house tem três funcionários que se revezam nos três turnos, inclusive o estagiário Felipe Lemos, um adolescente, que diz ser o Orkut o site mais acessado, principalmente pelos jovens. Ele informa que a loja oferece outros serviços como scanner, fotos digitais, banners e digitação.

Ramilton de Souto Cunha tem um computador em casa, mas quando está na rua sempre se utiliza de uma lan house, como na tarde de quinta-feira, dia 18, quando foi visitar a namorada em Felipe Camarão. “Não ia voltar para casa, então passei para falar e trocar mensagem pelo MSN com a minha família, que mora em João Pessoa (PB).

Ailton Melo passara por uma lan house em Cidade Nova. Como vendedor de massas e biscoitos em supermercados da periferia, disse que não tem como estar em casa toda hora. Então, quando passa com uma compra para a empresa em que trabalha, sempre mandam um e-mail, com o boleto de pagamento, que ele retira em qualquer lan house por onde passa. “Não preciso voltar para casa”.

Isabel Oliveira, 14 anos, toma conta de uma lan house da mãe, quando não está na escola, em Cidade Nova. Segundo ela, a maioria dos frequentadores são os estudantes, que trocam mensagerns, baixam músicas e clips, mas tem também pequenos empresários, que usam a lan house, por exemplo, para darem entrada em documentos no Detran.

“A internet é um livro aberto”, diz Isabel Oliveira, para adiantar que os jovens também fazem pesquisas e trabalhos escolares e qualquer conteúdo pornográfico é automaticamente bloqueado pelo sistema gerenciador do computador que monitora os passos dos usuários.
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A menor taxa de inclusão digital do país fica em Alagoas

A edição do mês de março da revista Info trás uma reportagem sobre a situação do número de pessoas com acesso a internet no Brasil, tomando como base um estado realisado a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio (PNAD) 2008. Essas pessoas com acesso a internet são são oriundas de residências, Lan Houses, Escolas e qualquer outra possíblidade de acesso existente.

Neste estudo, o Estado de Alagoas aparece como o pior do Brasil, com apenas 17,8% da população com acesso a web. Alagoas está atrás de estados como Piauí e Maranhão. Outro dado interessante que a reportagem apresenta é a alta taxa de navegantes que acessam a internet através de Lan Houses, principalmente em regiões como o Norte e o Nordeste.

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Brasil tem que seguir o modelo das Internet gratuita de Campo Bom

Desde que foi implantado, em novembro de 2009, o programa W-Wirelles, que oferece internet grátis a 100% da população em Campo Bom, vem atraindo a atenção de administradores de muitos municípios da região e de todo o estado. “São tantos município que tem entrado em contato com a gente por telefone e pessoalmente que já perdemos a conta”, afirma o coordenador do Departamento de Informática do Município, Fabiano Boff. “Por ser uma inovação no Brasil, sendo o primeiro município que cobre 100% do seu território com o sinal wirelles, temos atraído a atenção de muitas administrações municipais que querem saber da parte técnica e logística do processo de implantação desse programa”, confirma Boff.

Entre os municípios que já compareceram em Campo Bom para conhecer o W-Wirelles, estão administradores municipais de Bagé, Gravataí, Farroupilha, Nova Hartz, além de muitos outros que procuram informações por telefone. “É bom ver que Campo Bom serve como um exemplo positivo de inclusão digital e democratização da informação através de seu programa de internet gratuita para a população”, comemora o prefeito Faisal Karam.

Entre os administradores que estiveram em Campo Bom conhecendo de perto o programa, está o prefeito do município de Mariano Moro, Ivan Devensi, que esteve na cidade semana passada. Ele pretende implantar programa semelhante em sua cidade, no noroeste do estado, a cerca de 400 quilômetro de Campo Bom. “Fiquei sabendo através de contatos na Assembléia Legislativa do Estado que Campo Bom está com um programa inovador que oferece internet gratuita para a população e fiquei interessado em implantar algo semelhante no nosso município”, conta Devensi. O prefeito garante que os planos são mais modestos para a cidade de cerca de 2.500 habitantes, a maioria vivendo na área rural do município. “A ideia é levar o sinal gradualmente para a nossa população, pois sabemos que a comunicação é essencial para o desenvolvimento econômico e social de um município”, conta o prefeito.

Desde sua implantação, em outubro, o programa W-wirelles já conta com mais de 4 mil pessoas cadastradas na prefeitura de Campo Bom que estão aptas a receberem o sinal gratuito, 24 horas, por meio das 14 torres de distribuição espalhadas pelo município. Para o cidadão campo-bonense receber o sinal gratuito é necessário efetuar seus cadastro na prefeitura, onde recebe um login e uma senha de acesso. Para ter acesso ao sinal é necessário que o cidadão possua um equipamento de recepção wirelles ou uma antena instalada em sua casa ou computador.(Ass.PMCB)

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Anápolis entre ser uma Cidade Digital preferio ter infocentos

Anápolis aposta em plano diretor para estruturar Cidade Digital

Segunda maior cidade de Goiás em termos de número de habitantes, Anápolis, a 48 quilômetros da capital, Goiânia, saiu em primeiro para se tornar digital. O município de 335 mil habitantes deu o pontapé inicial ao processo em outubro, quando a prefeitura realizou eventos dentro da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. "Fizemos o batismo digital durante o evento. Abrimos a discussão", conta Fabrízio de Almeida, diretor de Ciência e Tecnologia da prefeitura. Segundo ele, já havia ações esparsas, como alguns telecentros, oferecimento de serviços de governo eletrônico e outras, mas agora a iniciativa está se estruturando como algo integrado.

O projeto de Anápolis aposta principalmente na formulação do plano diretor da cidade para o estabelecimento de um anel de fibra ótica. O plano será discutido durante janeiro e fevereiro com diferentes setores da economia, universidades, outras esferas de governo e população. "Queremos pensar em médio e longo prazo, incluir o setor produtivo, pensar a Cidade Digital como ferramenta de inclusão social e econômica. Tem que ter um diferencial como desenvolvimento social e econômico", pontua Almeida. Para isso, o plano diretor será discutido com setores produtivos e universidade.

A inclusão dos diferentes setores na discussão se dá na intenção de partilhar a infraestrutura. "Não queremos montá-la só para a prefeitura. Queremos contar com o apoio das empresas. Utilizamos o parque tecnológico delas e elas, o nosso. A fibra não será só para uso do governo municipal, mas também o poder público estadual e federal", explica o diretor de Ciência e Tecnologia. Segundo ele, na discussão do documento, cada setor vai manifestar o que precisa e, assim, será possível "dar um tiro mais certeiro". A escolha da fibra é devida à necessidade de banda larga em longo prazo. O anel já está sendo montado. O plano diretor servirá, portanto, para discutir formas de compartilhamento e uso.

Atualmente, a cidade conta com dois links de internet (um de 12 Mbps e outro de 4 Mbps), utilizados pelos órgãos da administração direta. A rede é sem fio, utilizando tecnologia Wi-Fi, por meio de cinco torres de transmissão. Cada uma das 64 escolas conta com um link de 500 Kbps, contratados pela prefeitura à concessionária telefônica atuante no Estado, enquanto não chega o link do Programa Banda Larga nas Escolas, do Ministério das Comunicações. A rede escolar tem espaços digitais, equivalentes a laboratórios de informática.

A intenção é unificar a infovia e a forma de contratação do link. A Secretaria de Planejamento vai centralizar a contratação de banda de internet, que será um link mais dedicado, contratado de uma empresa diferente da atual, que não vem dando conta das expansões necessárias. "O processo de Cidade Digital já está funcionando nas escolas, mas é primário. Acontece em 10 escolas. Deste primeiro ensaio vem nosso olhar crítico", diz Almeida. "Nós temos o seguinte problema: há escolas para as quais o provedor local não consegue levar o link de internet. Queremos resolver o gargalo", planeja.

Os planos para a área da educação incluem ainda o uso dos laboratórios de informática pelos pais de alunos e pela comunidade, fora dos horários de aulas. As escolas, que já contam com um software de gestão, vão ganhar neste ano um sistema incrementado, que deixará toda a vida escolar digitalizada e online: histórico, declarações, certificados, etc. Pais vão poder saber de casa como anda o desempenho dos filhos e os dados, já digitalizados, servirão para facilitar a entrega de informações para o Censo Escolar. Um benefício extra é a redução no uso de papel nas escolas. Em uma segunda etapa, em 2011, a matrícula será feita por meio de call center, com ligação gratuita.

Na área de saúde, os próximos passos incluirão o agendamento online de consulta. Primeiramente, o cidadão poderá agendar consulta e exames em qualquer posto de saúde da rede comparecendo a qualquer uma das 46 unidades de saúde da rede: 31 unidades do Programa de Saúde da Família; quatro unidades secundárias e 11 postos de saúde. No futuro, o agendamento poderá ser feito pela internet, a partir da casa das pessoas.

Na área de segurança pública, câmeras de monitoramento, adquiridas com verbas do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), estão sendo instaladas, em parceria com o governo estadual. "Estamos com um link dedicado, colocamos torres e interligamos as câmeras", pontua o diretor de Ciência e Tecnologia. A Companhia Municipal de Trânsito e Transportes também vai usar as imagens captadas pelas câmeras.

Os planos de Anápolis incluem ainda a colocação de hotspots em pontos específicos, como escolas e praças públicas. Até fevereiro será inaugurado um no Centro Administrativo (local onde fica a prefeitura). Para utilizar, os cidadãos precisarão preencher um cadastro online.

Projetos diferenciados

Dentro do espírito, citado por Almeida, de o projeto de Cidade Digital ser ferramenta de inclusão social e econômica, a prefeitura já planeja e desenvolve iniciativas que fomentam atividades econômicas. Uma delas é o Expresso Digital, que consiste em dois ônibus com computadores e acesso à internet, usados para dar aulas de informática à população e prover acesso à internet em eventos.

"Nos eventos, o acesso é livre. Fora deles, estacionamos por um período em determinados locais, como escolas, e oferecemos aulas de informática", explica o diretor de Ciência e Tecnologia. Recentemente foi oferecido um curso aos trabalhadores do Mercado Produtor (central de abastecimento do município), com duração de quase três meses, com aulas duas vezes por semana.

Outro projeto que procura estimular a economia local é o Lan House Social, que envolve ações de estímulo ao empreendedorismo com proprietários desses estabelecimentos. O município vai comprar horas de acesso à internet das lan houses para uso de famílias inseridas no programa Bolsa Família. A ideia de estabelecer um projeto com esses locais surgiu depois que Almeida pesquisou dados do Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.Br) que indicam que 80% da população brasileira acessa a internet via lan houses. "As lan houses já são uma coisa estabelecida. Queremos incrementar o setor", diz.

Com o Lan House Social, a intenção é cumprir três objetivos. O primeiro é inclusão social para as pessoas do Bolsa Família. O segundo é estimular o empreendedorismo dos donos de lan houses. "Boa parte tem alvará, mas muitas vezes trabalham na clandestinidade. Queremos estimular a legalizar o estabelecimento com CNPJ, para que possam entrar nos financiamentos, e fomentar a noção de que são micro ou pequenos empresários", explica Almeida. Por último, pretende-se oferecer cursos de informática para a população, ampliando os espaços de inclusão digital no município.

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Lan house ganha do telecentro em preferencia no acesso à internet

Os brasileiros não precisaram de computador em casa ou no trabalho para conectar-se à internet. Os pequenos estabelecimentos onde o uso do computador é pago, são a principal ferramenta de acesso.

Mais internautas a cada dia. De 2005 para 2008, o número de pessoas que acessaram a internet no Brasil aumentou 75,3%. A região que mais usa é a Sudeste (40,3%) e o Nordeste aparece por último (25,1%), segundo o IBGE.

Estimulando a redução do preço dos computadores e criando locais de acesso gratuito à rede, o poder público tem contribuído para a inclusão digital. Mas são lugares como lan houses, com apenas sete terminais, que estão levando a internet para o maior número de pessoas e o preço é convidativo: um real por hora.

Uma constatação da pesquisa surpreendeu. A lan house já ocupa o segundo lugar na preferência dos internautas brasileiros (35,2%). Os acessos são mais frequentes que no ambiente de trabalho (31%), só perdem para os computadores de casa (57,1%). E mais, no Norte (56,3%) e no Nordeste (52,9%) a lan house é imbatível.

“Quanto menor o rendimento maior o número de pessoas que estão acessando desses centros gratuitos ou pagos. Então que é isso? Uma forma que a população de baixa renda consegue se inserir na rede, foi esse o canal, o jeito brasileiro de se inserir na rede”, diz Cimar Azeredo, gerente do IBGE.

Os jovens, entre 15 e 17 anos, são os mais conectados. Mais de 60% deles usaram a rede em 2008. As razões estão na ponta da língua:

“Eu uso mais pra jogar”, diz um jovem.
“Às vezes fazer trabalho da escola, pesquisar”, comenta outro.

Mas o que eles gostam mesmo é de encontrar amigos na tela, entre muitos amigos ao vivo e o melhor lugar para isso é a lan house.

“É chato ficar em casa, dá desanimo, e também tem o irmão que quer usar, o pai que quer usar, aqui eu sento no computador e saio a hora que eu quero”, diz um garoto.

“Você pelo menos vê as pessoas conversando, todo mundo animado, aí já anima bem”, comenta Wellington Soares, publicitário.

Apesar de tantos novos internautas, quando a pesquisa foi feita 104 milhões de brasileiros ainda não tinham acesso à internet. Gente que está deixando de ter uma legião de amigos.

“No Orkut tenho 600 amigos, no MSN 150”, diz Lohan Henrique de Souza, estudante.

A pesquisa também revelou que mais da metade da população já possui um celular. Entre 2005 e 2008, o número de brasileiros que tem um celular saltou de 36 para quase 54% da população. O que equivale a mais de 86 milhões de pessoas.


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Prefeitura de São José lança cidade digital

Pioneiro em Santa Catarina , o projeto prevê a utilização de tecnologia de ponta para prover serviços eletrônicos inovadores em diversas áreas, entre elas educação, saúde, assistência social, segurança, receita e desenvolvimento econômico.

Com a palestra A Inclusão Digital como fator de desenvolvimento social nas cidades, o secretario executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), Luiz Antonio Elias, participa do lançamento do projeto São José: Cidade Digital, em São José (SC). Para o prefeito Djalma Berger, o sistema revolucionará a relação entre os órgãos do Poder Executivo municipal e a população.


Dezoito sub-projetos integram o São José: Cidade Digital, possibilitando a integração dos serviços e órgãos da administração pública por intermédio de infraestrutura de comunicação sem fio e com fibra óptica. Neles estão inclusos acesso à internet grátis para a população, após a instalação física da rede de comunicação; monitoramento eletrônico dos prédios públicos; portal de informações e serviços a sociedade; sistema de compras eletrônicas; sistema de declaração eletrônica de tributos e nota fiscal eletrônica; sistema integrado de saúde on-line; sistema de indicadores de desempenho; sistema integrado de educação on-line; sistema de geoprocessamento para atualização do IPTU.


Fazem parte ainda o cartão do cidadão para controle de benefícios; outsourcing de impressão; sistema de controle de acesso de pessoas e veículos, bem como ponto eletrônico para controlar a freqüência dos funcionários; sistema de frotas (Operação Frota Legal); sistema de telefonia e comunicação; implantação de 20 Centros de Acessos a Tecnologia para a Inclusão Social (Catis), Datacenter da Prefeitura e sala de gestão e acompanhamento do Business Inteligence.


O MCT garantiu investimento de R$1,8 milhão para a instalação dos Centros de Acesso a Tecnologias para Inclusão Social, inclusive com aquisição de computadores e implantação do Datacenter. Os demais projetos serão mantidos com recursos próprios da Prefeitura e por convênios federais e estaduais em andamento.



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No dia 2 de dezembro será ativado o Rio Digital


A Secretaria estadual de Ciência e Tecnologia está tirando as dúvidas dos moradores da Baixada Fluminense sobre a instalação dos equipamentos para a captação do sinal gratuito de internet sem fio nos seis municípios que recebem a primeira fase do programa Rio Estado Digital.

A inauguração do programa na Baixada será no próximo dia 2 de dezembro, com as presenças do governador Sérgio Cabral e do secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso. Mas, até lá, diversas ações serão feitas para explicar aos moradores como captar o sinal.


Para captar o sinal, as pessoas precisam instalar uma antena nas suas casas, da mesma maneira que se faz para captar o sinal da televisão. Só quem mora a até 60 metros de uma antena de transmissão e usa notebook está livre de comprar a antena, já que o notebook consegue captar o sinal. Fora isso, será necessário comprar equipamentos.

A antena para captar o sinal deve ser do tipo 24dBi, com mastro e suporte de montagem. Também é necessário comprar um fixador para o mastro da antena, um adaptador USB com saída para antena externa e um cabo com conectores específicos para USB e para antena externa. O custo total desses equipamentos é de até R$ 150.

Uma equipe de técnicos da Faetec está percorrendo as ruas das cidades da Baixada Fluminense para mostrar o passo a passo de como instalar a antena e ligar o computador à rede gratuita de internet. Nesta terça-feira, os técnicos estarão na Praça da Associação de Moradores da Vila Operária, em Duque de Caxias, das 9h às 17h.

Além disso, foi montado um site (www.baixadadigitalrj.com.br) com todas as informações sobre o programa e a localização das torres de transmissão do sinal de internet. E a partir do dia 30 de novembro, a Secretaria de Ciência e Tecnologia disponibilizará um serviço de telefone (2332-4085) para que os moradores esclareçam suas dúvidas.

A primeira fase do projeto Rio Estado Digital na Baixada Fluminense vai beneficiar cerca de 1,7 milhão de pessoas. O sinal vai chegar a todo o município de São João de Meriti, a 60% da população de Caxias e Belford Roxo e a 20% das cidades de Nova Iguaçu, Mesquita e Nilópolis.

A velocidade do sinal emitido por cada antena é de 400 Mbps, o que não significa que os moradores acessarão a internet nesta velocidade, já que vai depender do número de pessoas conectadas a cada antena retransmissora.

"Neste primeiro momento, cerca de 10% da área de cobertura do programa pode não receber o sinal gratuito de internet por causa das chamadas áreas de sombra, da mesma maneira que ocorre com as transmissões de televisão e a telefonia celular. Essas distorções serão corrigidas com a instalação de novas antenas nos municípios", ressalta o secretário de Ciência e Tecnologia do Estado, Alexandre Cardoso.

A segunda fase do Rio Estado Digital na Baixada Fluminense vai começar no início do ano que vem e beneficiará mais 1,3 milhão de moradores, alcançando toda a extensão da Baixada. A previsão é que o sinal gratuito de internet esteja liberado, nesta segunda fase, até o fim de abril de 2010.

Passo a passo da instalação:

- Acesse o site www.baixadadigitalrj.com.br e procure pela torre mais próxima de sua casa.

- Só compre a antena se do alto de sua casa você conseguir enxergar uma das torres do programa Rio Estado Digital.

- Para obter o sinal é necessário: uma antena 24 dBi, com mastro e suporte de montagem com graduação de ângulo; fixador para mastro; adaptador USB com saída para antena externa; cabo de conexão com conectores específicos para o adaptador USB e para a antena.

- A instalação da antena externa é semelhante à de uma TV. Para regulá-la, uma pessoa mexe na antena do lado de fora de casa e outra verifica no computador se o nível de sinal está satisfatório.

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Vereador quer internet grátis


O vereador Carlos Alberto Cavalcante, o Carlinhos da Balbo (PPS), aguarda apenas o sinal verde do prefeito Barjas Negri (PSDB) para colocar em prática um programa que pode transformar Piracicaba numa cidade mais tecnológica. Requerimento assinado pelo parlamentar, aprovado semana passada, por unanimidade, pede que o chefe do Executivo analise a possibilidade de a Prefeitura ceder sinal de internet gratuito à população.

Carlinhos deixa claro que a ideia não é garantir computadores mais baratos ou estimular a doação de equipamentos. O objetivo é facilitar o acesso das pessoas que têm, ou ainda não possuem computadores que possam funcionar em pontos diversos de Piracicaba.

Onde não há sinal, as máquinas não operam. Em lugares particulares, as pessoas adquirem pacotes disponibilizados por empresas especializadas em internet e telefonia. Com o sinal gratuito, a Prefeitura asseguraria esse direito, sem que os piracicabanos tivessem de desembolsar algo por isso.

No texto referendado no plenário da Câmara, Carlinhos da Balbo quer saber se, havendo a possibilidade de cessão do sinal à internet, qual o prazo para a implantação da novidade.

O investimento, não mensurado pelo vereador, de acordo com o socialista, seria de responsabilidade do poder público. O período máximo para a resposta do requerimento, segundo Carlinhos, é de 15 a 20 dias. O prazo já está correndo.

Entre as justificativas apresentadas pelo vereador para a cessão do sinal em vários pontos da cidade, aparece o que trata sobre a importância da rede mundial de computadores.

"A internet é uma grande revista na qual há informação sobre qualquer tema. Essa riqueza de informação é boa porque nos permite a análise de um amplo leque de materiais sem que tenhamos de nos deslocar para isso", diz.

FACILIDADE. Carlinhos da Balbo faz um parâmetro com o que acontece hoje em dia. Ele observa que o acesso à rede 'a partir da residência é cada vez mais facilitado'. 'Bem como, a partir da escola, há cada vez mais lugares, inclusive públicos, onde o acesso à internet é gratuito, a exemplo de bibliotecas e outros pontos', salienta.

Leitura fácil, informação, inclusive sobre a Prefeitura, Câmara e outros setores públicos, a um clique, é a finalidade do sinal gratuito.

Se o prefeito alegar que não há condições de colocar em prática a sugestão, o vereador deixa claro, no requerimento, que os argumentos sejam listados pela administração.

"Numa última hipótese, se (a proposta) não vingar por meio de requerimento, vou propor em indicação", frisa.

Fonte: http://www.gazetadepiracicaba.com.br/

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Internet grátis na baixada vai cobrir inicialmente seis municípios



Internet grátis na baixada vai cobrir inicialmente seis municípios.

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Câmara de Vereadores de Cabo de Santo Agostinho aprova projeto que garante internet gratuita

Lei só entrará em vigor se o projeto foi encaminhado e sancionado pelo Poder Executivo

Foi aprovado na Câmara de Vereadores do Cabo de Santo Agostinho, o projeto de lei que garante gratuidade da internet a população cabense. O objetivo é disponibilizar internet sem fio aberta a todos.

Apesar de ter sido aprovado por unanimidade, a lei só entrará em vigor se o projeto foi encaminhado e sancionado pelo Poder Executivo.

O projeto de autoria do vereador Ricardinho (PPS) pretende contribuir para o desenvolvimento econômico e cultural da cidade. A proposta é que a internet beneficie não só os moradores, mas as escolas, unidades policiais e postos de saúde.

Se entrar em vigor, o projeto será utilizado como ferramenta para estimular que a população fique em dia com o IPTU. Para ter acesso à gratuidade será necessário informar endereço de recepção do sinal, dados pessoais e estar com o IPTU pago.

De acordo com o projeto de lei, os comerciantes, empresários, autônomos ou profissionais liberais que também quiserem se receber a internet gratuita, deverão estar quites com todos os tributos e taxas de sua respectiva atividade com o governo municipal.

pe360graus.com

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Prefeitura de Cuiabá vai financiar aquisição de antena para acessar internet


Os moradores mais distantes das áreas beneficiadas com o sistema de inclusão digital ofertado pela Prefeitura de Cuiabá (Internet para Todos) podem adquirir as antenas de captação desse revolu cionário projeto por meio de um programa especial de financiamento, já aberto pela Municipalidade no Cuiabanco. O prefeito Wilson Santos informou que vão ser financiadas mil antenas. O preço unitário varia entre R$ 60 a R$ 80 reais, e o equipamento pode ser facilmente instalado nos quintais, ‘ exemplo de uma antena comum de televisão’, descreve.


"O pessoal do Cuiabanco vai procurar os líderes comunitários e estabelecer as cotas de cada parcela. Tudo para facilitar com que tenham internet grátis. A instalação dessa antena só é necessária – vejam bem – àqueles que moram além dos dois quilômetros da faixa de cobertura local. No mais, mergulhem nesse mundo da internet com entusiasmo e dedicação. Afinal, o computador descortina a todos um novo mundo".

Wilson fez esse anúncio no bairro Pedra 90, durante cerimônia de apresentação do Internet para Todos (19-10), projeto desenvolvido na Capital pela Stelmat. As antena s (caso dos habitantes do Grande Pedra 90), instruiu, devem ser posicionadas em direção à instalada na caixa da ETA do Tijucal: "Isso permitirá imediata sintonia com o mundo da internet. E o custo mensal desse benefício é zero. Vocês não terão que pagar mais prestação de internet. É a Prefei tura quem paga essa conta".

O prefeito enfatizou que o programa Internet para Todos objetiva amparar aqueles que precisam de computador e não têm recursos financeiros para bancar a aquisição do equipamento e pagar internet. Outra proposta do Palácio Alencastro é financiar também computadores:

"Gostaríamos de fazer mais pela população de Cuiabá. Infelizmente, esbarramos em limitações de ordem financeira. Mas isso não impede que nossa determinação de trabalhar pelo social sofra redução. Poderíamos ter lançado esse projeto em outro grande bairro de Cuiabá, porém optamos por lançá-lo no Pedra 90. Uma comunidade privilegia da, sede familiar de muitos amigos meus. Por meio desse programa gratuito de internet, vocês podem efetuar pesquisas, manter contato com familiares distantes, assistir a filmes, ouvir músicas e, enfim, ter 'n' de atividades de lazer e na área cultural".

Fonte: 24 Horas News

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Até aldeias indígenas vão ter Internet Grátis na Amazonia


Com um investimento de R$ 800 mil, índios de cinco aldeias do Amazonas começaram a ter acesso à internet no início de outubro.

A proposta é de que 2,5 mil jovens indígenas tenham acesso à rede e a principal intenção do projeto é dissiminar a cultura indígena, segundo as informações da Secretaria de estado para os Povos Indígenas (Seind).

"Os jovens terão a oportunidade de acessar um computador e de receber a capacitação para o seu manuseio. Eles vão poder usar toda a tecnologia para adquirir e divulgar conhecimento", disse o secretário Jecinaldo Barbosa Satére.


O projeto seguirá em breve para Manaus, onde a inclusão digital representará uma melhora no acesso à rede de energia elétrica em aldeias mais isoladas.

"Não é só inclusão digital que os indígenas querem. Todos precisam de acesso ao saneamento básico, cuidados com a violência, atenção social, saúde e moradia", finalizou Sateré.

[Fonte]

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29 milhões de casas vão ter Internet rápida a R$ 9,90

29 milhões de casas vão ter Internet rápida a R$ 9,90

Projeto será lançado em novembro; ministro descarta reativar Telebrás e quer parcerias

O governo federal faz os preparativos finais para lançar, em novembro, seu plano nacional de banda larga. O objetivo é que, em cinco anos, a internet rápida chegue a 29 milhões de residências em todas as regiões do país. O plano seria voltado a famílias de baixa renda e a áreas onde há pouca oferta de sinal para banda larga.

Na semana passada, o governo de São Paulo lançou um programa de internet rápida popular com o preço de R$ 29,90 por mês.


Em entrevista à agência Reuters, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, afirmou que aquele preço pode ser bom para um Estado da região Sudeste, mas é alto para o Norte e o Nordeste. A meta é oferecer o serviço por R$ 9,90, disse Hélio Costa.

O ministro descartou a reativação da estatal Telebrás para administrar o programa. "Esse projeto não pode ser tocado por uma única empresa, e, neste momento, não há uma companhia no Brasil capaz de tocar um empreendimento dessa magnitude." Costa defendeu o modelo de Parceria Público-Privada (PPP) com as operadoras, que incluiria incentivos fiscais e concessões de crédito pelo BNDES. Segundo ele, as empresas também poderiam utilizar parte da estrutura de transmissão de dados do governo, que está ociosa.

Fonte: http://www.destakjornal.com.br/

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Ranking das Cidades Digitais

A Motorola e a Convergencia Research divulgaram nesta terça-feira, 27/10, os resultados do Ranking Motorola de Cidades Digitais. A pesquisa, que começou a ser feita há um ano, avaliou o nível de digitalização de 150 cidades, em 15 países da América Latina.

São Paulo foi considerado o município mais digital da região por destacar-se com seu e-governo, pelos serviços que presta aos cidadãos pela internet; compromisso com a inclusão digital e pelas aplicações de tele-saúde e tele-segurança.

Já a cidade de Salvador (BA) ficou com o 12º lugar, tendo como destaque o uso da tecnologia nas áreas de saúde e educação. Os municípios de Mérida e Chihuahua, do México, e San Luis, da Argentina, foram eleitos em segundo, terceiro e quarto lugar, respectivamente.

O estudo levou em consideração a infraestrutura, os serviços, e-binding e o compromisso assumido com a redução da desigualdade digital, assim como o emprego de tecnologias de informação e comunicação (TICs) entre os cidadãos, empresas e outras instituições públicas.

O Ranking Motorola de Cidades Digitais, elaborado pela consultoria Convergencia Research, é o primeiro estudo desse tipo em toda a América Latina e visa conhecer o nível de digitalização dos municípios escolhidos.

Durante a primeira etapa, foram avaliados, entre outros fatores: infraestrutura de banda larga; número de usuários de internet no município; e os diferentes tipos de projetos e tecnologias utilizados para oferecer acesso.

No ranking, cidades como Santiago, no Chile, ficou na sétima posição, Bogotá, Colômbia, em oitavo lugar, e Buenos Aires, Argentina, em décimo primeiro. A cidade do México ficou em 18º lugar, revelando que as capitais perdem em projetos de inclusão para municípios do interior.

Outras cidades brasileiras que se registraram para participar do Ranking Motorola foram: Camaçari (RJ), Elói Mendes (MG), Foz do Iguaçu (PR), Itanhaém (SP), Japeri (RJ), Jaú (SP), Lajeado (RS), Mangaratiba (RJ), Osasco (SP), Pedregulho (SP), Poços de Caldas (SP), Quadra (SP), Quatis (RJ), Rincão (SP), São José do Vale do Rio Preto (RJ), São João de Meriti (RJ), Senador Salgado Filho (RS) e Tauá (CE).

“Ficamos entusiasmados com o grande número de cidades inscritas. Esta pesquisa nos mostrou que o processo de digitalização é uma tendência solidamente enraizada na América Latina, que continua avançando para reduzir a brecha digital e para consolidar a tecnologia como um serviço básico, sendo que futuramente esta será tão indispensável como a energia elétrica e a água potável”, afirmou Manuel Moreno, gerente de Marketing de Banda Larga Sem Fio da Motorola.

A pesquisa avaliou o nível de digitalização da administração pública, dos cidadãos e das empresas mediante a análise dos componentes de infraestructura (acesso aos serviços de telecomunicações e dispositivos), serviços (e-governo, tele-saúde, tele-segurança, tele-educação), e-binding (emprego da tecnologia com finalidades econômicas, produtivas e de relações sociais) e compromisso com a inclusão digital (políticas como telecentros, redes sem fio gratuitas, alfabetização digital e financiamento de dispositivos).

O estudo foi finalizado com a observação dos parâmetros de relacionamento classificados em: presença, usabilidade, informação, transparência, interação, transação e participação. São Paulo ficou com a primeira colocação porque a cidade propõe, por meio de seu portal Web, uma série de serviços aos seus cidadãos cujos níveis mais destacados são Informação, Interação, Transação e Transparência.

Segundo os dados levantados, 100% dos hospitais e escolas municipais de níveis inicial, primário e secundário, têm conectividade à Internet de banda larga pela rede da Prefeitura de São Paulo e as políticas de redução de desigualdade digital e social, com foco na inclusão, diferenciam a cidade das demais inscritas no ranking.

Foram abertos 300 telecentros, por exemplo, que oferecem treinamento e acesso à Internet gratuito para todos aqueles que não dispõem de outra alternativa e atendem a 1,5 milhões de pessoas por ano. Os telecentros estão localizados em bairros de altos níveis de pobreza e há também locais exclusivos para pessoas com deficiências. Como parte da política de inclusão digital, foram financiados equipamentos de computação para 3 mil cidadãos no primeiro semestre de 2009.

De acordo com o estudo, as empresas paulistas utilizam o website da prefeitura principalmente para buscar informações, sendo que 49% das buscas são relacionadas a trâmites no geral e 41% são para fazer download e preencher formulários.

Outras formas de vinculação com a administração pública são a busca de informações sobre instituições de saúde do município (26%); informações sobre capacitação e cursos oferecidos pelo município (35%), consultas on-line a bibliotecas (15%), busca de informações sobre segurança (20%) e busca de informações sobre antecedentes criminais e delitos (18%).

Do total, 9% dos indivíduos têm ligado para o número de emergências pelo menos uma vez no último ano. Os cidadãos consideram que seria proveitoso para São Paulo contar com espaços onde possam acessar a Internet de forma gratuita (43%) e realizar mais trâmites com a Administração pública em forma on-line (22.6%).

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Projeto BH Digital


O ministro das Comunicações, Hélio Costa, fala durante cerimônia de inauguração pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva do novo ponto de acesso gratuito à internet para a população em Belo Horizonte, garantido pelo Projeto BH Digital, parceria do Ministério das Comunicações com a prefeitura da cidade.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou nesta quarta-feira, 21 de outubro, em Belo Horizonte, um novo ponto de acesso gratuito à internet para a população, por conta do Projeto BH Digital, parceria do Ministério das Comunicações com a prefeitura da cidade. O termo que transformou a capital mineira em Cidade Digital foi assinado pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, e pelo prefeito Márcio Lacerda. O Projeto BH Digital permite que a população acesse internet em banda larga sem fio gratuitamente e conecta à rede mundial de computadores cerca de 400 órgãos públicos, associações, entidades e ONGs.

(Foto: Fabrício Fernandes/Ascom/Ministério das Comunicações)

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Internet gratuita em Marília deve sair no ano que vem

Internet gratuita para a cidade deve sair em 2010
Projeto está pronto e aguarda escolha de empresa para começar a operar

O projeto de inclusão digital, através de internet ilimitada e gratuita, sugerido no começo do ano pelo Centro de Processamento de Dados da Prefeitura Municipal está pronto e aguarda apenas o trâmite legal para iniciar as atividades.

De acordo com o coordenador do CPD, William Marchetti, a intenção do município era entregar ainda este ano o projeto, porém vai depender do processo licitatório.Como não há data prevista para a escolha da prestadora de serviço e isso deve adiar o começo da operação.


O sistema funcionará com base na instalação de antenas e a cobertura do sinal será via rádio. O interessado deverá solicitar a liberação do sinal e não pagará nada pelo serviço.

A velocidade será entre 64 à 128 KB, inferior às oferecidas por provedores de banda larga com alta velocidade. “O projeto é destinado a inclusão digital para toda sociedade, e não concorrer com empresas privadas”, explica William.

Também está incluso no projeto a integração de dados entre as escolas de Marília. Todas as 50 escolas municipais e 46 estaduais estão integradas no sistema. Todo o sistema escolar mariliense possui laboratório de informática destinado à seus alunos, com professores e estagiários vinculados à área de informática.

“Aqueles que não tem acesso doméstico à rede virtual, poderão utilizar os serviços disponibilizados pela Prefeitura ou Estado, como o Tele-Centro e o Acessa São Paulo”, finaliza William.

Fonte: http://www.diariodemarilia.com.br/

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Rio que cidade 100% conectada até Olimpíadas de 2016

Projeto diz que será possível usar web a qualquer hora, de qualquer lugar.
Iniciativa propõe ainda parceria com organização voltada à inclusão digital.

O Rio de Janeiro quer ser uma cidade completamente conectada, que ofereça internet sem fio gratuita e de alta velocidade, durante as Olimpíadas de 2016. De acordo com o projeto da candidatura, o objetivo é garantir que os internautas consigam navegar a qualquer hora, de qualquer lugar, quando estiverem na cidade. O nome da sede dos Jogos Olímpicos foi divulgado nesta sexta-feira (2): Rio derrotou Madri, Tóquio e Chicago.


Descrito no projeto, o conceito da cidade conectada é “proporcionar uma ótima experiência para os espectadores através de uma série de equipamentos de comunicação, além de fornecer conexão de alta velocidade para atletas e agências fotográficas”. Por se tratar de uma iniciativa que dependia da escolha da cidade como sede dos Jogos Olímpicos, não foram definidos os tipos de equipamentos oferecidos durante o evento ou a velocidade do acesso.



Ainda de acordo com o documento, o Rio de Janeiro deve expandir e modernizar sua infraestrutura de telecomunicações para garantir que todos os envolvidos no evento possam estar sempre conectados. Além disso, a cidade deve criar plataformas on-line chamadas de “live sites” para que internautas de todo o mundo troquem informações e experiências sobre os Jogos de 2016.

“Acho difícil prevermos agora o tipo de tecnologia para transmissão de dados e os equipamentos que serão utilizados daqui a sete anos. Mas considero fantástico o fato de as tecnologias serem disponibilizadas para a população, principalmente considerando que a internet proporciona uma grande mobilidade de conhecimento”, afirmou ao G1 Alexandre Cardoso, secretário de Ciência e Tecnologia do Rio.

Segundo Cardoso, até 2010 toda a área urbana do Estado deverá estar coberta pela tecnologia de acesso gratuito e sem fio à internet (Wi-Fi), hoje já disponibilizada em Duque de Caxias, nas orlas de Copacabana, do Leme, de Ipanema e do Leblon, além do Morro Santa Marta e da Cidade de Deus. Em todos esses casos, o acesso é fornecido via antenas presas em postes.

“Não tenho dúvidas de que o conhecimento adquirido com esses projetos trará benefícios [para as Olimpíadas]”, continuou o secretário. “Até 2016 esse acesso gratuito estará disponível para todos, e o debate nos próximos anos passará então a ser o conteúdo oferecido via internet. A TV aberta é gratuita, mas o conteúdo faz com que alguns canais tenham mais audiência que outros”, comparou.

Velocidade

Hoje, em Duque de Caxias, a velocidade total oferecida gratuitamente via Wi-Fi para cerca de 1,5 milhão de pessoas é de 350 Mbps (Megabits por segundo): quanto mais usuários conectados, menor a velocidade disponível para cada um deles. A título de comparação, uma empresa que oferece acesso rápido à web afirma que, com 1 Mbps, é possível baixar um arquivo de música em um minuto e um arquivo de filme em cinco horas.


Foto: Divulgação Rio 2016
Imagem conceitual do Estádio do Maracanã para os Jogos Olímpicos de 2016. (Foto: Divulgação Rio 2016 )

Eduardo Tude, presidente da consultoria de telecomunicações Teleco, afirma que a escolha do Rio como sede dos Jogos Olímpicos pode trazer melhorias para a cidade na área de telecomunicações. Sua ressalva, no entanto, fica justamente por conta da velocidade oferecida para o acesso à web. “O problema não é a cobertura, pois essa estrutura já estará disponível. Mas é importante conseguir uma velocidade satisfatória para navegar”, explicou.



Segundo o especialista, isso poderia ser feito com um investimento temporário, durante o período das Olimpíadas, com o objetivo de aumentar a capacidade de acesso. “É como se você tivesse em sua casa uma internet de 1 Mbps e, quando recebesse visitas por um mês, aumentasse essa capacidade para 5 Mbps. A velocidade sempre será influenciada pela quantidade de pessoas que acessam a rede”, disse Tude.

Também como parte do projeto da candidatura está uma parceria entre o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a Comissão de Candidatura Rio 2016, e o Centro para Democratização da Informática (CDI), que promove a inclusão digital de populações de baixa renda na América Latina. Para serem concretizados, a parceria e seus objetivos dependiam da escolha do Rio como sede dos Jogos 2016.

De acordo com a assessoria de comunicação do CDI, essa união faria com que a organização utilizasse seu modelo pedagógico para que os excluídos digitais utilizassem a tecnologia como ferramenta de informação sobre esportes. A principal meta seria gerar oportunidades para a descoberta e o desenvolvimento de novos talentos na área esportiva.

A parceria estaria baseada na criação de pontos de inclusão digital interligados por uma plataforma virtual com conteúdo de esporte. Dessa forma, os alunos poderiam utilizar as máquinas dos chamados CDIs comunidade para acessar conteúdo ligado aos Jogos Olímpicos. Inicialmente, seriam criados 15 novos pontos de acesso, e cinco CDIs comunidades já existentes ganhariam esse foco esportivo.

Existe ainda a ideia de aproveitar o legado tecnológico das Olimpíadas, utilizando os computadores do evento olímpico nos espaços de inclusão digital do CDI.

Críticas

Para Ruy Bottesi, presidente da Associação dos Engenheiros de Telecomunicações (AET), as propostas descritas no projeto de candidatura são muito triviais. “Não há novidades, falta apresentar o que o Rio pretende mostrar em 2016 em termos de inovação tecnológica. Do jeito que está, parece que pegamos a tecnologia de 2009 e levamos para um cenário existente daqui a sete anos”, afirmou o especialista ao G1.


Segundo ele, os órgãos brasileiros voltados à tecnologia deveriam aproveitar a oportunidade para mostrar que o Brasil tem competência quando se trata de inovação. “É preciso um plano tecnológico que impressione. Expansão de rede e Wi-Fi não satisfazem mais, seria necessário algo de maior envergadura”, defendeu Bottesi.


Ele deu exemplos, citando formas de pagamento e transferências financeiras via telefone celular. Ou videoconferências também realizadas por meio de aparelhos portáteis. “Temos que usar como exemplo países como a Coreia do Sul, a Austrália e o Japão, que impressionam quando falamos em novas tecnologias. Se não temos essa visão de futuro, temos de seguir o caminho dessas nações, pois isso incentivará a vinda de outros eventos de grande porte para o Brasil”, concluiu.

Fonte: G1

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Instalação de antenas de internet sem fio na Baixada deve acabar nesta semana

Termina, nesta segunda-feira, o prazo de previsão para que todas antenas de internet ,que vão permitir conexão sem fio para a população da Baixada Fluminense, estejam instaladas. Duque de Caxias, São João de Meriti, Belford Roxo, Mesquita, Nova Iguaçu e Nilópolis são os primeiros municípios beneficiados pelo programa. Os investimentos no projeto "Baixada Digital" foram da ordem de R$ 3 milhões, beneficiando 1,5 milhão de pessoas.

A iniciativa faz parte do "Rio Estado Digital", realizado pela secretaria estadual de Ciência e Tecnologia (Sect). O sinal no local é de responsabilidade da Universidade Federal Fluminense (UFF).



A mesma ideia será levada para a Avenida Brasil e adjacências, com R$ 4,5 milhões de investimento para 3 milhões de habitantes terem acesso à internet sem fio. A previsão de finalização das instalações nessa região é dezembro deste ano.

Fonte: http://www.sidneyrezende.com

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MG e SP na contramão da Inclusão Digital

Os governos de MG e SP na contramão da Inclusão Digital.


Governo de MG lança o Minas Digital

A população dos municípios de Minas Gerais que contam com até 20 mil habitantes terão acesso à internet de alta velocidade (banda larga), em área urbana. O anúncio foi feito pelo governador Aécio Neves, na sexta-feira ,18/09, no Palácio da Liberdade, durante lançamento do programa Minas Digital.

Implementado pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia, o programa começa a ser implantado em dez municípios, podendo ser estendido a cerca de 200 localidades que atualmente não contam com internet banda larga e que apresentam condições técnicas para receber a infraestrutura necessária para ativar o serviço. O investimento no programa, inicialmente, será de R$ 1 milhão.


“O Minas Digital é algo absolutamente revolucionário. São exatamente os municípios que têm maior dificuldade de acesso à internet. E conseguimos com uma construção mineira, um know how novo, nosso, que barateou muito o custo desse empreendimento. Estamos implementando um projeto piloto em dez municípios, até para eventualmente corrigir alguma problema que possa surgir. Mas já autorizei o projeto básico do que será necessário em mais 200 municípios do Estado, nessa faixa de população”, explicou Aécio Neves, em entrevista.

A primeira inauguração aconteceu no dia 19 de setembro, no município de Maravilhas, região Central. Nos próximos 30 dias, o serviço estará instalado em todas as outras nove cidades que compõem o projeto piloto: Itumirim, Ribeirão Vermelho, Antônio Dias, Fama, Prudente de Moraes, São Sebastião da Bela Vista, Iguatama, Queluzito e Casa Grande.

O projeto segue a lógica de outros investimentos do Governo de Minas para melhorar a qualidade de vida e as condições de desenvolvimento dos pequenos municípios do Estado, como o Proacesso, que está universalizando o acesso a asfalto em todas as cidades mineiras; e o Minas Comunica, que garantiu o oferecimento de telefonia celular a 100% dos municípios que não tinham esse serviço.

“O Estado tem feito investimentos, levando estradas a todos os municípios, levando o sinal de telefonia celular, saneamento, educação de melhor qualidade, segurança, saúde também de melhor qualidade. E agora, estamos permitindo que a população desses municípios possa ter a internet com banda larga. E com uma novidade: em cada um desses municípios haverá duas horas de internet gratuita para a população”, anunciou o governador.

Para colocar o programa em execução, o Estado abriu licitação − vencida pela Minas Control distribuidora da Motorola – para a compra de equipamentos de transmissão de dados, que serão instaladas nas cidades beneficiadas. A partir daí, caberá à prefeitura municipal gerenciar a rede por meio de um provedor licenciado pela Anatel, que será o prestador de serviço aos estabelecimentos comerciais, administrativos e cidadãos, com tecnologia de internet banda larga.

O secretário de Ciência e Tecnologia, Alberto Portugal, explicou que cerca de 350 municípios ainda não têm banda larga, nessa faixa abaixo de 20 mil habitantes. Acima disso, só 18 municípios, aproximadamente não têm. O custo de implantação em cada município gira em torno de R$ 100 mil.“E esse modelo desenvolvido em Minas, que é inovador, conseguiu reduzir em 70% o custo de implantação de uma infraestrutura para banda larga em pequenos municípios em relação ao que se faz normalmente no mercado”, afirmou Alberto Portugal.

Contrapartida

Em contrapartida ao investimento do Estado, caberá às prefeituras municipais, criar e manter espaços gratuitos de inclusão digital, como os telecentros, e implementar ações do Projeto Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação Aplicados (TEIA), da Secretaria de Ciência e Tecnologia. Hoje, em parceria com o governo federal, Minas conta como maior programa de inclusão digital do país, com 84 CVTs e 487 Telecentros.

Já a empresa provedora contratada pela prefeitura terá, também como contrapartida, a obrigação de reservar 10% do que arrecadar nas cidades a um fundo. Esses recursos do fundo serão utilizados para financiar a ampliação da rede de cobertura de banda larga, por exemplo, em distritos ou povoados rurais e cabe também ao provedor submeter ao governo os preços a serem praticados para que não haja abuso na cobrança.

O projeto piloto utiliza um modelo inovador, que agrega tecnologias já dominadas (Wi-Fi/MESH), permitindo implementar o acesso à internet com baixo custo de implantação para pequenos municípios, expansível e escalonável. Com acesso à internet banda larga, o cidadão terá a possibilidade de realizar cursos a distância, acessar os mais de 1,2 mil serviços disponibilizados pelo portal Minas Online e os cerca de 100 cursos gratuitos oferecidos pela Rede de Formação profissional Orientada Pelo Mercado, projeto de inclusão digital do Governo de Minas.

A população do município também poderá se capacitar em ferramentas e aplicativos de web 2.0 por meio do Teia, que possibilita a promoção da inovação e geração de emprego e renda a partir da utilização dessas ferramentas. Além disso, garantindo o acesso com qualidade a importantes sites e aplicativos de informação, como Youtube e redes sociais.

Fonte: Convergência Digital

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Nova Venécia vai ser mais uma cidade digital

Assessoria de Comunicação/PNV – A internet é sem sombra de dúvidas o grande feito do século XX para a área de comunicação. Por meio dela, todo o conhecimento da humanidade acumulado está disponível a um clique. Pensando assim, o Prefeito de Nova Venécia, Wilson Luis Venturim, o Japonês vem se empenhando para que o projeto Nova Venécia Digital saia do mundo das ideias e torne-se realidade para a população.


Após várias discussões, o estudo para implantação da cidade digital está em fase de encerramento. “Não bastará ao município apenas a abertura do sinal de internet para todos. Haverá o envolvimento da comunidade nesse feito para que seja implantado de um sistema desse nível”, ressaltou Japonês.

A partir de dezembro, o sinal será aberto para parte da cidade e será iniciada a fase experimental que tem por objetivos minimizar riscos e corrigir distorções no sinal e na operacionalização.

A proposta é fazer com que todo o município respire a esfera digital, em seus prédios públicos e na gestão, além de colocar em evidência a transparência administrativa. Os primeiros sinais atenderão a uma faixa específica da população, levando informações a todos os munícipes.

No momento, o Projeto passa pelo processo da preparação de Editais, sendo que a implantação do sistema digital deve percorrer os quatro anos da atual administração, já que toda a estrutura é um complexo de estudos, estratégias, pontos de fixação de cabos e muito, muito material tecnológico investido.

“Estamos fazendo a verdadeira revolução tecnológica no município. Outras cidades anunciaram com bravura que conquistaram a independência digital, o que não é verdade, já que muitos serviços anunciados não funcionaram e alguns que funcionaram não chegaram a ter o suporte profissional que uma conquista como esta requer”, lembrou Japonês,

Saiba mais - O Projeto Cidade Digital pode ser definido como a infra-estrutura, os serviços e as aplicações que formam um ambiente de comunicações de alta velocidade, baseado na Internet e voltado para atender a todas as necessidades dos cidadãos de uma cidade moderna. Ele proporciona universalização e inclusão digital para toda a população, sem distinção de classe social.

Ser uma cidade digital significa modernizar a gestão pública e oferecer novos serviços e facilidades para as pessoas e significa principalmente levar aos seus habitantes uma nova perspectiva de cidadania.

O sistema também cria condições para que todas as camadas da população possam se beneficiar das novas tecnologias existentes, benefícios estes como empregabilidade, educação e entretenimento, proporcionando também inclusão digital, que é a ferramenta para a socialização do conhecimento.

O Cidade Digital pretende gerar a promoção da inclusão digital através do uso de internet banda larga wireless em escolas, postos de saúde e centros de internet comunitários, além de proporcionar economia com a redução de despesas com serviços de internet. Dado que estes pontos carentes ficam normalmente afastados dos centros da cidade, a instalação das redes sem fio (wireless) é mais barata e rápida.

Até dezembro a administração pretende inaugurar no mínimo dois telecentros para a população que não possui computador em suas residências. Além disso, diversos serviços públicos serão oferecidos ao cidadão pelo portal de internet da prefeitura (web services);

Site: http://www.nortes.com.br/

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